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PL que substitui Lei dos Agrotóxicos representa retrocesso, dizem pesquisadores

Para a Associação Nacional da Agroecologia, a medida vai contra a tendência mundial de abandonar defensivos

Em discussão realizada na tarde desta terça-feira (31), a Comissão Especial sobre Defensivos Agrícolas da Câmara Federal debateu o Projeto de Lei n 3200/15, que substitui a atual Lei dos Agrotóxicos (7.802/89). De interesse de representantes do agronegócio, a proposta é criticada por pesquisadores e movimentos que pedem o banimento do uso desses produtos.

De autoria do deputado Covatti Filho (PP/RS), o projeto dispõe sobre a regulamentação do uso de defensivos e demais produtos de controle ambiental. Na opinião do pesquisador Marcelo Firpo Porto, da Associação Nacional da Agroecologia, a medida representaria um retrocesso, tendo em vista a tendência mundial de abandono do uso desses produtos. “Há um movimento crescente de redução e o caminho aponta para o banimento do uso dessas substâncias. Como pode o Brasil caminhar na direção contrária”?, questiona.

Ele lembra ainda que, desde 2008, o país é o maior consumidor desses produtos. Em média, são utilizados 12 litros de veneno para cada hectare e 7 litros ao ano por habitante. “Isso deveria envergonhar qualquer brasileiro”, critica.

Entre outras coisas, o PL substitui o nome “agrotóxico” pela expressão “defensivos fitossanitários”, o que, na opinião dos opositores, seria um cosmético para ocultar interesses econômicos e dificultar o acesso à informação. “É como se quisessem esconder do consumidor o que ele está consumindo, por isso nós somos contra essa nomenclatura”, afirma Carla Bueno, representante da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida. O movimento congrega dezenas de entidades que lutam pelo fim do uso de veneno na agricultura.

Centralização de tarefas e saúde pública

Outro ponto polêmico do projeto é a criação da Comissão Técnica Nacional de Fitossanitários (CTNFito), cuja finalidade seria produzir pareceres técnicos conclusivos aos pedidos de avaliação de novos defensivos e afins. Vinculada ao Ministério da Agricultura, ela centralizaria competências que atualmente são distribuídas entre vários órgãos, como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Para os membros da Campanha, a iniciativa representaria um risco para a saúde pública porque lançaria um olhar unilateral sobre os produtos. “A descentralização traz mais segurança para avaliar o impacto dos agrotóxicos. Colocar tudo no Ministério é aderir a uma visão meramente agrícola. Isso é muito limitador”, aponta Carla.

Ela destaca ainda que a Lei dos Agrotóxicos, que resultou de uma mobilização coletiva, é referência na América Latina e que poderia ser aprimorada, não revogada. “Nós precisamos caminhar no sentido de erradicar, e não de fortalecer o uso de agrotóxicos, que é o que está por trás desse projeto. Seria um retrocesso em termos de legislação”, avalia.

Na ocasião, Marcelo Firpo Porto defendeu que o abandono do uso de agrotóxicos estaria dentro do papel do Estado de zelar pela vida e pela saúde humana.

“São diversos os efeitos agudos e crônicos causados pela exposição a esses produtos. Entre outras coisas, essas substâncias são associadas a varios tipos de câncer”, ressaltou o pesquisador, reiterando que o Brasil estaria caminhando na contramão dos avanços globais. “Esse PL 3200 é um retrocesso sanitário, ambiental e civilizatório”, defendeu.

Visão econômica

Sem firmar publicamente um posicionamento institucional sobre o PL, o pesquisador da Embrapa Soja Decio Luiz Gazzoni destacou o peso econômico do agronegócio e argumentou que o país precisará aumentar a produção no futuro a médio e longo prazo. Na visão dele, a ampliação do mercado e a conquista de novos clientes seria algo estratégico e necessário nas circunstâncias modernas.

“O contexto tropical é muito vantajoso para essa atividade econômica, e nós temos diversidade de cultivos, de solos e climas. (…) Nas próximas quatro décadas, o Brasil será chamado a ser protagonista do fornecimento de produtos agrícolas porque ele tem condições muito favoráveis em comparação com os demais países”, disse.

Andamento do PL

Para o relator do Projeto de Lei n 3200/15 na Comissão Especial sobre Defensivos Agrícolas, deputado Luiz Nishimori (PR/PR), o tema é polêmico e pede um maior detalhamento das discussões. “Nós ainda precisamos nos debruçar melhor sobre essa questão porque os dois lados têm argumentos muito pertinentes”, disse. Ele informou que ainda serão realizadas diversas audiências para dar seguimento ao debate, e que a pauta pode demorar até um ano para ser votada.

Publicado Originalmente em: Brasil de Fato

Se você quiser fazer pressão nos deputados que estão na comissão especial que avalia esse processo, acesse: www.contraagrotoxicos.org

 

Existem atos de repúdio ao PL: Agapan Em Pratos Limpos

 

XV Encontro Verde das Américas, o “Greenmeeting 2016”

Fórum que visa reunir tecnólogos, pesquisadores, autoridades, representantes de empresas e autarquias, órgãos ambientais, professores e alunos universitários, representantes de instituições nacionais e internacionais, bem como diplomatas de vários continentes, com o proposito de realizar um importante debate em prol de soluções para as principais questões socioambientais e econômicas do Brasil e do hemisfério.

Nos dias 28 e 29 de setembro de 2016 em Brasília/DF.
Inscrições gratuitas em: http://www.greenmeeting.org/novoportal/

Evento Sustentar

O 9º SUSTENTAR – Fórum Internacional pelo Desenvolvimento Sustentável já tem datas definidas para as edições BH e SP.

 

Mau uso do português afeta jovens em entrevistas

Por não saberem corretamente a língua nativa, candidatos são reprovados em processos seletivos e buscam razão para justificar esse fator.

Muitos estudantes perdem boas oportunidades de inserção no mercado por conta do emprego inadequado da língua portuguesa. Ferramentas como testes ortográficos e redações funcionam como filtros para eliminar candidatos e muitos acabam não passando sequer na primeira etapa. Para avaliar esse cenário, o Nube – Núcleo Brasileiro de Estágios, realizou entre os dias 9 e 20 de maio, uma pesquisa para descobrir “Por que o Português ainda é o maior reprovador em processos seletivos?”. Jovens de 15 a 26 anos, faixa etária mais afetada nas reprovações, deram sua opinião sobre o tema.

Foram 11.616 participantes expondo suas vivências sobre trabalho e entrevistas. Como resultado, 32,75% reconheceram: “As pessoas têm preguiça de ler”, totalizando 3.804 votantes. “Com o fácil acesso à tecnologia e condições de correções automáticas de texto, pesquisar informações resumidas sem a necessidade de fazer uma busca integral sobre determinado assunto, dificultam o enriquecimento do vocabulário e a organização linguística”, esclarece Erick Sperduti, coordenador de recrutamento e seleção do Nube.

Porém, outra parcela considerável dos votantes, 28,88%, alegou “terem se acostumado com o português abreviado nas redes sociais”, opção escolhida por 3.355 pessoas. Ou seja, nem todos conseguem se adequar às mudanças exigidas quando o ambiente sai do universo dos perfis virtuais. “Alguns se condicionam muito com esse tipo de ‘escrita encurtada’ e acabam por cometer erros, tanto na elaboração de algum texto, quanto no envio de um simples e-mail profissional”, explica o especialista.

Já para 22,28%, o problema está no fato de “não haver incentivo para a leitura no Brasil” (2.588). Sperduti, porém, não concorda com essa visão: “A Era Digital também possui seus benefícios e permite o fácil acesso às obras e clássicos da literatura, inclusive por meio de smartphones. O grande problema está na mentalidade do brasileiro em não praticar o hábito da leitura”. E complementa: “incentivos temos tanto do governo como do próprio mercado. Durante a seleção, sempre orientamos a explorarem diferentes títulos”, comenta o recrutador.

Por fim, “a baixa formação dos candidatos” (1.562) e “As empresas exigem muito” (307), receberam 13,45% e 2,64% dos cliques, respectivamente. Para quem se posiciona assim, Sperduti dá a dica: ”como atualmente o inglês é muito requisitado nas organizações, o português torna-se obrigatório, por ser a língua nativa. Não há exageros”, finaliza. Portanto, pelos altos índices de reprovação, quem fala e escreve bem já tem uma vantagem perante a concorrência.

Começa a 5ª mostra Ecofalante de Cinema Ambiental

São Paulo, 14 de junho de 2016 – Pelo segundo ano consecutivo, no âmbito do Programa de Ação Cultural do Estado de São Paulo, a Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental chega à quinta edição trazendo mais de 100 títulos. Com destaque para obras contemporâneas e inéditas no Brasil, a mostra traz também produções que abordam questões socioambientais de países como Canadá, Alemanha, Turquia, Estados Unidos, China, França, Grécia, Itália, Israel, Índia, Reino Unido, Noruega, Bélgica, Luxemburgo, África do Sul e Quirguistão, dentre outros.  

Os filmes serão exibidos de 15 a 29 de junho em seis salas do circuito de cinema de São Paulo: Caixa Belas Artes, Reserva Cultural, Cinemateca Brasileira, Centro Cultural São Paulo, Cine Olido e Matilha Cultural. A programação é gratuita e é complementada com uma série de debates com a participação de especialistas, diretores e convidados.

A 5ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental promove sessões também na Biblioteca Mário de Andrade, em Centros Educacionais Unificados (CEUs) da Prefeitura de São Paulo, unidades das Fábricas de Cultura, faculdades, colégios e em Escolas Técnicas Estaduais (ETECs), levando a programação para um público novo, localizado em diferentes regiões da cidade de São Paulo.

Realizada pelo terceiro ano consecutivo em paralelo à mostra, a Competição Latino-Americana traz 22 produções de 12 países da região. O homenageado do ano é o ambientalista brasileiro Paulo Nogueira Neto. Completam a programação o Circuito Universitário, a Mostra Escola, a competição Curta Ecofalante e a Mostra Contemporânea Internacional.

“O público da Mostra vem crescendo em quantidade e diversidade. Somos a maior mostra de cinema ambiental do Brasil em público. Levar cinema de qualidade e promover a reflexão e o debate sobre questões socioambientais para todo esse público é a vocação da Mostra. E esse crescimento demonstra que estamos no caminho certo, que há uma demanda por essas questões”, define Chico Guariba, diretor da Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental.

A Mostra Contemporânea Internacional traz 39 filmes das mais diversas nacionalidades sobre os temas cidades, consumo, economia, mudanças climáticas, recursos naturais e povos & lugares. A Competição Latino-Americana registrou recorde de inscrições: foram recebidas 255 produções, entre longas e curtas, com representantes da Venezuela, Colômbia, Bolívia, Argentina, Equador, México, Peru, Paraguai, Uruguai, Chile e Brasil.

O Circuito Universitário e a Mostra Escola já ocorrem desde o início de março em diversas faculdades, escolas e instituições de ensino com objetivo de promover a reflexão e o debate a partir da experiência do cinema e chamar os estudantes para assistirem aos filmes nas salas de cinema.

Uma novidade do evento em 2016 é o concurso Curta Ecofalante, voltado a estudantes universitários. Foram recebidos quase 40 trabalhos de diferentes faculdades, de diversos locais do país. Destes, foram selecionados cinco curtas-metragens que ganham exibição durante a Mostra. O melhor trabalho, escolhido pelos curadores da Ecofalante e também por votação do público, é premiado ao fim o evento. Mais informações sobre a 5ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental estão disponíveis no site oficial do evento: http://www.ecofalante.org.br/mostra/.

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