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A Brasília automotiva, o Eixão e outras vias da morte

Em pleno século 21, as autoridades de trânsito ainda pensam Brasília da forma rodoviarista vigente na década de 1960. A fluidez motorizada é sempre priorizada em detrimento da segurança no trânsito. Pedestres, usuários de bicicleta e de transporte coletivo sofrem e assistem às inúmeras obras e intervenções voltadas exclusivamente aos automóveis, que incluem duplicações, construção de túneis e viadutos, aumento do limite de velocidade, conversão de acostamento em terceira faixa para carros e estacionamentos subterrâneos.

Na época da construção da cidade, o veículo da vez era o automóvel. Hoje, os modos coletivos e os não motorizados destacam-se como solução para o caos provocado pela megafrota de carros em circulação. Cidades que prezam pela boa qualidade de vida retiram espaço dos carros e criam outros para as pessoas circularem. A redução da velocidade nas vias é uma das medidas que aumentam a segurança de todos e incentivam as pessoas a caminhar e a pedalar.

A EPTG exibe claramente a orientação da política de transporte. Houve ampliação do espaço para os carros, mas não existe calçada nem a ciclovia projetada. Os motoristas se espalham pelas cinco pistas e também pelo acostamento e pelo espaço onde seria o corredor exclusivo de ônibus. Considerando a mobilidade urbana sustentável, é inconcebível uma cidade cortada por rodovias com alto limite de velocidade.

Existem inúmeros locais hostis, não só em razão da falta de calçadas e de caminhos seguros para pedalar, mas principalmente da alta velocidade e da imprudência dos motoristas. Eixão, Eixo Monumental, L4 e Epia são exemplos de atraso na política de transportes.

Recentemente, uma das principais vias voltou ao noticiário. Conhecida como Eixão da Morte, a DF-002 é uma pista de alta velocidade, com passagens sujas e perigosas para a travessia de pedestres, sem qualquer incentivo ao transporte coletivo, sem calçada nem ciclovia. As marcas de freada antes dos radares revelam a imprudência que impera nessa e em outras vias do Distrito Federal.

Os pedestres são as principais vítimas do Eixão, mas as autoridades de trânsito só revelam preocupação quando ocorrem colisões frontais entre motoristas. Nesses momentos, ressurgem propostas paliativas, como a construção de barricadas de concreto, que não resolveriam a questão principal: velocidade elevada. Não aumentaremos a segurança de motoristas e muito menos de pedestres e ciclistas, enquanto não enfrentarmos a selvageria nas pistas. A solução é pensar nas pessoas e não apenas em motores. A capital federal ostenta números vergonhosos de violência no trânsito: todo ano morrem 450 pessoas.

No Eixão, uma medida emergencial seria a redução do limite de velocidade para 50km/h ou 60km/h. Embora isso possa parecer algo impensável para alguns, trata-se de uma possibilidade viável. A redução de 20km na velocidade máxima de qualquer via reduz consideravelmente a possibilidade de acidentes e mortes. “Mas e o tempo perdido?”, muitos bradariam, sem perceber que essa redução teria como consequência um aumento de cerca de três minutos para se percorrer toda a extensão da via. Alguns minutos em troca de maior segurança e diversas vidas salvas.

Outras medidas a serem consideradas envolvem criar faixas exclusivas de ônibus, calçadas, ciclovias e pontos seguros de travessia. Inclusive a instalação de semáforos pode ser considerada. Para completar a humanização, pode-se ampliar o Eixão do Lazer para os sábados.

A redução da velocidade é algo primordial quando se almeja o bom convívio nas ruas. A relação entre velocidade do motorista e morte em casos de atropelamento é clara: a 32km/h, o risco de morte é de 5%; a 64km/h, o risco sobe para 85%. Infelizmente, em plena capital, só se admite aumentar o limite de velocidade em favor da fluidez motorizada.

Sem necessidade de obras, o Distrito Federal pode adotar limites de velocidade condizentes com a vida. Nas supostas rodovias (DFs e BRs), o limite seria reduzido para 50km/h ou 60km/h e nas demais vias para cerca de 40km/h. Nas áreas residenciais, o limite não deve passar de 30km/h. As ruas de Brasília não podem mais ser encaradas como pistas para circulação exclusiva de carros. Temos que encará-las como vias urbanas por onde pode e deve passar qualquer pessoa, independentemente do meio de transporte utilizado. Na década mundial de ações pela segurança no trânsito, iniciativa da Organização das Nações Unidas adotada no Brasil, esse é um dos desafios do Governo do Distrito Federal.

UIRÁ LOURENÇO Presidente da ONG Rodas da Paz

JONAS BERTUCCI Diretor-Financeiro da ONG Rodas da Paz

Publicado originalmente no Corrreio Braziliense, 23/12/2011

Fonte: Rodas da Paz




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Comentários

Olha, acho que o cálculo ficou um pouco cru. Reduzindo a velocidade do Eixão para 50 ou 60 não creio que seja a solução. Se tratando de uma parte de uma estrada, melhor fazer outras passagens subterrâneas, além de renovar as atuais, com segurança e limpeza e também EDUCAR o povo a não atravessar por cima. O fluxo ficaria complicado a 50km/h, ainda mais em bsb com seu 2 carros por habitante.

Sobre ciclistas e pedestres ali no Eixão, também sou contra. Ambos também não tem educação, e se não se morre com 50 ou 60 por hora, vão se machucar quase à morte. Cansei de ver gente CORRENDO e andando de bicicleta na RUA no eixinho L, rumo centro, na FAIXA DE ALTA, ou seja um impacto ali, caso se desequilibre é fatal. Nesses eixos cairia muito bem uma ciclovia, mas na faixa direita.

Se poderia também, se for o caso reduzir para 50, talvez, mas necessário um período de teste pois acredito que isso iria congestionar no sentido de vazão de fluxo, pois não se conta somente o tempo percorrido na velocidade média.

Pra mim, o principal seria Educação Geral (de transeunte e motorista) e transporte público de qualidade. Mas é mais fácil mesmo reduzir a velocidade, parece.

abraço.

Recebi a resposta do Rodas da Paz por e-mail. Segue a resposta deles.
Abraço,
Manuela Alegria

Prezado colega,

Em momento algum afirmamos que a simples redução de velocidade seja a solução única para os problemas do trânsito de Brasília. Acreditamos sim que seja parte da solução e, mais do que isso, uma medida necessária e de fácil implementação. Sem dúvidas, se uma medida como essa não for acompanhada de campanhas massivas de educação (visando pedestres, motoristas e usuários de bicicletas), dificilmente as mortes se reduzirão podendo surgir novos problemas. Inclusive, essa é a perspectiva principal da Rodas da Paz: o trabalho de educação e conscientização para a paz no trânsito.

Contudo, a conscientização em si também será ineficiente sem medidas práticas de controle que direcionem mudanças de hábitos. Assim, é necessário promover uma estrutura (física e legal) que reforce hábitos saudáveis, seguros e socialmente positivos no trânsito, além da educação. A redução dos limites é apenas uma entre diversas ações possíveis de moderação de tráfego que se orientam a partir de uma concepção diferente de cidade, com o objetivo, além de trazer mais segurança, de também desincentivar o uso de automóveis particulares e, assim, possibilitar todos os benefícios do ponto de vista econômico e social que decorrem deste desincentivo.

Hoje, o eixão é, como você disse, uma estrada que corta a cidade, onde não há praticamente atividade humana ao logo de 15 kms, além dos condutores solitários em seus carros. No entanto, essa é uma situação que pode ser transformada, se quisermos humanizar e trazer vida a este espaço.

Segundo o cálculo que apresentamos, uma redução da velocidade máxima do eixão teria impactos muito pequenos no tempo de deslocamento ao longo desta via. O fato da velocidade média cair devido aos congestionamentos apenas reforça nosso argumento, pois nesses horários os carros já andam abaixo de 60km/h. Logo, quanto menor a distância percorrida na velocidade máxima (80km/h) devido a engarrafamentos e outros fatores, menor a influência de uma possível redução no tempo total ao ao converter os limites para 60km/h e mais forte ainda é o argumento de redução desses limites.

As respostas possíveis, acreditamos, vão justamente na direção contrária do que vem sendo feito, isto é: não se pode continuar dando prioridade ao fluxo de automóveis particulares. Ao contrário, deve-se sim dar prioridade ao transporte coletivo e às formas de deslocamento não motorizado (bicicleta e caminhar).

Nada contra o bom fluxo para todos os veículos, contanto que o transporte individual não prejudique o coletivo. Fluxo tranquilo só deve ser priorizado se for para ônibus, metrô, bicicletas e pedestres.

Atenciosamente,
Rodas da Paz

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