Primeiro grupo de empresas no Registro Público de Emissões de Gases de Efeito Estufa do Brasil responde por 89 milhões de toneladas de CO2e

Pioneiras na divulgação dos dados, empresas miram o futuro de olho na economia de baixo carbono. Os inventários estão disponíveis em www.fgv.br/ces/registro

Em 2009, 35 empresas brasileiras de grande porte fizeram seus inventários de emissão de gases de efeito estufa para saber em que setores mais emitem os gases causadores do aquecimento global e como reduzir essas emissões. Somadas, as emissões diretas desse grupo representam quase 89 milhões de toneladas de gás carbônico equivalente (tCO2e, medida utilizada para comparar as emissões de vários Gases de Efeito Estufa baseado no potencial de aquecimento global de cada um).

As empresas do setor de transformação respondem pela maior parte das emissões das companhias inventariadas (89%), seguidas pelo setor de mineração (10%). Saneamento, energia, agrícola, serviços financeiros e serviços públicos somam o 1% restante. No setor de transformação, petroquímica e combustíveis sãos as indústrias que mais emitiram. A mineração de não metálicos ficou em segundo lugar e metalurgia em terceiro.

As emissões de 2009 reportadas nos 35 inventários representam 4% do total de emissões do Brasil em 2005 – com base no Inventário Nacional Preliminar divulgado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia em novembro passado –, e  20% desse total, se excluídas as emissões de agricultura e mudança no uso de terra e florestas.

Por iniciativa voluntária, os dados referentes à emissão individual de cada empresa estão disponíveis no Registro Público de Emissões de Gases de Efeito Estufa do país. A plataforma online para a publicação de inventários de GEE de instituições brasileiras está acessível em: www.fgv.br/ces/registro.

O registro e a metodologia adotada para realizar os inventários são ações do Programa Brasileiro GHG Protocol, coordenado pelo Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas – GVces.

Com dois anos de atuação no Brasil, o programa reúne 60 grandes empresas. Parte delas também integra o Empresas pelo Clima, programa do GVces voltado para a gestão de emissões e a criação de bases regulatórias para a economia de baixo carbono.  Até o ano que vem, todas as empresas que integram o GHG Protocol deverão publicar seus inventários no Registro Público lançado no fim de junho de 2010.

Para se ter uma ideia, o total das emissões desse grupo empresarial pioneiro seria o mesmo volume de gases causadores do aquecimento global gerados por um carro a gasolina, motor 1.0, que tivesse percorrido 630 bilhões de quilômetros. A distância é igual a 16 mil voltas à Terra ou a 1.370 idas e voltas ao distante planeta Marte. O volume emitido pelas primeiras empresas a divulgar seus inventários equivale ainda ao estoque de carbono de aproximadamente 356 milhões de árvores da Amazônia ou 200 mil hectares da floresta, uma área equivalente ao município de Piracicaba, no interior paulista.

Quantificar os gases que cada companhia emite, saber quais os setores que mais emitem e fazer a gestão adequada das emissões de gases estufa colocam o Brasil entre os países que buscam se adaptar às mudanças climáticas e mitigar seus efeitos por meio da economia de baixo carbono, que será a tônica do mercado do século XXI. A publicação dos dados servirá também para integrar os esforços do Programa Brasileiro GHG Protocol com as ações da Política Nacional de Clima e do cumprimento da meta assumida pelo governo ante as nações que integram a Convenção do Clima da ONU.

“De olho na redução de seus impactos climáticos, as empresas que tomaram essa iniciativa voluntária estão na perspectiva dos futuros marcos regulatórios que orientarão as ações de mitigação e adaptação às mudanças climáticas” avalia Roberto Strumpf, coordenador do Programa Brasileiro GHG Protocol. Para ele, a divulgação das emissões setoriais também será um diferencial dessas empresas junto aos consumidores, cada vez mais atentos à responsabilidade socioambiental corporativa.

Aberto a adesões

A metodologia do GHG Protocol usada no Brasil foi uma adaptação à realidade nacional e resultou da interação entre a equipe do programa e 27 empresas fundadoras. O GHG Protcol original desenvolvido pelo World Resources Institute – WRI em parceria com o World Business Council for Sustainable Development – WBSCD é a metodologia mais utilizada em todo o mundo para a realização dos inventários. Ela é compatível com as normas ISO e as metodologias de quantificação do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas – IPCC.

As informações geradas nos inventários do programa podem ser aplicadas aos relatórios e questionários de iniciativas como Carbon Disclosure Project, Índice Bovespa de Sustentabilidade Empresarial – ISE e Global Reporting Initiative – GRI. O programa permite a transferência gratuita da metodologia e do know-how para o cálculo de emissões. O Programa Brasileiro GHG Protocol recebe adesões durante todo o ano. Mais informações em: http://www.fgv.br/ces/ghg




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Comentários

Trabalho no ramo de mecanica a 21 anos esempre estudei os principios de fucionamento dos motores de combustiveis e gases criei a wesleymotors desde2002 com a finalidade de desenvolver primeiramente um motor hibrido eletrico e gasolina percorri varios caminhos mas sempre fui barrado na burocracia pois minha ideia sempre foi voltada para a area automotiva,no Brasil não existe incentivo ja esta tudo concentrado nas grandes montadoras que bloqueiam e detem todo direito sobre os produtos voltados para esta area,a 4 anos me despertou a curiosidade sobre geração de energia,e nasceu a ideia do motor a a ar comprimido,ja porque o mesmo não e nem uma novidade pois ja existe a algum tempo em algums paises como frança e a india”tata motors”e a motormid”que ja tem seus automoveis circulando a ar com toda a eficiencia comprovada,coloquei como desafio e meta dominar esta tecnologia,estudando o ar gases temperatura e pressaõ,cheguei ao resultado satisfatorio e surpriendente,tendo como base o principio do ponto de partida inicial um simples exemplo

.Voce ja ouviu o famoso estouro que se da no escapamento do automovel quando a um furo no mesmo e reduzimos uma marcha?pois e mais ou menos isto que acontece e o choque das duas temperaturas quente e fria,quente que sai do escape e a fria que entra pelo furo ou rachadura do escape causando a explosão com ruido,neste motor induzimos a acontecer este fenomeno dentro do motor usando meios eletronicos e mecanicos,neste motor o combustivel dele e exclusivamente o ar comprimido, que captado naturalmente sofre um pre aquecimento,atraves de um dispositivo eletrico eletronico entrando no motor atraves de valvulas pelo sistema de vacuo gerado dentro do proprio cilindro,e o mesmo comprime este ar dentro da camara de combustão chegando a temperatura de 420 graus + atingindo esta temperatura atraves de algumas modificações nos pistões e camara de combustão que provocam atrito e agito das moleculas de ar,neste momento e injetado o ar frio,ai acontece um processo termodinamico,as moleculas de ar quente estão comprimidas superaquecidas e recebem o ar frio com suas moleculas agrupadas em volume de tamanho menor mas com a mesma proporção de moleculas,causando um choque entre as duas temperaturas ou duas energias,o ar entra no processo de expanção, causando o deslocamento dos pistões e consequentemente colocando o motor em movimento e expelindo oxinenio puro e menos 16 graus pelo escapamento sendo que a temperatura do seu bloco não ultrapasa os 43 graus dispensando o sistema de arrefecimento,este motor tem suas vantagens.

Ecologicamente:1 não polui/2 absorve os gases da natureza e transforma em oxigenio puro,o que o torna a exelencia em energia limpa e renovavel,ainda dado direito aos creditos de carbono/3 o ar expelido pelo escapamento sai a menos 16 graus negativos sendo um fator culminante para o desafio mundias que e o aquecimento global o motor em trabalho naõ ultrapasa os 43 graus + não nesecita do sistema de arrefecimento/5 o oleo lubrificante não degarada e não contamina dando uma vida util muito longa se comparada com os combustiveis fosseis.

Como fonte de lucros:seu custo e muito baixo ate menos que as eolicas que poluem o visual natural sem falar das termoseletricas e hidroeletricas e solares que estão condicinadas as condições climaticas e causande grandes desastre naturais alem de seus custos faraonicos e catastroficos o motor manten-se com apenas o ar consegui um aproveitamento de 60%do ar gasto e acredito que com algumas melhoras podemos chegar ate 85% o restante pode ser utilizado a energia solar ou alguma fonte de energia ja que para dar a partida e nescessario a ajuda de um comprensor que utilisa um motor eletrico ou um cilindro de gnv ou de mergulhador onde e armasenado o ar comprimido que depois de um tempo te trabalho prescisa ser reabastecido,com um custo muito barato.

A longo prazo:investidores que quiserem construir usinas de geração de energia.

A curto medio prazo:investidores que querem produzir unidades geradoras,de pequeno porte,como solução para empresa,faculdades,hospitais,schoping,onde a climatização e o maior consumista de energia e tambem usinas de fundição com fornos eletricos.

Soluções:como em lugares onde não tem bacias hidrograficas,ex,nordeste,parte da africa,paises arabes,etc…

O banco mundial fala a revista”ipesi eletronica e informatica”de março de 2008,que com o acentuado aumento dos preços da energia e das resultantesemissões de gases poluentes do efeito estufa,assim como do crescimento do consumo de energia na China,India e Brasil mais do que duplicarão o seu consumo de energia e as emissões de gases que geram o efeito estufa em apenas uma geração, em 2030.

Sugere que aperfeiçoamentos em termos de custo poderiam reduzir o atual consumo de energia desses países em pleo menos 25% e que o emprego de tecnologias avançadas diminuiria em pelo menos 10% o crescimento dessa demanda em 2030, provocando um declínio de 16% nas estimativas de elevações das emissões de CO².

“Nesse estudo, examinamos detidamente a eficiência energética para descobrir porque é tão difícil oferecer os incentivos adequados para ampliar os investimentos nessa área”, afirma Bob Taylor – um dos autores e economistas de energia do Banco Mundial. “Encontramos um enorme potencial ainda não explorado – especialmente no Brasil, China e Índia – mas também muito boas soluções que poderão produzir resultados desde que contem com financiamento e investimento, além de um forte compromisso dos formuladores de políticas”.

Infelizmente,com esta ideia e que os governos e orgãos como ibama e outros resolveram liberar a com muitas facilidades a construção de usinas hdreletricas,so na minha região”alto vale”ja são 22 pchs causando uma catastrofe e desequilibrio ecologico sem contas,sendo que existem alternativas e soluções pratica baratas e autosustentaveis,o que falta e nos acreditarmos e colocar em pratica.hoje nossa dificuldade e encontrar recursos que viabilisão e dão credito a alternativas de geração de energia limpa e renovavel e autosustentaveis,não vou desistir ate provar para o planeta que temos soluções viaveis e verdadeiramente ecologica.postei 2 videos no youtube”motor a ar comprimido”weleycar10. . abraçs josoe bonetti.

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