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Moradores de bairro japonês reaproveitam quase 100% do lixo

O que faz os japoneses serem tão cuidadosos é a educação: eles começaram a separar o lixo há 500 anos.

O trem parece saído de um filme de ficção. Sem maquinista, totalmente automático, passa pelo meio dos prédios a 20 metros de altura. O destino é o bairro mais moderno de Tóquio. Fica em uma ilha artificial, aterrada e construída – em grande parte – com lixo.

Ali, os japoneses ergueram hotéis, shopping centers, sedes de grandes empresas. Tem até roda gigante e uma réplica da Estátua da Liberdade. Não e só a aparência, Odaiba é como os japoneses esperam, que seja o futuro: eficiente e limpo. O bairro é um exemplo de convivência com o lixo: praticamente 100% são reaproveitados.

O brasileiro Akira morou aqui por dois anos. Agora está de mudança e, como acontece nessas situações, está produzindo muito lixo. Ele nos leva até a lixeira do prédio para mostrar que, para viver em uma sociedade limpa, é preciso obedecer a muitas regras. Para reciclar, Akira só tinha plásticos, por isso foi tudo em uma lixeira só. Mas geralmente, dá mais trabalho: é preciso separar o lixo em mais de 10 categorias.

“No começa não é natural separar tanto lixo. No Brasil estamos acostumados a uma lixeira só. Depois, isso começa a ficar natural”, diz o brasileiro.

Parte do lixo que não pode ser reciclada: restos de comida, papéis sujos. Isso é levado em um saco para outra sala.

O lixo segue automaticamente para uma usina. Tubos trazem o lixo para a usina. São cinco tubos, vindos das cinco regiões do bairro. São como gigantescos aspiradores de pó, sugando o lixo diretamente para a usina.

Lá dentro, toneladas de lixo são despejadas a cada minuto. Uma gigantesca garra mecânica, controlada por um comando parecido com o de videogame, recolhe tudo e joga na fornalha. O calor gera eletricidade. Tudo funciona automaticamente. Os engenheiros ficam só de olho para o caso de alguma pane. Nenhum grão de sujeira é desperdiçado.

As cinzas que sobram dessa queima são reaproveitadas, por exemplo, para pavimentar as ruas.

O engenheiro explica que, provavelmente, o ar expelido pela usina é mais limpo do que o que se respira em Tóquio. A energia produzida a partir do lixo abastece até 10 mil residências. E um dos clientes é um ginásio de esportes que, para combinar com o estilo do bairro, se parece com uma nave espacial.

As piscinas do centro esportivo são usadas pelos moradores do bairro, que pagam uma taxa baixa – R$ 6 – para nadar por duas horas aqui. A água é mantida sempre a 30º. Graças à energia vinda da usina de lixo, ninguém precisa passar frio.

Os moradores aproveitam os benefícios de viver em um bairro que é um dos mais limpos do mundo. O resto do Japão não chega a ser assim, mas também não é muito diferente.

As regras de separação de lixo variam de bairro para bairro. Alguns multam os que não obedecem. Mas o que faz os japoneses tão cuidadosos é a educação: eles começaram a separar o lixo há 500 anos, é uma tradição aprendida na escola e com a família.

No Japão, não há lixeiras nas calçadas. Se a gente quiser se livrar de uma garrafa de refrigerante, por exemplo, precisa ir até uma loja de conveniência, onde há um ponto de coleta para reciclagem. O lixo é dividido em quatro categorias. Aí tem que fazer assim: primeiro joga o resto do refrigerante no ralo. A garrafa tem que estar vazia. Depois, arranca o rótulo, que vai para a lata dos plásticos. Finalmente, pode jogar a garrafa fora, no lugar apropriado.

Dá trabalho? Claro que dá. O prêmio é viver em cidades que raramente alagam em dias de chuva e com ruas que parecem sempre ter acabado de passar por uma boa faxina.

Por: ROBERTO KOVALICK – Tóquio

Fonte: g1.com.br/bomdiabrasil

Para assistir o vídeo da reportagem clique aqui

Soluçoes existem, mudar é possível.  É necessário juntar as forças da sociedade e do governo.

Faça a sua parte: reduza o consumo, separe o lixo e exerça sua cidadania cobrando soluções do governo: mandando e-mails, telefonando reclamando para os responsáveis pela administração da sua cidade.




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Comentários

Fiquei maravilhada com a maneira como o lixo é totalmente reaproveitado..no Brasil a produção de lixo é absurda e poucos se preocupam com o destino dele.Estou desenvolvendo um projeto ambiental em BH,MG para diminuir o impacto dos resíduos sólidos,mas infelizmente as pessoas pensam que dá muito trabalho e que não vale a pena..não temos governantes que se preocupem..não temos nem coleta seletiva com o apoio da prefeitura.E ontem assisti no jornal que o Brasil compra lixo de países desenvolvidos para alimentar a indústria,e paga bem por eles,enquanto o nosso país está virando um grande lixão a céu aberto,e nossos catadores não trabalham com dignidade alguma.É uma vergonha viver em um país desse,que tem dinheiro para investir em projetos ambientais,mas não tem governo que faça a sua parte.Só tem corruptos e sem vergonha..estou muito decepcionada com o Brasil,deveríamos seguir o exemplo como esse da reportagem.Mandem pra mim tudo relacionado a reciclagem,para aprimorar meu projeto.Conto com o apoio,obrigada e parabéns pela notícia.

Eu adorei essa reportagem e até acho que essa seria uma solução para vários problemas no nosso Brasil. Talvez se os nossos governantes se importassem mais com o nosso pais ao invés de ficar roubando aqui e ali, eles poderiam implantar algo assim, só dessa forma o lixo poderia ser reaproveitado em vez de ser colocado em lugares que logo depois será aterrado e construído moradias ou até mesmo jogados nos rios e mares. Outra coisa também seria a implantação desse sistema em vez de ficar gastando com novas hidrelétricas que mudam o curso das águas e que agride ainda mais o nosso planeta e ainda, quando essas mudanças são responsáveis por tragédias. Com certeza o tempo que o governo gastaria para fazer esse empreendimento, ele poderia trabalhar a reeducação da população. De forma que elas soubessem quais são os seus direitos e deveres como cidadãos. Assim teríamos um país mais limpo, e assim todos ganhariam, eu, você e o mundo.

Adorei este artigo, pois tem tudo haver com o que eu penso e sonho para um futuro´(espero bem próximo). Eu já pratico esta idéia na minha casa em BH – MG e no meu trabalho. Há alguns anos desenvolvo um Projeto de brinquedos reaproveitáveis na minha escola com os alunos. Reaproveitamos materiais descartados em supermercados (papelão, plástico, cartazes de propagandas e etc..) Os alunos vibram com os brinquedos na hora do recreio. Procuro conscientiza-los sobre a importância de praticarmos os3Rs. Ainda falta compromisso e vontade por parte de todas as camadas da sociedade brasileira. Mas acho que cada um fazendo sua parte um dia chegaremos lá.

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