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BR-163 volta ser asfaltada após 30 anos

Depois de trinta e três anos, o Exército volta à rodovia BR-163, que liga Cuiabá, em Mato Grosso, a Santarém, no Pará. A missão deles é terminar o asfaltamento da rodovia, que está em péssimas condições.

Para dar conta da tarefa, os militares foram buscar ajuda de quem participou da primeira etapa da construção da estrada, na década de 1970. “Eu esperava que esse asfalto tivesse saído na época em que nós fizemos a BR, porque deixamos tudo no jeito quase só para asfaltar”, afirma Fernando Pedroso da Silva, coordenador de pessoal de campo.

Mas o asfalto só chegou a pouco de mais de 700 dos quase 1.800 quilômetros da rodovia. “Essa obra significa muita coisa para o Exército. Retornar a ela é um momento histórico que a gente está vivenciando”, conta o Coronel Miranda.

Três décadas depois, o manual de construção para a Amazônia é outro. As árvores devem ser preservadas. A área aberta para o trânsito dos caminhões terá de ser reflorestada.

Outra preocupação de hoje, em que a preservação do meio ambiente é prioridade, é garantir condições para que os animais possam atravessar a estrada sem correr risco de morte. Para isso vão ser construídos corredores por baixo da rodovia.

O maior desafio, contudo, não é proteger a travessia de animais. O mais difícil será conter a voracidade do homem. O apetite dos desmatadores foi sentido assim que o Ministério do Meio Ambiente deu o sinal verde para o asfalto.

“Desde a licença prévia da BR-163, em 2005, até hoje, triplicou o desmatamento da região, e isso antes do asfalto”, relata o Ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc. Ele admite que faltou fiscalização, e sabe que o asfalto vai atrair mais gente.

A previsão é de que a população na área de influência da BR 163, cresça dos atuais 2,1 milhões para 2,9 milhões de pessoas até 2015. “A única possibilidade de defender o bioma amazônico é instalar a legalidade ambiental com planejamento”, afirma Minc.

Há dois anos, a lei determina que quase metade da região não pode ser modificada. São unidades de conservação, terras indígenas e áreas do Ministério da Defesa. Terras hoje ocupadas pela agricultura e pecuária devem ser regularizadas, sem expansão.

Colaboração de empresários

“Não faz nenhum sentido para pecuária derrubar um hectare a mais. E para a área de produção de grãos, nós não precisamos avançar o bioma amazônico, ao contrário, ele nem é adequado”, defende o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes.

O equilíbrio da Amazônia depende também da colaboração dos empresários, que devem dizer “não” para quem produz carne e madeira ilegal. Pessoas que saibam valorizar esforços como o das mulheres da Floresta Nacional do Tapajós, no Pará. Há dez anos, elas transformam o látex extraído das seringueiras em bolsas.
“A gente vende para os turistas, para a fábrica, para São Paulo. Já foi também para o Rio, Inglaterra, França…”, comemora Elgesi Alves Dias, costureira da comunidade da Floresta de Tapajós. Na fauna tapajós estão oito mil pessoasl.

Enquanto isso, na Floresta Nacional do Jamanxim, criada pelo governo há três anos, só há dois funcionários para tomar conta de uma área de 1,3 milhões de hectares, o equivalente a metade do estado de Alagoas.

A falta de apoio também compromete dezenas de assentamentos.

No trecho de 113 km em que a Transamazônica coincide com a BR-163, a natureza foi devastada. Pequenas comunidades estão em processo de extinção por falta de assistência.

Uma fábrica de farinha, por exemplo, foi doada à comunidade São Francisco pelo governo do Pará em 1994, mas os colonos só tiveram dinheiro para fazê-la funcionar em novembro de 2008, 14 anos depois.

Na longa espera pelo asfalto, o próprio representante do Ibama no município de Sinop, em Mato Grosso, alerta: o estado tem que estar presente. “Que a sustentabilidade seja uma opção concreta e real para as pessoas, não seja só a degradação da floresta através da pecuária e da soja. E isso, sem a presença do estado, sem a fiscalização, é impossível.”

Fonte: www.globoamazônica.com.br




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Comentários

…espero que desta vez a BR-163, indispensável para o desenvolvimento da região, seja realmente asfaltada. Se junto com o asfaltamento chegar mais pessoas para provocar mais desmatamento, em contrapartida o IBAMA poderá se posicionar estrategicamente na região, para fazer uma fiscalização mais efetiva, pois terá apenas que fiscalizar a rodovia, por onde passará obrigatoriamwente todo produto dos desmatamentos.
Sim quero e agradeço ser notificado das atualizações do Blog, como aproveito a oportunidade para pedir-lhes as informações a seguir, ou indicar-me onde consegui-las. Preciso saber qual a real situação de traficabilidade da estrada e de locais onde poderemos pernoitar e comer, quando da viagem que programamos (eu e três amigos), para a segunda quinzena de outubro, ocasião que faremos o roteiro: Brasília/Cuiabá/Santarém/Belém (este trecho via fluvial)/ Brasília. Pela dificuldade de informações, o trecho da BR-163 está sendo o mais dificil para programarmos.
Desde já agradeço pela atenção que derem a este meu pedido.
Obrigado,
Roberto Rossi

O desenvolvimento sustentavel depende do respeito pelas pessoas,natureza,animais,esperamos que esse projeto não priorize apenas as expectativas e necessidades do homem.

Muinto bom o asfaltamento da BR-163, mas o governo deve fiscalizar de fato o desmatamento, por que uma fez realizado nunca mais volta ao normal, não podemos devastar o bioma amazona, é um crime contra a humanidade, espero que o governo cumpra a sua parte, se me der conidção vou ser um fiscal do IBAMA de graça.

Asfalto na BR 163 é uma estratégia de desenvolvimento completamente equivocada. Chove praticamente o ano inteiro na região e trafegam quase que somente caminhões. O custo de manutenção será elevadíssimo e, sendo realista, o que veremos é uma rodovia intransitável em poucos anos. Além disso, não é realista achar que o IBAMA vai estar tão presente em uma região tão extensa e erma. Rodovias criam o efeito “espinha de peixe”, com pequenas estradas sendo criadas a partir da rodovia, aumentando o impacto ambiental. O ideal seria transformar a rodovia em uma ferrovia, que reduz os cusos de manutenção, os custos de transportes para os produtores que precisam escoar sua produção e reduz drásticamente o impacto ambiental.

Creio que a exemplo doque aconteceu na década de 60 quando foi construída e asfaltada a Rod. Belém – Brasília, trazendo desenvolvimento para Belém a para algumas cidades às margens da rodovia, com a BR 163 sendo asfaltada, não será diferente, depois hoje há uma maior preocupação com a fauna e a flora, a região irá crescer, desenvolver, dinamismo na produção, é isso que o Brasil precisa. Vamos parar de pensar que a Amazônia tem que ser só preservada, ele precisa sim ser preservada, mas o recursos naturais precisam ser explorados de forma racional, como em qualquer região do planeta. Os amazonidas querem e exigem respeito e melhor qualidade de vida e se sustentar e não ser sustentados pelo outros.
Abs
Manoel

vivemos a mais de 27 anos as margens da br 163 e queremos sim a contruçao do asfalto nesta br ; pois somente quem vive aqui e que sabe dizer a verdade e situaçao ; temos sim terras ferteis e sabemos sim que temos que preservar mas tambem precisamos dizer para o mundo que parem de criticar a amazonia porq aqui tambem vive filhos de Deus que precisa viver com dignidade e respeito pois criticar a amazonia e facil ; venha e veja de perto a situaçao ..

Eu ja morei nesta regiao, na ocasiao eu trabalhava como bancario, em Itaituba e Novo Progresso-Pa., e faz mais de sete anos que nao transito por aquela regiao do Brasil e da Amazonia. Pelo que sei, vai reduzir o custo de fretes dos agricultores de soja de Sorriso e Sinop, e ainda a bovinocultura que sera embarcado no porto de Santarem-Pa.,. A questao do meio ambiente eh responsabilidade do orgao gestor IBAMA, tem a obrigacao de mandar pessoal qualificado para fiscalizar as irregularidades e faze-la cumprir. Trata-se de uma BR imprescindivel para o desenvolvimento da regiao, com atrativo turistico para Amazonia.

Moro em Sinop, agora acredito que realmente a br 163 vai sair, após várias reuniões em nossa região com ministros e representantes do dnit. Pode acreditar que o Brasil irá ganhar muito com essa obra. Aqui o povo produz e pode ter certeza que não vai haver desmates, pois houve um grande trabalho de conscientização da população através de órgãos do governo federal/estadual. Aproveito para parabenizar o ministro Mangabeira e o Presidente do Dnit Pagot que tem visto a nossa região com bons olhos.
E vamos em frente que o mundo precisa comer…
Um grande abraço!

MORO EM CASTELO DE SONHOS NO PARÁ,SOU ESTUDANTE E ACREDITO QUE ESSE ASFALTO IRA AJUDAR A MELHORAR NOSSAS CONDIÇÕES DE VIDA QUE SÃO HORRÍVEIS NOS FALTA TUDO, A ÚNICA COISA QUE TEMOS É CORAGEM PARA TRABALHAR MAS QUE NOS É TIRADO POIS A ÚNICA FONTE DE RENDA DIGNA É A MADEIRA.SE JUNTO COM O ASFALTO NÃO VIR AJUDA DO ESTADO PARA O DESENVOLVIMENTO DAS FAMILIAS NÃO VAI ADIANTAR MUITO PARA NÓS.PRECISAMOS DE MÉDICOS ,PROFESSORES E MUITAS OUTRAS COISAS ALÉM DO ASFALTO.(ESTA DE BRINCADEIRA QUEM ACHA QUE DA PRA SUSTENTAR UMA FAMILIA COM DIGNIDADE PRA CA COM SIRINGA,CASTANHA E ETC)É QUE NÃO CONHECE MESMO.

Vocês acham realmente que o Exército Brasileiro iria desmatar a vegetação?
O meio ambiente brasileiro que nós militares tanto lutamos para proteger?!
Porém, se vocês falam a respeito das empresas privadas que trabalham na rodovia, aprovo totalmente uma forte fiscalização.
Abraços

muito bom até de +++++
obrigado pela colaboração

Pode ter certeza, com a realização do asfaltamento da br 163 e a titulação de terras, aliados a postos de fiscalização ao longo da rodovia, o desmatamento poderá ser reduzido ao mínimo.

Estou muito feliz com a atitude de asfaltar essa Br, pois tenho parentes em Itaituba e lá morei 15 anos, adoro esta terra, mas a 163 é sem dúvida um pesadelo. Moro no Paraná atualmente e gostaria que alguém q. mora às margens dessa rodovia me informasse até onde está asfaltado, pois pretendo ir para lá no final do ano.

Estou feliz com a notícia que irão o asfaltar a BR 163. Moro no Rio de janeiro e vou constantemente visitar minha familia em Santarém, mas minha esposa tem medo de andar de avião e deixa de ir curtir a beleza de região, aliás, muitas pessoas deixa de viajar de avião se tem transporte terrestre. O asfalto irá melhor muito a vida dos moradores da região, em diversos aspectos. Além do que facilitará aos órgões de fiscalização quanto ao desmatamento irregular, chegarão rápido aos locais e poderão instalar postos de vigilância. Será muito bom para o Brasil, haverá redução dos custo no escoamento de produtos da região para outras regiões do país e para o exterior.

eu mudei para Guaranta do Norte Mt em 05.01.1985 estou muito contente com esse asfaltamentoo que não concordo é com essa demora obrigado .

Concordo com quase todos os comentarios que li pois ali é uma região igual a uma outra qualquer do Brasil e do mundo é muito rica em sua fauna , flora e em sua grande biodiversidade mas as pessoas que la moram merecem sim respeito e o minimo de conforto este asfaltamento é necessario e bom o resto o governo com seus orgaos competente que fiscalize e faça o que tem que ser feito fazer cumprir a lei pois o Para também é Brasil obs. não moro na região mas conheço-a bem desde 1986, um abraço ao povo destas regio~es

Felizmente estamos vendo uma luz no fim do túnel com esse asfaltamento. Milhares de pessoas perderam a vida nessa região porque não cosseguiram chegar à tempo onde tinha recurso.Eu perdi um imão que sofreu um acidete e gastou mais de duas horas para percorrer 40 km, perdeu todo o sangue e no Hopital tabem não tinha sangue, então o vi desfalecer.Ja são 24 anos de atoleiro,poeira,buracos e sofrimetos de todos os tipos por falta de estradas.So quem vive aqui sabe o preço que se paga pra estar aqui.Ainda tem gente que prefere defender o macaco,a surucucu,ojacaré e ser contra o asfaltamento de uma estrada como a Teansamazonica e Br 163 que o governo construiu,despejou milhare de pessoas aqui,abandonando-as à propria sorte.Mas antes tarde do que nunca.Tomara que a Dilma toque em frente este projeto. Boa sorte todos,obrigado.

Saudaçoes a todos.
Senhores e Senhoras. A população do norte de nosso país tem total direito à expansão de seus recursos e de seus bens bem como uma melhoria de vida em todos os sentidos, principalmente com o direito de ir e vir com liberdade e segurança. é possível sim fazer progressos sem prejudicar o meio ambiente, o eco sistema como um todo. Temos todos os recursos para isso, basta usá-los com parcimónia.
Por outro lado só acredito numa efetiva preservação da amazônia o dia que ver um edificio monumental de São Paulo sendo destruído para ser plantado uma árvore, bem como a Torre Eiffel sendo desmanchada para que uma nova arvore gonhe vida em seu local. Afinal, a vida não é o bem mais preciosa que julgamos? Ou será os interesses econômicos que mais tem sido levado em consideração?
Não podemos sobrecarregar a região norte a pagar um pecado que toda humanidade cometeu!
Não faltará água somente para esta tal região, é o mundo inteiro que está ameaçado.
O que fazer? Todos temos as respostas! Basta colocá-las em prática.

muito interessante aos empresarios do ramo de exploração de recursos naturais, mas não podemos nos esquecer que o nivel do consumismo é sempre maior do que o processo de recuperação dos recursos naturais, conheço bem a região e sinto que se não tivermos uma fiscalização seria e honesta podemos acelerar e muito o desmatamento dessa região.
esta estrada pode sim acelerar o progresso na região, mas a que custo isso pode acontecer?pensem nisso.

Tenho certeza que com a BR – 163 asfaltada, o proprio governo terá plenos meio de fiscalizar melhor a nossa floresta amazõnica, porque o que vemos hoje aqui na amazonia é ela sendo explorada e ocupada, de qualquer jeito porque não tem como o orgão fiscalizador chegar aos locais onde acontece tais coisas, ou seja não temos estradas pavimentadas asfaltadas que possam da acesso, ao longo da nossa selva amazõnica.

Participei, como militar, da construção da br-163, onde tive a felicidade de conhecer a Região Amazônica.
Achei ótimo a idéia da ocupação dessa Região, que ligou, através dessa rodovia, Cuiabá a Santarém. Trabalhei, como militar, desde Lucas do Rio Verde até Cachimbo, onde me desliguei do Exército Brasileiro. Hoje, ao constatar pela Internet, sinto que a br-163 merece o apoio de todos, pois deverá desenvolver (a exemplo de Lucas do Rio Verde) aquela Região, outrora tão abandonada. Sinto-me feliz!

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