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Pensando no impensável – crise econômica mundial

Em julho de 2008 recebi um artigo sobre a crise econômica mundial. Passado quase um ano percebi, que o autor, Gelio Fregapani havia acertado todas as suas previsões e por isso estou publicando esta matéria. Gélio é autor de vários livros sobre a Amazônia, espionagem todos sempre relacionadados a geopolítica. O artipo pode paracer apocalíptico mas acredito ser meu dever avisar pois” quem avisa amigo é”. Ele fala sobre o petróleo brasileiro e a Amazônia por isso o meu interesse em colocar em nossa Revista que fala e Meio Ambiente mas também de consumo. Tire suas próprias conclusões pois o futuro ainda não está formado mas tem gente que vê um pouco além. Cruze os dados e procure a verdade.

Pensando no impensável, por Gélio Fregapani

Alguns cenários futuros são impensáveis, quer por serem demasiado remotos, quer por serem tão apocalípticos que nos recusamos sequer a considerar a possaibilidade. O cenário que examinaremos talvez reúna ambos os bloqueios. Isto não significa que seja impossível de acontecer.

Embora poucos se arrisquem a afirmar, analistas de economia expressam opiniões nas quais se vislumbra que a desvalorização do dólar é questão de tempo, e que a troca de moeda é a opção mais provável.

Os cientistas sociais que se arriscam a pensar no futuro incerto, justificam suas opiniões com base em uma “bola de cristal moderna”, que chamam de Futurologia Científica, ciência ou arte cujas premissas norteiam a construção de um ou diversos cenários prováveis. Vejamos suas duas mais importantes premissas:

PRIMEIRA PREMISSA: Uma tendência, na ausência de um fato novo tende a se perpetuar até que os efeitos forcem a uma mudança da situação
A queda de valor do dólar tem sido contínua e deve continuar pelos mais diversos fatores. Receia-se que possa chegar ao colapso. Na verdade ninguém quer o colapso do dólar, nem a Europa, nem a China, nem a Rússia, nem o Japão, nem o Brasil, que tem suas reservas em dólares, e por isso compram títulos do tesouro americano para assegurar algum valor da moeda (coisa genial!), mas será difícil segurar, porque o déficit comercial americano, que já está insustentável,  só tende a aumentar.

SEGUNDA PREMISSA: Causas semelhantes causam efeitos semelhantes
Em 1929, quando estorou a “bolha” financeira e quebrou a bolsa de Nova Iorque,  o caos financeiro se espalhou pelo mundo, com as mais diversas conseqüências, inclusive uma guerra mundial.
Nas atuais condições, é só uma questão de tempo para que ocorra um derrame de dólares na praça e o dólar desabar. O preço das mercadorias importadas (quase tudo) vai para o espaço nos States.  Ao FED restarão poucas saídas: inflação ao modelo alemão, antes de Hitler, para pagar as dívidas com papel, ou (na verdade e/ou) mudar a moeda, assunto de que já se ouve falar.
Certamente que viveremos momentos interessantes. O nosso País vai sofrer. Tem melhores condições que a maioria, mas até para sobreviver será preciso bastante competência.

PREAMBULO – HISTÓRICO DA CRISE
Nos Estados Unidos, desde a independência, diversos bancos foram autorizados a imprimir dólares, mas com o lastro correspondente em ouro. Com a confiança que inspirou, o dólar foi escolhido após a II Guerra como moeda de referência, garantindo-se seu valor em ouro. Entretanto, em algum momento, deve ter sido impresso dinheiro  sem lastro, quem sabe ao financiar o reerguimento da Europa (plano Marshal), pois quando o presidente francês Charles de Gaule quis trocar dólares pelo ouro correspondente, os norte-americanos decidiram que a correspondência não existiria mais.
O dólar continuou substituindo o ouro como a moeda de referência combinada no tratado de Bretton Woods por um só motivo: funcionava. Nas trocas internacionais, mesmo em moedas nacionais, o dólar era o valor de referência e cada vez mais usado como moeda de troca. Era aceito em qualquer situação, mesmo durante a Guerra Fria pelos próprios inimigos.

Entretanto os financistas dos EUA abusaram da sorte; como podiam imprimir sem lastro quanto quisessem, os bancos compraram, apenas com papel pintado, tudo que estava a venda e que lhes interessasse. O resultado foi uma enorme quantidade de dólares em outros países. Aos poucos foi crescendo a consciência de que o dólar não representava mais uma coisa real, mas apenas um artifício contábil.

A primeira reação veio da União Européia com a criação do “Euro”. Isto não assustou imediatamente aos Estados Unidos, pois a Europa sempre comerciara entre si em suas moedas nacionais, mas o dólar era a referência, e quando queriam comprar petróleo das Arábias ou mesmo soja do Brasil necessitavam da sólida moeda norte-americana. Susto  o governo norte-americano levou quando um chefete do Oriente Médio – Sadam Hussein quis vender seu petróleo em Euros. A reação foi dominada com sangue, mas a ameaça fez que tomasse consciência do que poderia ter acontecido. A preocupação aumentou quando o Irã anunciou a intenção de criar uma “bolsa de petróleo” em Euros, e a Venezuela de só negociar seu óleo na bolsa  iraniana.

A União Européia, vislumbrando a desvaloração do dólar decidiu  se livrar dessa moeda; passou a comprar tudo em dólares, mas a só vender em Euros. O fim já parecia uma questão de tempo.
O fato “portador do futuro” que veio complicar a já periclitante situação da economia norte-americana foi o quase desenfreado aumento do preço do petróleo.  Aumento de preço que não foi político nem conjuntural, mas se deveu à impossibilidade de produzir o petróleo necessário, devido ao aumento do consumo e do aceleramento da exaustão dos campos.

Agora é aguardar os acontecimentos. Nenhum país sairá ileso. As conseqüências certamente serão tão desagradáveis que o acontecimento pode parecer impensável, mas quem pensar sobre o assunto e tomar as providências possíveis estará em vantagem em relação aos que forem surpreendidos pelos acontecimentos.

O CENÁRIO HIPOTÉTICO NO FUTURO: Colapso do sistema monetário internacional, construído sobre o dólar papel,

Época: Entre 2008 e 2010

2008 -Julho  – O sistema financeiro faz água por todos os lados
Em boletim divulgado, o Laboratório Europeu de Antecipação Política/Europa 2020 (LEAP/E2020), reiterou a sua avaliação anterior de que é iminente uma crise, com a convergência de várias tendências desagregadoras. Já há algum tempo a União Européia procurava livrar-se dos dólares

2008 – Setembro  – A crise torna-se evidente
Noticiado na CNM – Como antecipado nos últimos meses, os EUA estão realmente mergulhando na “muito grande depressão de 2007”, com um ponto de inflexão da crise sistêmica global ocorrendo até dezembro… Nos próximos meses, o contágio poderá se espalhar do mercado imobiliário para todo o setor financeiro e para o consumo doméstico dos EUA, trazendo severas conseqüências para os resultados de vários setores econômicos e dos mercados estadunidenses. Essas tendências poderão acelerar o desdobramento de uma verdadeira guerra comercial de caráter global por petróleo, alimentos e matéria prima.

2009 – Fevereiro  – A crise se agrava
A imensa foi quantidade de dólares existente no mundo causa a impossibilidade da crise se circunscrever aos EUA. – O estouro da bolha do mercado imobiliário dos EUA foi a espoleta que detonou a viciada estrutura especulativa do sistema financeiro internacional. De um mercado ao outro e de um país ao outro, o efeito de contágio espalhou-se rapidamente, em um processo que não pode ser detido e deixou às claras que a crise financeira poderia se estender globalmente.

O endurecimento das medidas protecionistas contra as importações asiáticas deflagra uma confrontação comercial entre as duas margens do Pacífico.

2009 – Maio – Os EUA trocam a moeda
Outra queda livre do dólar e moedas relacionadas. Um estouro da bolha imobiliária desorganiza a economia norte-americana. Os jogadores financeiros operando no mercado dos EUA são arrastados à espiral infernal. As grandes empresas procuram se retirar do mercado dos EUA. O contágio se espalha em várias direções: Há um descontrole generalizado do mercado. “Há necessidade de medidas urgentes, afirma o FED. Caso contrário, “enfrentaremos um problema realmente perigoso”.

A “medida urgente” consistiu em trocar a moeda, desta vez com lastro-ouro. Escolheu-se o nome “Amero”. Visando uma similaridade com o euro, foram convidados os países das Américas a aderir a moeda única, algo aceito com alguma relutância pelo Canadá, México, Argentina mais alguns pequenos países, mas recusado pelo Brasil e pela Venezuela.

Havia um grande quantidade de ouro em Fort Knox, mas não suficiente para todo o papel. Para se desfazer dos dólares no exterior foi decretado que só poderiam ser trocados nos territórios dos paises que aderissem à nova moeda, em prazo muito curto e em quantidade limitada. O restante, principalmente o estocado na China e na Índia, irremediavelmente perde o valor.

As exportações de todos os países para os Estados Unidos ficaram drasticamente reduzidas, o que provocou a reativação da indústria americana, naturalmente a um preço mais elevado dos produtos, mas que atendeu a demanda interna. Para a demanda mundial, ninguém pode competir com a China.

O principal problema norte-americano passou a ser o suprimento de petróleo. Apesar do esforço de todo o povo na busca de combustíveis alternativos, isto ainda não era suficiente. Pairou no ar sensação de o suprimento seria garantido por meios militares e no Brasil se temeu pelas plataformas marítimas, altamente vulneráveis. Talvez tenham sido salvas pela crescente produção de biocombustíveis, capaz de suprir o déficit de petróleo em poucos anos, e que não poderiam ser tomadas a manu militari sem uma infindável guerra de desgaste. Além disto, em sua preparação para a troca de moeda, vários bancos norte-americanos haviam comprado todas as usinas que fora possível, pagando qualquer preço em moeda que breve perderia o valor.

As outras potências econômicas do mundo iniciam a adotar o Euro como defesa contra a depreciação acelerada do dólar, mas o encarecimento dos fretes e de quase todos os produtos tende a causar a substituição de uma moeda de referência por um padrão fisicamente palpável e mais útil do que o ouro: naturalmente “barris equivalentes”de petróleo.

A guerra comercial EUA x  China já havia sido desencadeada há um ano, mas reação chinesa já era esperada e foi violenta. Ninguém ousaria atacar os Estados Unidos mas a China aproveitou para reconquistar Taiwan. As pseudo nações da África sub-sahariana que ainda tinham petróleo em seu subsolo foram ocupadas “a título de salvar da fome” e divididas pelas principais potências. Os “tigres” asiáticos entram em colapso total, iniciando um caos militar onde não raro acontecem verdadeiros genocídios.

O BRASIL E O FUTURO
Com todas as luzes vermelhas piscando, diante de um cenário de convergência de crises, nosso País se destaca como um dos mais bem dotados para sobrenadar, no que tende a se tornar um embate feroz pela sobrevivência. O colapso energético-financeiro afetou em primeiro lugar e de forma mais contundente ao primeiro mundo, mas ninguém saiu incólume. O setor exportador terá, de imediato, prejuízos brutais, que se refletirão imediatamente nos setores primários da produção.

Graças a estatura de país-continente e aos investimentos estratégicos das eras Vargas, Kubitshek e nos primeiros 20 anos do governo Militar, o Brasil havia chegado muito perto da auto-suficiência, e agora não haverá outra saída senão descolar-se completamente da área do dólar e se tornar completamente autárquico, mantendo a economia doméstica em funcionamento através de investimentos na indústria, na agricultura e nos biocombustíveis financiados em moeda própria. É escolher entre afundar com o primeiro mundo ou permanecer a tona do melhor modo que for possível.   O Brasil vai encontrar dificuldades, mas não vai parar.

Por pior que seja a crise, todos sabem que o Brasil tem melhores condições não só de sobreviver com até de tirar partido da mesma. O verdadeiro perigo é militar. O Presidente Bush (pai) já havia declarado que “na antiguidade, quando povos vigorosos necessitassem de água, buscavam aonde houvesse, não importando quem eram seus possuidores”. Assim ainda é, com o petróleo ou com os gêneros alimentícios. O Presidente Bush (filho) já demonstrou na prática. Considerando que justiça só existe para quem tem condições de sustentá-la, se quisermos, como nação, usufruir das riquezas que Deus nos proporcionou, é hora de nos prepararmos, inclusive militarmente, a fim de dissuadir as prováveis aventuras militares de nações desesperadas do primeiro mundo.

Claro que é impossível prever com certeza o futuro, mas quem perceber as sombras do crepúsculo que se aproxima e vislumbrar os raios da aurora de uma nova era saberá aproveitar as vantagens da luz ou da escuridão. Em ambas haverá vantagens e desvantagens. A questão é se antecipar. Em todas as crises existe uma mistura de perigos e de oportunidades. Nosso País é suficientemente grande para se manter a tona, se necessário, de um modo próximo da autonomia com moeda própria lastreada pela nossa produção industrial e agrícola, suportada pelas nossas próprias fontes de energia fosseis, hídricas e da biomassa, e ainda poder negociar os excedentes agrícolas e energéticos, desde que tenha capacidade de os defender.

Existem momentos cruciais na vida das nações, como na dos indivíduos, que servem para testar a capacidade de transformar situações de risco em saídas para a solução de  velhos e novos problemas.

Ao longo da história, sempre se procurou antever o futuro , ou ao menos as possibilidades de determinado acontecimento, as vezes com sucesso, outras nem tanto. Assim, os antigos judeus tinham as profecias; os gregos o oráculo. Adivinhos de toda a sorte fizeram previsões, algumas tão vagas que se pode enquadrar nelas qualquer coisa que aconteça. Com algum fundamento científico Haushofer e sua geopolítica apresentaram o provável desdobramento da política conduzida pela geografia.

Entretanto alguns dos acontecimentos são previsíveis. Outros prováveis ou apenas possíveis. Em qualquer caso serão portadores de ameaças e ou oportunidades.  A missão da Inteligência é prever as ameaças e as oportunidades. Esta ameaça está prevista. As oportunidades vislumbradas. É bem provável que ao final desta década deste novo século já estejamos sendo postos a prova.

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Comentários

Se é verdade que “tudo que um povo passa na vida é conseqüência da soma das atitudes de cada pessoa individualmente”, aumentando as proporções desta verdade teremos como resultado deste efeito “dominô” que as previsões feitas neste artigo estão cobertas de razão e em consonância com esta verdade. Por isso é preciso que o Ser Humano aprenda com a história de seu povo e encare as dificuldades da vida de forma mais ética e sábia, sempre em prol da vida e do bem estar de todos neste planeta que é a moradia das espécimes e das espécies e também daqueles que estão por vir.

A CRISE DE 2009, OS IMPACTO NO PRIMEIRO MUNDO

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