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Moto Honda investe US$ 5 milhões por ano em ações socioambientais

Iniciativas como o Projeto Green Factory, a Estação de Tratamento de Efluentes e apoio a projetos comunitários são exemplos da atuação da empresa

A preservação da natureza e o respeito ao ser humano são prioridades da Honda desde o início de suas atividades no Japão, em 1948. No Brasil, este compromisso também permeia todas as etapas de produção da Moto Honda da Amazônia. A empresa realiza ações que contribuem com a conscientização da sociedade e implanta políticas de gestão e proteção ambiental, com metas voltadas ao uso racional dos recursos naturais.

A partir de 2000, os cuidados com o meio ambiente ultrapassaram os limites da fábrica, com a implantação do Projeto Green Factory (Fábrica Ecológica). A exemplo de outras Unidades Honda no mundo, o programa abrange a redução da geração de resíduos no processo produtivo, retornando-os ao meio ambiente tratados e limpos; a melhoria da eficiência dos energéticos, de forma a não exercer pressão sobre os recursos naturais; a adequação na linha de produtos respeitando a legislação ambiental brasileira; e o apoio a órgãos oficiais, escolas, universidades e à comunidade próxima à fábrica.

Como resultado dessa consciência ecológica, três empresas do Grupo Honda em Manaus – Moto Honda da Amazônia, Honda Componentes da Amazônia e Honda Tecnologia da Amazônia – conquistaram reconhecimento internacional e detêm as certificações ISO 9001, desde 1995, e ISO 14001, desde 1998. Para conquistá-las, foi desenvolvido um sério trabalho de Gestão Ambiental desde junho de 1997, que se tornou ainda mais intenso a partir de abril de 1998. Desde sua implantação, foram investidos aproximadamente US$ 50 milhões. A iniciativa conta com o envolvimento de todos os funcionários por meio de treinamento, utilização de novos equipamentos e desenvolvimento de serviços com tecnologia de ponta.

Entre as inovações introduzidas na fábrica para aperfeiçoar as operações e contribuir para uma boa convivência com a sociedade local estão a Estação de Tratamento de Efluentes, os novos sistemas de pintura e galvanoplastia, o gerenciamento de resíduos industriais por meio da coleta seletiva e incineração, os sistemas de proteção das emissões atmosféricas, entre outras.

Produtos amigáveis ao meio ambiente

A Honda é mundialmente conhecida por preocupar-se com a causa ambiental e esforçar-se no desenvolvimento de tecnologias favoráveis ao meio ambiente.  Assim, busca oferecer produtos de qualidade que colaborem com a preservação da natureza e com o bem-estar das pessoas.

Neste sentido, desde 1º de janeiro de 2009, a Moto Honda da Amazônia produz, em sua unidade fabril, exclusivamente motocicletas que já atendem à terceira fase do Promot (Programa de Controle da Poluição do Ar por Motociclos e Veículos Similares), em níveis de emissões expressivamente menores que os estabelecidos pela legislação. Desde 2008, a empresa, voluntariamente, vem se antecipando e ajustando seus modelos a esta nova fase do Programa.

O Promot é um programa antipoluição veicular do governo Brasileiro estabelecido pelo CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente) em suas Resoluções 297/02 e 342/03. A legislação define que, em sua terceira fase (também conhecida como Promot 3, com início de vigência a partir de 1º de janeiro de 2009), os veículos de duas rodas devem emitir níveis de poluentes equivalentes aos dos automóveis (em gramas por quilômetro rodado), conforme abaixo:

– 2,0 g/km de CO (monóxido de carbono)
– 0,8 g/km de HC (hidrocarbonetos), para motocicletas até 150 cm³, e
– 0,3 g/km de HC (hidrocarbonetos), para motocicletas acima de 150 cm³
– 0,15 g/km de NOx (óxidos de nitrogênio)

Para a adequação de seus produtos à nova lei, todos os modelos foram submetidos a um redimensionamento do sistema de combustão, desde a alimentação até o sistema de escape, para chegar a níveis ótimos de desempenho e emissões conforme cada projeto. Em cada caso particular, decisões tiveram que ser tomadas acerca da adoção de tecnologias específicas para controle das emissões. Entre as alterações técnicas promovidas, estão: uso de catalisadores, uso de válvula de ar secundário, aplicação de sistemas a carburador especialmente dimensionados ou injeção eletrônica, dimensionamento dos filtros de ar e programação do sistema de ignição, entre outras.

As mudanças envolveram equipes especializadas de engenharia do Brasil e do Japão, emprego de laboratórios, campos de provas e equipes de fornecedores para desenvolvimento dos componentes. Todo este esforço resultou em produtos adequados aos níveis de emissões estabelecidos pelo Promot 3, conforme tabela abaixo:

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A Honda se esforça para oferecer não apenas tecnologia e qualidade aplicadas diretamente ao produto, como também aplicadas à sua interação com o ambiente, visando preservar os recursos naturais que serão utilizados pelas gerações futuras.

Por isso, além de produzir motocicletas menos poluentes, desde 2003 a Moto Honda da Amazônia aplica uma política mundial de controle do uso de substâncias químicas – que apresentam alto poder de contaminação ambiental e risco para a saúde humana. A iniciativa está presente, por exemplo, na adoção da tinta ecológica, totalmente isenta de metais pesados. O benefício desta ação está no fato de que, ao se decompor, os componentes eliminam substâncias neutras, que se combinam à natureza sem agressões e conseqüências danosas provocadas pelos materiais anteriores, que foram eliminados.

Esta iniciativa, chamada de Programa de Redução e Eliminação de Substâncias Químicas, contou com o envolvimento da fábrica de Manaus e de todos os fornecedores – uma vez que o requisito de isenção dessas substâncias é um dos tópicos presentes no contrato dos fornecedores da Moto Honda.

Para o desenvolvimento da tecnologia, testes de composição química foram realizados em laboratórios especializados, assim como na própria Honda, onde foram adquiridos e instalados equipamentos específicos de monitoramento da conformidade dos componentes. Apenas em maquinário, foram investidos R$220 mil.

Dentro deste Programa, em 2007 a Moto Honda eliminou o cromo hexavalente (Cr6+) dos acabamentos superficiais de todos os parafusos, porcas, arruelas e demais peças sujeitas aos mesmos processos. Em 2008, foi a vez de mercúrio (Hg), cádmio (Cd), chumbo (Pb) e bromados (Br), presentes nas peças e nos corantes aplicados às matérias-primas e acabamentos.

Cada uma destas substâncias, ao se desprenderem dos componentes descartados (em decomposição), integram-se ao meio ambiente e, se absorvidos pelo ser humano, podem causar os seguintes danos:

– Cromo Hexavalente (Cr6+): Prejuízos aos pulmões, rins e fígado.
– Mercúrio (Hg): A absorção cumulativa ocasiona a deterioração do sistema nervoso central.
– Chumbo (Pb): A absorção cumulativa ocasiona danos ao cérebro e ossos.
– Cádmio (Cd): Prejuízos aos rins e ossos.
– Bromados (PBB, PBDE): Prejuízos ao estômago e juntas.

Assim como o ser humano, a fauna e flora também são afetados negativamente pela presença destes elementos, quando depositados no ambiente (água, solo e ar).
Estação de Tratamento de Efluentes

Inaugurada em 2001 e com investimento de US$ 2,6 milhões, a Estação de Tratamento de Efluentes da fábrica de Manaus é considerada a mais moderna da América do Sul. Possui área de 500 m2 e capacidade para tratar 2.200 m3 de efluentes industriais e biológicos por dia, com o objetivo de reaproveitar a água utilizada pela empresa durante o processo produtivo.

Depois de submetida a várias etapas de tratamento, filtração e esterilização, a água – já totalmente despoluída – é destinada à irrigação da área verde da indústria e, em breve, será utilizada em torres de refrigeração, reservas para hidrantes e cortinas de água em cabines de pintura.

A estação também aproveita outros materiais, como o lodo – tanto o industrial quanto o biológico – gerado após o processo de tratamento. Estes são utilizados em co-processamentos para fabricação de argamassas, cimento e asfalto.

Coleta seletiva e reciclagem

O gerenciamento de resíduos é um dos compromissos da Moto Honda da Amazônia, que procura reduzir o uso de recursos naturais e evitar desperdícios no consumo de materiais e energia. Todo mês, do total de duas mil toneladas de resíduos resultantes da fabricação de motocicletas, 95% são recicladas, 3% incineradas e apenas 2% vão para aterros municipais. Atualmente, 1.800 toneladas de materiais como aço, madeira, alumínio, areia de fundição, papel e papelão se transformam em novas matérias-primas para reutilização interna e externa. Parte da receita gerada com a venda dos resíduos para empresas recicladoras parceiras da Honda é usada para pagar a destinação dos materiais classificados como perigosos e fazer a manutenção do gerenciamento de resíduos dentro do Sistema de Gestão Ambiental.

Tudo se transforma na fábrica. Por exemplo, a areia de fundição é regenerada e recoberta e retorna ao processo de fundição de alumínio na fábrica, enquanto o lodo gerado na Estação de Tratamento de Efluentes industriais vira matéria-prima para a fabricação de massa asfáltica e cimento. O óleo, após ser usado na produção, é re-refinado e utilizado em outras indústrias. As sobras de napa do assento das motocicletas são aproveitadas para a confecção de solados e calçados. Copos descartáveis e resíduos de plástico oriundos do processo de injeção também são transformados em novas matérias-primas.

Além disso, em 2003 a Moto Honda da Amazônia deu início ao seu Programa de Reciclagem de Pneus Inservíveis, que visa despertar a atenção das pessoas para os impactos ambientais causados pela destinação inadequada de pneus. O processo começa com a coleta dos pneus em sete pontos específicos da cidade de Manaus. Posteriormente, a Honda os envia para uma empresa de reciclagem, onde são transformados em outros produtos, como tiras para estofados, solas para calçados, tubos para canalização, colas e adesivos, além de servir como combustível em fábricas de cimento. Desde o início da campanha, foram destinadas em torno de 900 toneladas de pneus.
Responsabilidade nos processos produtivos

Na fábrica de Manaus, os recursos energéticos são utilizados de forma racional. Para economizar energia elétrica, equipamentos são frequentemente inspecionados, lâmpadas e reatores são escolhidos pela eficiência e a energia solar é aproveitada. O GLP (Gás Liquefeito de Petróleo), menos poluente, tem sido cada vez mais utilizado em substituição ao querosene nas caldeiras. Nestas, todo o vapor é reaproveitado após sua condensação, reduzindo a necessidade de energia elétrica para aquecimento de água fria e minimizando, assim, o consumo de água.

Em 2003, a Moto Honda da Amazônia inaugurou em sua fábrica a primeira unidade de sinterização da empresa fora do Japão. Além de permitir a fabricação de peças complexas com maior agilidade e excelente acabamento, o processo reduz consideravelmente o impacto ambiental, com a diminuição em mais de 92% do lançamento de resíduos no meio ambiente. Com 140 m2 de área e capacidade para produzir 1,6 milhões de peças por ano, o processo consiste em compactar o pó metálico em ferramental apropriado, para posterior aquecimento em condições controladas de temperatura e atmosfera. O método confere à massa compactada todas as propriedades físicas e metalúrgicas necessárias, incluindo valores rigorosos de resistência mecânica e tolerância dimensional.

A incorporação dessa tecnologia se deu em etapas, com investimento da própria Moto Honda da Amazônia. Na primeira fase de implantação, 12 pessoas foram enviadas para treinamento nas fábricas de Hamamatsu e Kumamoto, no Japão. No local, os colaboradores tiveram a oportunidade de conhecer na prática todo o processo em suas respectivas áreas de atuação: produção, controle de qualidade, ferramentaria e manutenção. Em seguida, foi realizada a montagem da infra-estrutura na fábrica de Manaus, que incluiu equipamentos nacionais e importados dos Estados Unidos e do Japão.

Outras inovações implantadas na fábrica visando à redução do impacto ambiental foram as novas usinagem e fundição, as pinturas a pó SPC e HCA e o polimento HCA.

A nova usinagem reduziu a temperatura ambiente de 32°C para 26°C, aumentou a altura do pé direito de sete para dez metros e incorporou um sistema de tratamento e filtragem para reutilização da água utilizada no processo. Já a nova fundição reduziu o consumo de energia elétrica, querosene e GLP, com o fornecimento de alumínio já líquido, e implantação de sistema de reutilização de desmoldantes.

A pintura a pó SPC, aplicado às peças das motocicletas, não gera resíduos de borra de tinta nem emissões de organos voláteis, de forma a não gerar impacto na camada de ozônio ou contribuir com o aquecimento global. Já a pintura a pó HCA funciona com o enclausuramento do jato de pintura a pó, eliminando a geração de resíduo no ambiente interno. O processo polimento HCA, por sua vez, recebeu melhorias no sistema de exaustão – que mudou de coletiva para individual em cada máquina –, reduzindo o particulado em suspensão no ambiente interno.

Na linha de montagem, houve a eliminação de alimentação de óleo lubrificante por tambores, passando para alimentação a granel diretamente em tanque localizado na área da Central de Óleo, eliminando resíduos (tambores) na sua geração.

Além disso, a fábrica conta com um Laboratório de Medição e Análise de Gases. Neste, equipes especialmente treinadas verificam, por amostragem, se as motocicletas estão sendo produzidas dentro dos limites de emissão de poluentes estabelecidos pela legislação. Inaugurado em 2001, é considerado o maior da América do Sul nessa especialidade.
Transporte responsável

Outro grande objetivo da Moto Honda sempre foi reduzir o consumo de embalagens para o transporte de motocicletas, peças e componentes. De 1976 a 1997, os veículos eram embalados em caixas de madeira de reflorestamento – procedimento que demandava cerca de 30 quilos de madeira por unidade. Em 1997, decidiu-se adotar o uso de caixas metálicas, medida que representou uma redução de consumo de nove mil toneladas de madeira por ano.

Em 1999, as caixas de papelão utilizadas no transporte de peças e componentes foram substituídas por caixas plásticas retornáveis e, em 2001, eliminou-se a embalagem de papelão que envolvia a caixa metálica utilizada no transporte das motocicletas. Estas duas medidas representaram uma economia de cerca de 2,5 mil toneladas de papelão por ano.

Mas o maior salto ocorreu entre 2003 e 2005, quando a Honda implantou Sistema NPD (No Packing Delivery). Agora, as motocicletas são enviadas da fábrica para a rede de concessionárias totalmente montadas, sem necessidade de embalagem, sendo fixadas em racks (vai-e-vem) colocados nas carretas de transporte. Ao chegar a seu destino, a motocicleta é retirada do rack, que é desmontado e devolvido à fábrica por meio dos caminhões que transportam peças e outros produtos. Hoje, o sistema atinge 100% das motocicletas expedidas paras as concessionárias.

Outra solução operacional que trouxe benefícios para o meio ambiente foi o desenvolvimento da Balsa Swimming Warehouse – espécie de armazém flutuante por meio do qual é realizado o transporte fluvial de peças e motocicletas entre Manaus e Belém. Como vantagem, a balsa tem melhor aproveitamento vertical, oferecendo o dobro da capacidade de carga das embarcações utilizadas anteriormente. A mudança levou à redução do consumo de óleo diesel, gerando, assim, menos poluição.
Projeto Agrícola

Criado em 1999 e com investimento de R$ 2 milhões em benfeitorias, o programa visa o plantio de mais de 25 mil árvores de espécies ameaçadas de extinção e de valor (como mogno, pau-rosa, copaíba e andiroba), além de frutíferas (como coco, pupunha, acerola, limão, mamão e banana). O projeto ocupa um terreno de mil hectares, dos quais 580 são de reserva florestal nativa.

Como resultado, quase uma tonelada de frutas são utilizadas para suprir em parte os refeitórios da Honda, o Balneário Ibicuí e eventos da empresa. Mais de 12 toneladas são doadas para instituições da cidade, como Abrigos Moacir Alves, Casa Mamãe Margarida e Grupo de Apoio à Criança com Câncer (GACC), para comunidades que habitam áreas de igarapés e de risco, Projeto Prato Cidadão, entre outros.

Reserva Particular

Proteger os recursos naturais e a diversidade biológica da região de Manaus (AM) foi o principal objetivo da Moto Honda da Amazônia ao inaugurar a Reserva Particular do Patrimônio Natural Honda, na Colônia Cachoeira Grande (Colônia Japonesa).

A área ocupa mais de 16 hectares, às margens do Igarapé do Mindu. Considerada um fragmento florestal urbano de mata secundária, abriga uma grande diversidade de espécies da flora e da fauna amazônica, com destaque para a grande comunidade de garças e de sauim da amazônia que habita a região.

O local, em futuro próximo, será aberto à visitação pública e promoverá atividades de cunho científico, como pesquisas, educação ambiental e práticas esportivas, de forma a não comprometer o equilíbrio ecológico ou colocar em perigo a sobrevivência das espécies.
Projeto Green Dealer

Com o compromisso de reduzir os impactos ambientais gerados na prestação dos serviços de sua rede de concessionária e elevar ainda mais o grau de satisfação dos clientes pela marca, a Moto Honda da Amazônia desenvolveu o Programa Green Dealer.

Desde 2004, a Honda passou a orientar suas concessionárias quanto à destinação correta dos resíduos gerados na prestação de serviços. Dentre os itens verificados estão metais, plásticos, borracha, papel, tecido, líquidos, ácidos, combustíveis, solventes, óleo lubrificante e baterias usadas.

Além disso, outras ações implementadas na rede autorizada também contribuem com os aspectos ambientais, tais como utilização de sistemas de exaustão de gases nas oficinas, reutilização e captação de água, redução do consumo de energia e atividades de conscientização e responsabilidade social.

Para estimular a adesão da rede, no início de 2008 a Honda implementou um programa de certificação anual para as concessionárias que comprovarem a destinação adequada dos resíduos. Pesquisas recentes apontam o total envolvimento na preservação do meio ambiente e já conta com 75 aptas a receber a certificação.
Parceria com a comunidade

A política ambiental da Honda também engloba a responsabilidade social. No momento, 15 programas são voltados à comunidade, sendo 30% para entidades que cuidam de idosos e crianças desamparadas, deficientes e com câncer, 20% para escolas e faculdades, 20% para órgãos governamentais e comunidades de bairros, zonas ribeirinhas e rurais, e 30% para outros públicos e organizações.

Os projetos prevêem convênios com escolas e universidades para a realização de eventos educativos, como gincanas e concursos, visando à conscientização, além de parcerias para a realização de exposições com temas ligados à natureza e incentivo à formação profissional do jovem e ao empreendedorismo.

Internamente, a empresa promove com frequência palestras a seus colaboradores e para as comunidades acadêmica e estudantil, abordando temas como equilíbrio ambiental, economia de água e energia, poluição atmosférica e reciclagem.

Alguns exemplos de ações promovidas pela Moto Honda da Amazônia em benefício da comunidade local são o Circuito da Ciência, Prato Cidadão, Prato Fácil, Formação de Empreendedores, Inclusão Digital e Escola sem Drogas.

Junto ao INPA (Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia) e à Secretaria Municipal do Meio Ambiente, a Honda participa do Projeto “Circuito da Ciência”, no Jardim Botânico, portal de entrada da Reserva Florestal Duck, e no Bosque da Ciência dentro da área do INPA. Este trabalho visa conscientizar e educar as comunidades que habitam locais próximos às áreas de reserva natural sobre os impactos ambientais nos cursos d’água e queimadas nas reservas florestais. No último domingo de cada mês, a população local é escalada a participar de caminhadas nas trilhas, atividades culturais, como música, teatro e oficinas, voltadas a temas ambientais de preservação, proteção e manutenção da reserva.

Já o Projeto JUVAM (Juizado Volante Ambiental), promovido em parceria com a VEMAQA (Vara Especializada em Meio Ambiente e Questões Agrárias), oferece apoio na confecção de cartilhas ambientais para a conscientização e educação ambiental junto às comunidades de novos bairros, rurais e ribeirinhas, visando difundir conhecimentos do uso da água e evitar a poluição, o desmatamento, as queimadas e outros impactos negativos ao meio ambiente.

Para o Parque Municipal do Mindú – uma reserva ecológica de 30 hectares na zona urbana de Manaus destinada à preservação da flora e da fauna da região amazônica, inclusive o sauim-de-coleira, espécie de macaco em extinção – a Moto Honda da Amazônia contribuiu com a doação de uma motocicleta, que vem sendo utilizada na fiscalização.




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Comentários

nossa nao sabia q a ronda faia tudo isso para nos ajudar ne incrivel a capacidade de ajudar o meio ambiente briga tchau…

Parabenizo a Honda do Brasil por sua atitude de preservação com o meio ambiente.
É muito legal trabalhar em uma revendedora que pertença a organização Honda Motor do Brasil.
Émuito bom saber que voces tem uma grande preocupação com a nossa atmosfera, pois diminuindo a poluição dos gases dos motores evitam assim que o planeta se aqueça mais.
Iterssante reaproveitar muitos materias reciclaveis, assim diminuem energia e consumo até mesmo de agua.
Quando descobri que voces tem o maior tratamento de efluente liquido do pais vi quanto voces se preocupam com o meio ambiente.
Tambem li sobre o reflorestamento legal.
em sintese a sua preocupação em cuidar melhor do planeta tambem é a minha preocupação. Pois sou Tecnico do Meio ambiente formado e junto com a minha gerencia estou começando um trabalho de educação ambiental dentro da revenda em que trabalho, mais gostaria de saber qual é o padrão honda para que possamos fazer uma parceria e ajudar a revenda caminhar dentro do seu padrão.
Meu nome é Weslei e trabalho na revenda Kallas de Londrina no Paraná. meu telefone particular é (43)3327-9578

a Moto Honda da Amazônia é exemplo de trabalho serio voltado para a preservação do meio ambiente. hoje é uma necessidade de todos a preservação,conservação,manejo. nos dias atuais é impossível se mostrar ao contrario aos hábitos de conservação para garantir a existência do homem no planeta terra.valeu diretoria da Honda.

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