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Novo eco-correspondente na Meio Ambiente

eugenio_giovenardi

Nosso mais novo eco-correspondente Eugênio Giovenardi

Mais um novo eco-correspondente para a nossa Revista: o escritor e sociólogo Eugênio Giovenardi que além de escritor tem um blog onde escreve o que observa a sua volta http://eugeobservador.blogspot.com/ este é mais uma preocupado com o próximo e uma de suas ferramentas para ajudar é refletir aumentar a sinergia que todos nós estamos fazendo. SEja bem-vindo Eugênio.

A sua primeira matéria enviada para nossa revista segue abaixo para apreciação de todos.

DIALÉTICA DA NATUREZA

Desde a ambígua ordem bíblica, “multiplicai-vos e enchei a terra”, a ambiciosa fantasia do homem de dominar a natureza e explorar o planeta parece não conhecer limites.

O raciocínio humano e os métodos praticados para usar, transformar e venalizar a riqueza original da natureza têm dado à humanidade resultados surpreendentes. Árvores transformaram-se em choupanas, casas e palácios. Ferro e pedras uniram-se para enfrentar alturas e transpor abismos e largos rios. As riquezas naturais se afiguram inesgotáveis aos olhos do homem.

O artífice humano age como se fosse dono do cofre que se autoabastece misteriosamente. Avança sobre as florestas, navega rios e mares, voa pelo espaço. Orgulha-se de suas conquistas, de seus conhecimentos, de sua sabedoria.

A natureza é paciente. Explorada, maltratada, generosa, também tem suas regras, leis e princípios. Ela sabe dar e retirar. Seu idioma é transparente, inconfundível, irretorquível. As cidades do homem, inundadas de águas grandes, caudalosas, não têm água para beber. “Chuva faz Paraty ficar sem água”, dizia manchete de jornal. É a dialética da natureza. É seu método imutável de ensinar o ser inteligente a se precaver.

Há que se retomar o diálogo com a natureza para decifrar, ponto por ponto, os caminhos de sua dialética. As ações humanas produzem efeitos bons ou ruins dos quais nascem práticas que desencadeiam um movimento circular.

A denominação de círculo vicioso para definir o encadeamento de causas e efeitos, recebeu, na concepção otimista a expressão oposta: círculo virtuoso. A expectativa, neste caso, é que as causas produzam efeitos que estimulem a continuidade da ação que os gerou. O bem produz o bem que produz o bem numa corrente contínua.

Na exploração e uso das riquezas naturais, especialmente as que se destinam à alimentação, ao abrigo das pessoas e vestuário para as variações do clima, o diálogo compartilhado com a natureza, capaz de gerar um movimento circular virtuoso, ainda está nos primeiros compassos.

A exploração das potencialidades naturais se faz de maneira abrupta, intempestiva, dependendo do tamanho da tribo. O aumento da população, a ampliação das necessidades e de sua variedade provocam um movimento circular de caráter vicioso nem sempre interrompido a tempo. Há uma seqüência de substituições. Caem árvores e, em seu lugar, levantam-se casas, semeiam-se cereais ou criam-se manadas de bovinos..

A população se expande. A necessidade de alimentos aumenta. Moradia e vestuário estimulam a produção artesanal de utensílios cada vez mais apropriados para vencer as dificuldades que se apresentam. A ocupação dos espaços obedece a uma dialética de confronto entre o conhecimento, a habilidade, a necessidade, o interesse, a perspectiva de poder e organização da tribo e as oportunidades e riquezas disponíveis da Natureza.

Arbustos, árvores, florestas, no curso de séculos, desaparecem para dar lugar a assentamentos humanos. Animais e aves são forçados a emigrar, a mudar seus hábitos e, lentamente, extinguem-se à míngua de alimentos ou nutrem os invasores. As grandes populações e a urbanização acelerada devastaram e continuam arrasando imensas áreas do planeta. Sobreviver ou viver, para todos os seres do reino animal e vegetal, são um desafio dispendioso e cercado de riscos crescentes.

A dialética do agir humano, conduzida pela premissa anteposta de que o homem é o senhor e dono do universo, conflita com a dialética da natureza a cujas leis universais todos os seres e os elementos obedecem. O conflito entre o homem e a natureza produz atos de violência entre humanos e provoca a fúria das leis físicas, pondo em risco vidas, quando não sua destruição. Gera-se um círculo vicioso. O homem, diante da rigidez das leis da natureza, passa a defender-se delas. Explora e usa as oportunidades naturais na ânsia de dominar as leis físicas. Invade terras, derruba florestas, reprime e desvia cursos de água, substitui matas por soja, cana-de-açúcar, arroz e milho para si e para suas máquinas.

A lógica do homem é linear: produzir comida ou combustíveis no lugar de plantas. A lógica da justificativa também é linear. A população cresce e, portanto, precisa de alimentos, casa e tudo o mais resumido no conceito de progresso, hoje dito crescimento econômico.

Os planos de ordenamento da ocupação territorial dos estados brasileiros, elaborados por planejadores, demógrafos, engenheiros, arquitetos, legisladores, administradores e investidores, poderiam ser um canal útil de aproximação e de diálogo entre homem e natureza. Propiciariam o encontro de duas dialéticas: a dialética da demanda de conhecimentos e experimentos para construir a convivência, a felicidade entre os seres da espécie humana e a da oferta de riquezas naturais, armazenadas no solo, na água, nas plantas, nos minérios, nos animais.

A ocupação do território pela população e o uso dos bens e riquezas nele disponíveis são dois aspetos essenciais da relação homem-natureza. São duas grandezas com tendências opostas. O crescimento da população, mesmo em ritmo lento, tende ao infinito. As riquezas naturais, ainda que passiveis de expansão induzida ou reciclada, tendem ao esgotamento.

Produzir alimentos para uma população que aumenta sobre um território limitado, custa progressivamente mais caro e é mais difícil. Calcula-se que para propiciar igual conforto a todos os habitantes do Distrito Federal (2,5 milhões), ter-se-ia que multiplicar o território atual por três. O adensamento dos bairros Samambaia, Recanto das Emas ou Santa Maria contrasta com o espaçamento do Lago Sul, Lago Norte e o propalado Setor Noroeste.

O fato de o preço do quilo de arroz ou do litro de leite não variar muito de um ano para outro, e até diminuir sazonalmente, não reflete seu verdadeiro custo. O preço é determinado por um conjunto de fatores em grande parte externos à dialética da natureza. A produtividade alcançada, a mão-de-obra do agricultor, a colheita e as perdas inerentes, o transporte, o armazenamento, a distribuição e os impostos acarretam custos que, no final, têm que se ajustar ao montante de dinheiro do consumidor.

Mas há outros custos não contabilizados que tornam fictício e irreal o preço do quilo do milho. Não se contabiliza o custo imposto à natureza com a derrubada de milhões de árvores, do uso intensivo e esgotante da água, do envenenamento operado pelos inseticidas e herbicidas. Não se inclui o custo da eliminação das fontes de oxigênio em troca de emissões de gases tóxicos, do desequilíbrio ambiental, mudando o curso dos ventos e das chuvas, da expulsão de aves e animais, da debilitação das defesas dos seres vivos.

Quanto custa essa mudança para a natureza e para o homem? A desertificação gradual, a recuperação do equilíbrio são conseqüências que encarecem a sobrevivência e a ameaçam. Se todos esses custos fossem aplicados na fixação do preço do litro de leite a decisão de investir na bovinocultura teria que ser postergada.

Se isto ocorre na agricultura, não menos grave e preocupante é a atitude da população no que se refere aos assentamentos urbanos. A urbanização também é um processo de desertificação. Sacrificam-se árvores e secam-se mananciais. Fecham-se os canais de circulação dos ventos e de esgotamento ou infiltração das águas pluviais. Eliminam-se defesas naturais e, produz-se lixo. Esses elementos de custo não se contabilizam para determinar o preço do metro quadrado da construção.

Um plano de ordenamento territorial tem possibilidade de ser útil ao dialogo da dialética do homem e da natureza se houver negociação entre ambos, para controlar a expansão da população nos limites da capacidade de suporte do território com o mínimo de custos para os dois lados.

O equilíbrio das relações homem-natureza foi grandiosamente incluído por Lúcio Costa em seu projeto de cidade-parque para Brasília. Nesse conceito cabe o homem inteiro num território acolhedor, verde, silencioso, propício à reflexão, ao trabalho, ao estudo, à integração das pessoas num universo ordenado. A ocupação de um território, dando-se primazia à população, apenas pelo primitivismo da demanda, é intensificar a desertificação pelas conseqüentes ações que a urbanização vai exigir. Passaremos a vender e a ocupar desertos.

O “controle do crescimento de Brasília”, expressão dúbia usada frequentemente por especialistas, planejadores e administradores do Distrito Federal, só é possível se, paralelamente, forem praticadas estratégias diversificadas de controle do crescimento e da mobilidade da população.

Alternando-se o fluxo e o refluxo de concepções e atitudes do homem, aproximando-se da natureza, é possível construir uma corrente virtuosa contínua. Infelizmente, começa-se com a prática pouco refletida de ações que geram o círculo vicioso. A racionalidade nas relações com a natureza é um desafio mais dignificante para o ser inteligente do que a aventura da exploração das riquezas naturais em nome do progresso e do crescimento econômico afluente e consumista.

OUVINDO A NATUREZA

Neste tempo em que o dinheiro vale mais que as árvores e a riqueza desmedida, mais que os mananciais de vida pura, ouvir o gemido de um poeta exilado pela tuberculose em Campos do Jordão, é como penetrar devagarzinho num bosque silencioso.

Eugênio.

OUVINDO A NATUREZA

Aqui, na solidão destes pinheiros graves,
Eu venho muita vez, a sós pela noitinha,
Ouvir a natureza incompreendida, a minha
Amada, a minha amiga, a minha confidente.

Ouvir a natureza! Esse gemer plangente,
Essa apagada voz de surdinas estranhas,
Que vem dos ribeirões, que sobe das montanhas
E acorda dentro da alma em nossa soledade
Um místico pungir de mágoa e de saudade.

Ah! Cada árvore tem uma íntima linguagem.
Ah! Cada árvore tem fremindo na ramagem
Uma alma como nós que nós não vislumbramos,
Mas que vibra no ar e palpita nos ramos.

Já repararam como as brisas vespertinas
Sopram, e como a gemer, sofrem as casuarinas?
E choram os chorões? Soluçam os pinheiros?
Murmuram os ipês e cantam os coqueiros,

quando o vento ao passar, balouça-os palma a palma?
Homens reparem bem que as árvores têm alma!
Reparem que à noitinha, à luz do lusco-fusco,
O ruído, os sons, a vida estancam-se de brusco

E cada arvore fica imersa num cismar
De quem compreende e sente a dor crepuscular.

Oh! Vós que respirais a poeira da cidade,
Jamais entendereis a doce suavidade,
A música dorida, a estranha nostalgia
Que vem da solidão quando desmaia o dia.

Vós nunca entendereis a rude grandeza,
Essa infinita paz, essa infinita tristeza
Que sai do coração da mata bruta, quando

Resplandecem no céu os astros palpitando.
É preciso viver longe da turba humana,
Longe do mundo vão, da vida insana,
Para sentir, amar, ouvir essa tristeza

Que exala ao pôr do sol a maga natureza.

Ah! Quanta vez eu fico a sós, pela noitinha,
Ouvindo a solidão, a inspiradora minha!
Ouvindo o pinheiral com seu gemer infindo,
Ouvindo a noite, ouvindo as árvores, ouvindo

Os ventos e, na volta exígua de uma curva,
Ouvindo o ribeirão de correnteza turva,
Que vai, soturno, animando o estrépito das águas,
Consigo rebramando incompreendidas mágoas.

E assim, no ermo da tarde, escutando, enlevado,
Esse vago murmúrio, esse rumor sagrado,
Eu quedo-me a cismar num êxtase de crente,
Como se eu estivesse a ouvir confusamente,

A própria voz de Deus ecoar na solidão,
Povoar a Natureza e encher meu coração.

Paulo Setúbal




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