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Crise alimentar não atingirá o Brasil, diz representante da FAO

O representante regional para a América Latina e o Caribe e subdiretor da FAO (Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação), José Graziano da Silva, acredita que a crise mundial de alimentos não atingirá o Brasil e a maioria dos países latino-americanos.

Como ministro extraordinário de Segurança Alimentar e Combate à Fome no primeiro governo de Luiz Inácio Lula da Silva, Graziano foi o responsável pela implementação do programa Fome Zero.

Em entrevista à BBC Brasil, ele disse que a América Latina produz 40% a mais de alimentos do que seria necessário para alimentar toda a sua população.

Leia abaixo os principais trechos da entrevista.

BBC Brasil – A crise mundial de alimentos pode afetar o Brasil e a América Latina? Há riscos de falta de alimentos?

Graziano – Não existem riscos para o Brasil e a maioria dos países latino-americanos. Há uma elevação de preços na região. Mas a região é auto-sustentável na produção de alimentos e é superavitária. A América Latina produz em média 40% mais alimentos do que seria necessário para alimentar toda a sua população.

O que preocupa não é o lado da produção. Mas o da disponibilidade de esses produtos chegarem aos consumidores de mais baixa renda. O que falta na América Latina é melhorar a distribuição da renda, os salários, o poder aquisitivo da população mais pobre.

A América Latina tem um nível incompatível de pobreza com o de riqueza que ela gera. Há pouco, a Cepal revisou seus cálculos mostrando que cerca de 15 milhões de pessoas podem voltar ao nível de pobreza extrema na América Latina em função dessa alta de preços. Isso significa que nós perderíamos praticamente tudo o que conquistamos em relação a atingir a meta do milênio de reduzir à metade os pobres na região.

BBC Brasil – Como o Brasil, sendo uma potência agrícola, pode ajudar a superar a crise mundial de alimentos?

Graziano – O Brasil contribui com a oferta de produtos a preços competitivos e sem a necessidade de subsídios. O país também pode vir a ser no curto prazo um exportador de álcool combustível.

Há um outro papel que o Brasil tem e muitas vezes é minimizado: o país é um celeiro de boas práticas de políticas agrícolas, que o tornaram relativamente imune a essa crise. Entre as principais, está um forte apoio à agricultura familiar, que garantiu uma produção interna de alimentos, inclusive de alguns típicos consumidos no país, como o feijão e outros do tipo do leite e alguns exportados, como a soja.

O Brasil também tem um programa muito importante de estoques públicos mantidos por uma empresa pública que não está sujeita à especulação privada. É também uma fonte potencial de tecnologia da melhor qualidade através da Embrapa, que pode ser exportada não só aos países vizinhos da América Latina, mas também para a África.

BBC Brasil – No Brasil, o governo afirma que o etanol feito da cana-de-açúcar não compete com a produção de alimentos. Mas, nos Estados Unidos, a forte demanda por etanol de milho comprometeu terras usadas em outros cultivos e a própria produção. O senhor acredita que a crítica ao etanol não seria injusta, ao culpar o biocombustível, de maneira geral, pelo caminho adotado nos Estados Unidos?

Graziano – As autoridades brasileiras, desde o presidente Lula, o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, e o ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, têm enfaticamente afirmado que o Brasil não se enquadra no problema da competição entre produção de combustíveis e de alimentos.

Isso na verdade é um falso dilema, não só para o caso brasileiro, mas para a maioria dos países do Cone Sul, da América do Sul e da África, que têm possibilidades de expandir essa produção.

Quando se fala de biocombustíveis, há de se especificar a origem, qual é o produto utilizado. Hoje, a incidência dos biocombustíveis sobre os alimentos é fundamentalmente originária do impacto sobre o milho americano, cuja demanda cresceu quase 30%, e os óleos vegetais dos biocombustíveis produzidos na União Européia.

Esses são os dois impactos visíveis. Ainda assim são pequenos. Não têm a magnitude que se apregoa. Não podem ser arrolados entre os maiores causadores da atual crise.

BBC Brasil – No caso do etanol brasileiro, o maior impacto seria mesmo social?

Graziano – O Brasil tem uma história de muitos erros na sua trajetória da produção de álcool.

Mas a história de sucesso brasileira não deixa de ter um impacto forte na área social que são os bóias-frias. Sempre digo que os bóias-frias são a chaga exposta do processo brasileiro bem-sucedido de produção de álcool. Está ao alcance dos produtores de álcool brasileiro resolver esse problema.

Eu acredito que é preciso uma melhor coordenação público-privada para se lograr um impacto que permita elevar substancialmente o nível de salários e garantir uma melhor estabilidade da renda, do emprego desse segmento, que hoje é um segmento importante, com cerca de 500 mil pessoas. Mas com o processo de mecanização tende a ser reduzido rapidamente.

BBC Brasil – O governo brasileiro está fazendo tudo o que a FAO recomenda nessa área?

Graziano – A FAO tem uma recomendação de muita cautela no caso específico da produção de biocombustíveis: que isso não seja feito com o custo da segurança alimentar. O Brasil tem um programa com a preocupação da segurança alimentar muito bem-sucedido, o Fome Zero, que está sendo implantado desde o governo Lula.

Não vejo nenhuma ameaça nesse momento de crise de abastecimento no Brasil, mesmo daqueles produtos que tiveram elevação de preços. Do ponto de vista de segurança alimentar não há nada a temer.

Mas deve haver um avanço em tudo o que diz respeito a questão do emprego desejável, do emprego seguro e da estabilidade de emprego para os trabalhadores rurais brasileiros.

BBC Brasil – Que decisões ou recomendações devem sair da Conferência da FAO sobre segurança alimentar?

Graziano – Nós esperamos que essa conferência cause um grande impacto global que possa levar a agricultura a ter a prioridade que ela necessita.

Nós acreditávamos que, devido ao sucesso da revolução verde nos anos 70 e 80, o problema da produção de alimentos em grande escala no mundo estava resolvido. De fato está na grande maioria dos países.

Mas há vários países que se tornaram muito dependentes das importações baratas dos produtos subsidiados exportados pelos Estados Unidos e pela Comunidade Européia, particularmente as nações mais pobres da África e da Ásia e da América Latina.

Nós esperamos que a Cúpula de Roma chegue a um entendimento de que esse processo não pode continuar. A agricultura necessita de mais investimentos, de voltar a ter uma função como prioridade política dos países para ajudar a garantir a segurança alimentar, principalmente dos países mais pobres.

Fonte: BBC Brasil
Por: Valquiria Rey

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PRODUÇÃO DE ETANOL COM ALGAS

O Prof. Pengcheng “Patrick” Fu da Universidade de Hawaii (EUA) desenvolveu uma tecnologia inovativa, produzindo em escala etanol com cyanobacterias modificadas (blue-green-algae). Esta fonte nova de etanol não entra em conflito com a produção de ração e de alimentos e consome ainda CO2 no seu cultivo no sistema de photo-bio-reator de baixo custo, usando a luz solar.

Fu já desenvolveu cepas de cyanobacterias, que produzem etanol como resíduo e ganhou uma patente mundial com a sua invenção.

O teste no laboratório de biotecnologia em Hawaii utilizou photo-bio-reatores (PBR) com luz artificial e com luz solar. O sol funciona melhor, diz Fu. Transformando um resíduo em uma coisa útil é uma solução importante. As “blue-green-algae” necessitam somente sol e como nutrientes também um pouco açúcar, especialmente à noite no período sem insolação, usando o resultado da produção tradicional de cana, um pouco melasse. Assim temos uma solução interessante para a indústria do setor sucroalcooleiro.

Brasil e outros países tropicais ganham deste modo uma segunda opção, processando o etanol com o novo feedstock micro-algae. Assim cana de açúcar & algas podem atender juntos a grande demanda de etanol do mercado mundial. A produtividade de algas por hectare é no mínimo 10 até 20 vezes maior do que o rendimento da cana, dependendo só da verticalização do cultivo da altura do sistema de photo-bio-reatores verticais. Assim o Brasil poderia produzir mais e mais etanol, usando menos espaço. A produção em massa de etanol com algas poderia ser realizada em grande parte no Nordeste do país, perto dos portos marítimos, estimulando assim a capacidade de exportação desta região carente.

Um projeto nacional de produção em escala de etanol com algas seria um desafio, que necessita um projeto de Parceria Pública e Privada (PPP), envolvendo o Governo Federal, EMBRAPA, CTC – Centro de Tecnologia Canaviera, UNICA e Usinas de Álcool e Açúcar, bem como entidades como OCB e REDENET – Rede Norte e Nordeste de Educação Tecnológica e principalmente universidades, especialmente centros de pesquisa de algas (como o LABIOMAR da UFBA e o Setor de Bioenergia da FTC, ambos em Salvador).

A tecnologia da empresa La Wahie Biotech vai ser ajustada agora para preparar uma planta experimental com alto rendimento, uma BIOFÁBRICA DE ETANOL DE ALGAS, um desafio técnico para o futuro próximo.

Professor Dr. Pengcheng Fu possui passaporte chinês e americano, foi convidado recentemente pelo Governo da China, de estruturar em Beijing um projeto piloto de etanol de algas. A equipe da empresa La Wahie Biotech Inc. em Hawaii coordena ações da matriz da empresa start-up e de uma ONG criada, da FUNDAÇÃO LA WAHIE INTERNATIONAL.

No Brasil está em fase de implantação uma filial em Aracaju-SE; representante é o Professor alemão Hans-Jürgen Franke, especialista em bioenergia.

Fu começou a formação em engenharia química, depois continuou com biologia. Ele estudou na China, Austrália, no Japão e nos Estados Unidos.

Ele trabalha também com a NASA, pesquisando o potencial energético de cyanobacterias para futuras colonizações na Lua e no Marte. Recentemente a empresa La Wahie Biotech ganhou avards e prêmios no campo de Pesquisa e Desenvolvimento.

Fu diz, que a produção de etanol na base de plantações do agrobusiness como cana de açúcar ou ainda milho é bastante lenta e gasta muitos recursos. Por esta razão ele optou para as cyanobacterias, que convertem a luz solar e o nocivo dióxido de carbono na sua alimentação e deixam como resíduo oxigênio e etanol.

Alguns cientistas pesquisam cyanobacterias para fabricar etanol, usando diferentes cepas. Mas a técnica de Prof. Fu é única. Ele resolveu inserir material genético dentro de um tipo de cyanobacterium, e agora o produto de resíduo é somente etanol, separado no circuito do sistema de photo-bio-reator através de uma membrana. Funciona muito bem, fala Prof. Fu.
O benefício é que a tecnologia de Prof. Fu começa produzir em poucos dias grandes quantidades de etanol com custo inferior do que técnicas convencionais.

O parceiro de Prof. Fu no Brasil – na representação da empresa La Wahie Biotech Inc. em Aracaju – Prof. Hans-Jürgen Franke – está coordenando o desenvolvimento de um sistema de photo-bio-reator de baixo custo. Prof. Franke vai articular agora projetos pilotos no Brasil.

Com o sequestro de dióxido de carbono (CO2) a tecnologia revolucionária de produção industrial de etanol de La Wahie Biotech Inc. serve ainda, para combater o aquecimento global.

Honolulo e Aracaju, 02/01/2009

Contatos:
• Prof. Pengcheng Fu – E-Mail: pengchen2008@gmail.com
• Prof. Hans-Jürgen Franke – E-Mail: lawahiebiotech.brasil@gmail.com

Tel.: 079-3243-2209

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