Descarte de lixo eletrônico é tema de debate no Rio de Janeiro
Brasília – O descarte do lixo eletrônico e como lidar com o aumento desse tipo de lixo são assuntos em debate na versão 2008 da Semana de Inclusão Digital, promovida pelo Comitê para Democratização da Informática (CDI), que começou dia segunda (24) e vai até sábado (29).
Estimado em 50 milhões de toneladas anuais, este tipo de descarte é o que mais cresce em escala global, com um elemento complicador: a toxicidade.
Também está em discussão se cabe ao consumidor, às empresas ou ao governo assumir a responsabilidade na cadeia que leva ao descarte indiscriminado de material tóxico no planeta.
Alguns países da Europa já dispõem de legislação regulando a questão do lixo tecnológico, mas no Brasil a discussão é recente.
Fonte: Agência Brasil – Radiobrás
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Comentários
Estamos com um grande atraso neste processo. A medida que novos equipamentos são lançados, cresce o nº de equipamentos obsoletos. Acho que seria muito proveitoso para consumidores e produtores, se as empresas fabricantes se responsabilizassem por recolher os equipamentos a serem descartados. As peças poderiam ser reaproveitadas por suas assistencias técnicas, ou doadas para universidades publicas ou transformadas. Enfim, os deptos. de engenharia das fábricas, poderiam facilmente encontrar uma solução para isto. Acredito na capacidade de nossos engenheiros, o que falta é vontade política e consciência do desperdício. Isto é ecoeficiência industrial.

Em minha concepção o Brasil deveria estabelecer essa legislação em questão ao lixo tecnologico,de maneira que o consumidor encaminhe esse lixo tecnologico ao local onde foi efetuado a compra.Seria um sistema de retorno,que visa a preocupação dos produtores em relação ao seu produto,pois de forma,direta ou indireta o produtor estaria se preocupando com seu produto(desde a fabricação até o descarte).
Essa seria uma forma de mitigar os efeitos devastadores ao meio ambiente.
Obrigado