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A Verdade Sobre a Amazônia

O eco-correspondente, o Sr. Joel Conrado Veiga ( joelconrado.veiga@gmail.com) editor do BILHETE DA EUROPA residente na França, disponibilizou-nos um de seus artigos revelando a verdade sobre a nossa queria Amazônia. Este artigo foi publicado no Planetanews e agora nós temos o prazer de divulgá-lo à vocês. 

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“Um tiro de escopeta ouvido na escuridâo da noite de 22 de dezembro de 1988 no pequeno Vilarejo de Xapuri, localizado no Norte do Brasil, ecoou por todo o mundo e levou para as primeiras páginas dos jornais e às manchetes dos telejornias de tv nos cinco continentes.
Ele fez da vítima, um homem que lutava para salvar a floresta Amazônica e aqueles que dela vivem. Sua campanha levou-o à morte, asassinado por contrariar poderosos interesses que consideravam os índios, os seringueiros, a fauna, a flora e os rios, apenas impecilhos a uma irresponsável coquista e devastação da selva virgem.”

Este meu ediorial foi publicado no dia 05/06/92 no jornal O Diário de Alagoas e posteriormente publicado o Boletim de Lions International do qual eu era o editor responsável em outubro de 1990.
Hoje quase dez anos se passaram e devemos realizar que o mundo progrediu e avançou na sua conscientização de que o Planeta Terra estava em perigo. Mas foi graças as sérias organizaçãoes ambientais, o progresso e desenvolvimento das tecnologias principalmente aquelas relativas à informática e aos satélites.
Começamos a corrigir erros e aprendemos a ter uma concientização de que dependemos de nossos recursos naturais para restaurarmos um equilíbrio entre a exploração e a destruição do que nos resta.
Hoje, Al Gore, ex-presidente dos USA mereciamente recebendo o Prêmio Nobel da Paz e a organização Green Peace estão na vanguarda dessa campanha mundial.
Entretanto, devemos nos lembrar como a história da Amazônia representa um típico e ilienável exemplo da destruição dos recursos naturais, abundantes e ineguláveis em outras regiões do nosso Planeta.
Segue abaixo o texto integral da matéria A VERDADE SOBRE A AMAZÔNIA com dados da época.

Aquele tiro de escôpeta matou Francisco Mendes da Silva, 44 anos, pai de duas crianças, Elenira e Sandino. Chico Mendes, como ele era conhecido, era um ecologista e líder sindical o qual desde 1977 estava lutando para organizar o primeiro sindicato de seringueiros naquela região.
Sua preocupação em proteger a floresta Amazônica e a subsistência dos que dela vivem foi uma direta consequência da invasão de “colonizadores” e empresas de mineração, atraídos para a região devido às riquezas daquela ainda inexplorada área do norte do Brasil, incentivados que foram por incentivos fiscais e as baixas taxas dos juros nos empréstimos oferecidos pelo Governo Federal.
Mas em apenas em cinco anos, aproximadamente 180 mil seringueiras, 80 mil castanheiras e perto de 1 milhão e meio de outras árvores, só na área de Xapuri foram derrubadas ou queimadas, causando o desemprêgo de perto de 10 mil famílias. Esses número são tão impressivos quanto aqueles que estabeleceram o tamanho de um gigantesco palco para a produção de uma peça teatral que podemos intitular “A Floresta de Interesss Incivilizados.”
Até a dimensão deste “palco” teria constraditórias dimensões, segundo estudos realizados por instituições oficiais. Ela poderia ter de 260 a 500 milhões de hectares e as áreas devastadas por queimadas, seria entre sete e doze por cento, dependendo da interpretação dos diversos órgãos oficiais analisando as fotos tiradas por satélites.
Num cenário digno da imaginação de Felline ou Spielberg, poderíamos então apreciar as mais primitivas formas de vida e as mais avançada tecnologias do Sécuto XX, compartilhando e divergindo os mais diferentes e incivilizados interesses.
Os atores, em determinados momentos, seriam réus e vítimas de suas próprias ações.
Alguns deles, perto de 150 mil, dos 5 milhões de índios que habitaram a Amzônia, mais de 1 milhão de de garimpeiros os quais nos dez últimos anos vieram para região. Dispunham dos rios, pequenos aviões e helicópteros para chegar a uma área maior do que a Europa Ocidental e metade da área dos Estados Unidos da América.
Poucas estradas foram abertas. Na maior floresta equatorial do mundo, são encontrados mais de 20 mil espécies de mamíferos, pássaros, insetso e répteis. No subsolo desse imaginário palco se localizaria uma das mais ricas reservas minerais do mundo em petróleo, ferro, ouro, gemas preciosas, fosfato e bauxita, dos quais se produzem o bronze, alumínio, manganês, estanho e níquel.

Um enrêdo de muitos atores

Como poderíamos esperar, também como atores nessa multimionária produção, nós teríamos agências govrnamentais e estrangeiras, grupos ecológicos, políticos, realezas e personalidades do mundo artístico. Alguns, com legítimos interesses e outro somente obtendo algum lucro, envolvendo-se com a nova onda de campanhas relacionadas com a ecologia, o meio ambiente, a poluição do ar pelas queimadas e a preservação da natureza.
Para se compreender a amplitude dos problemas ligados ao desenvolimento da Amazônia, não podemos levar em consideração o que os grupos radicais, tanto a favor como contra à exploração da Amazônia, vem atualmente publicando na imprensa.
Ao contrário do que aconteceu nos Estados Unidos, quando o desbravamento do oeste ficou caracterizado apenas pela conquistas de terras e a morte de milhares de índios, a invasão deste Século XX está se desenvolvendo numa devastadora confrotação entre a natureza virgem e a moderna tecnologia. A extração de minérios, as queimadas para implantação de novas lavouras e a criação de gado, reprêsas para a construção de hidrelétrica estão violando e destruindo rapidamente o santuário ecológico da Amazônia.
Como conciliar os múltiplos interesses que envolvem uma área que corresponde a 59 % do território brasileiro, mas onde vivem apenas 4 %, ou seja 6 milhões dos 150 milhões de brasileirs (dados de 1990) requer muito. De todos os envolvidos, governos e suas agências, grupos ecológicos e a sociedade em geral. Um esfôrço comum e isento de demagogia e burocracia atravéz de um projeto realístico que poderíamos ver como o enrêdo escrito por vários diretores para a peça A Floresta de Interesses Incivilizados.

A segurança nacional e a
ligação ao Oceano Pacífico

Mas a ecologia não é apenas o principal fator no complexo problema envolvendo a Amazônia. A segurança nacional do Brasil com suas inabitadas fronteiras de milhares de quilometros, o escoamento das riquezas naturais e da produção agricola com a abertura de rodovias que possibilitarão a ligação do Brasil com o Oceano Pacífico, são entre muitos outros, fatores significativos no contexto dos interesses nacionais.
O potencial hidrelétrico a qual concentra perto de 20 % das reservas de água dôce existentes no nosso Planeta, como é o caso da Usina Tucurui, com a capaidade de geração de oito mil kilowatts por hora com um volume de quase 47 milhões de metros cúbicos de um lago artificial de 2413 quilômetros quadrados. Até o ano 2000 deverão estar funcionando onze usinas hidrelétricas que produziram um total de 21 milhões de kilowatts por hora. Eles irão garantir o desenolvimento industrial e ao mesmo se transformarão em fatores inalienáves de qualquer projeto que vise melhorar as condições de de vida de 8 milhões de brasileiros que vivem nas zonas rurais e urbanas de toda a região do norte e nordeste do Brasil.

Um final feliz

Dependendo do enrêdo dessa peça teatral que hoje está sendo escrito, essa monumental produção ecológica, industrial e social poderá se tornar uma tragédia ou uma comédia com um feliz final.
Tendo o Mundo como platéia e participando indiretamente devido aos reflexos que a destruição da Floresta Amazônica poderá influir na atmósfera terrestre nos próximos anos, devemos ser profundamente cautelosos. A exploração e desenvolvimento dessa imensa área do globo deverá se desenvolver através de múltiplos projetos, intrinsicamente ligados, garantindo assim um permanente equilíbrio no choque e confronação de forças e interesses opostos, mas que entretanto visam ao mesmo tempo um objetivo comum: trazer a Amazônia para a realidade do Século XX.
Só assim, daqui a trinta ou quarenta anos, a platéia dessa imaginária peça teatral, na qual certamente não estaremos presentes, mas nela estarão nossos filhos e netos espalhados por nosso Planeta que irão aplaudir de pé. Eles irão se confratenizar com o elenco e os produtores que transformaram a realidade da Floresta de Interesses Incivilizados, num memorável sucesso.
Resultado de um trabalho de anos e a preocupação que hoje temos, acordados que fomos por aquele tiro disparado no que então será um distante mês de dezembro de 1998.




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