Carro movido a ar-comprimido chega ao mercado
Estão chegando ao mercado os primeiros carros movidos a ar-comprimido. Pelo menos ao mercado da Índia, onde a MDI International, pertencente a Guy Négre, ex-engenheiro da Fórmula 1, fechou um acordo com a maior fabricante de automóveis do país, a Tata Motors.
Négre é o responsável pelo projeto do MiniCat e do CityCat, dois pequenos veículos com carroceria em fibra de vidro e cujo motor funciona unicamente com o ar-comprimido armazenado em um tanque muito parecido com o tanque de gás natural já largamente utilizado no Brasil.
Assista o vídeo em português feita pela Discovey Channel. Clique aqui.

A empresa planeja produzir 6.000 unidades do carro a ar já em 2008, em diversas versões. A carroceria de fibra não é o único fator responsável pelo baixo peso do veículo, que viabilizou a utilização do motor a ar: uma tecnologia de multiplexação permite que todos os equipamentos elétricos do veículo sejam acionados por um único fio - microprocessadores identificam quando o comando se refere à lâmpada do pisca-pisca ou ao limpador de pára-brisas, por exemplo. Só no chicote elétrico, um dos componentes individuais mais caros de um automóvel, foram economizados 22 quilos.
Os pequenos carros a ar-comprimido atingem velocidades de até 110 km/h, com uma autonomia de 200 quilômetros. O reabastecimento é fácil e rápido, podendo ser feito em poucos minutos em estações dotadas de compressores industriais. Mas o proprietário também tem a alternativa de recarregar o tanque em casa mesmo, utilizando um pequeno compressor embutido no veículo. Nesse caso, a recarga do tanque leva quatro horas.
A Tata Motors tem uma joint-venture com a Marcopolo, fabricante brasileira de carrocerias para ônibus. Não foram divulgadas informações sobre a possibilidade de que o carro a ar-comprimido venha a ser fabricado no Brasil.
Carro a ar comprimido atrai 600 pessoas em São Paulo e MDI fecha contrato de 25 milhões de dólares.
O empresário espanhol Martin Vuezas, que está construindo três fábricas licenciadas dos carros movidos a ar comprimido em Portugal, arrematou três das sete unidades a serem construídas no Brasil por 25 milhões de dólares
A indústria francesa Motor Develompent International, MDI, anunciou no dia 26 de outubro, que três das sete licenças de fabricação dos veículos movidos a ar comprimido, no Brasil, foram compradas pelo mesmo grupo empresarial que está
construindo as fábricas de Portugal.
O anúncio foi feito durante a apresentação do projeto no Hotel Sheraton Mofarrej, na cidade de São Paulo, na presença cerca de 600 pessoas entre empresários, engenheiros, futuros consumidores e jornalistas.
O Instituto de Tecnologia Mauá, que produz testes de automóveis com a Folha de S. Paulo, ofereceu publicamente os testes quando os veículos forem enviados ao país.
Durante o evento a diretoria da MDI apresentou programas de televisão feitos sobre o carro movido a ar em diversas emissoras, incluindo a ABC News, a CBS, diversos programas europeus e várias reportagens em revistas, incluindo a Time e a Wired e uma mensagem do inventor do motor a ar comprimido.
FÁBRICAS NO BRASIL: 3 JÁ FORAM VENDIDAS São Paulo tinha três licenças industriais para instalação de
pequenas montadoras cobrindo todo o Estado, cada uma exigindo um investimento mínimo de 8 milhões de dólares. As três licenças foram compradas pela VMA Portugal (Veículos Movidos a Ar), pertencente ao empresário espanhol Martin Vuezas. A empresa está procurando novos sócios para Porto Alegre, Rio de Janeiro, Brasília e Recife.
Além das fábricas, a MDI busca fornecedores de materiais e serviços, postos de abastecimento (de tanques de ar, naturalmente), manutenção… que serão usados no Brasil. Considerando a base instalada de fábricas brasileiras voltadas a indústria automotiva isso não deverá ser problema.
MAIS DE 1.500 PESSOAS JÁ PEDIRAM O CARRO
O executivo espanhol Miguel Celades anunciou que, em menos de 30 dias, mais de 1500 pessoas se cadastraram no site brasileiro da empresa pedindo para serem informadas quando o carro estiver disponível, para que tenham opção preferencial de compra. Como cada uma das indústrias terá uma capacidade de produção muito pequena (entre 2 e 6 mil veículos por ano) os consumidores que se cadastraram terão preferência.
O governo brasileiro não permitiu que o protótipo do carro fosse embarcado para o Brasil, pois teriam que considerar isso importação. O problema é que a MDI do Brasil, ainda não existe e, portanto, não poderia garantir que o carro estivesse sendo enviado para uma exibição - um problema que, certamente, não existe na Europa.
Entre os diretores da empresa estiveram presentes Paul Durand, representando a central francesa e Isabel Jones, representante da VMA Portugal, que irá lançar a MDI do Brasil S/A, com sede em São Paulo.
Para resolver a questão, a empresa está montando uma “missão de empresários e jornalistas” que irá para a cidade de Nice, na primeira ou segunda semana de novembro, conhecer a fábrica e os carros que estão em teste no continente europeu.
Fontes: www.inovacaotecnologica.com.br e www.america-magica.com.br
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Na verdade pelo que venho investigando o carro movido a ar comprimido bem como todos os motores que são movidos a combustíveis podem serem movidos pelo ar comprimido com uma grande vantagem porque sua energia é a solar que é gratis e limpa. Só para se ter uma idéa a respeito, tenho uma lista de sites que provam com documentos inclusive históricos que é assim que funciona. O calor armazenado continuamente na atmosfera pelo sol, independente de dia claro ou escuro, bem como noite, fica na camada atmosferica que por sua vez ao ser comprimido é extraído como fonte de energia. Basta conhecer como funciona uma geladeira que dá para ter certeza disto. Ela consome energia porque retira calor de um ambiente fechado em que a temperatura fica menor que a externa. Mas um processo inverso pode acumular calor infinitamente, que transformado move qualquer motor de acordo com seu dimensionamento; bem como se retroalimentar, sobrando energia mecânica utilizável limpa e de graça.
Qualquer interessado pode entrar no meu site, visitar o principal deles e solicitar o texto citado com a lista dos demais. Porém só o faço de acordo com disponibilidade de tempo.