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Brasil desponta como um dos países mais promissores na produção de orgânicos

Dois anos depois de ser tema da maior feira internacional de produtos orgânicos na Alemanha, Brasil ganha espaço no setor que movimenta US$ 12 bilhões em todo o mundo

Por apresentar uma oferta diversificada, o Brasil já ocupa posição privilegiada entre os países produtores de orgânicos, embora ainda precise desenvolver os recursos que o promoverão da vaga de fornecedor de matérias-primas para a de exportador de gêneros para o consumo direto. A constatação não escapou à delegação brasileira  que participou da mais recente edição da Biofach, realizada entre os dias 15 e 18 de fevereiro passado, em Nurembergue, Alemanha. A feira reuniu  2.566 expositores de 116 países e  atraiu 45 mil visitantes.

Em franca expansão, o mercado internacional – que  já absorve 70% da produção brasileira – busca soluções para uma demanda que cresce aceleradamente. Faltam produtos e o Brasil, com seus mais de seis milhões de hectares ainda por cultivar, é forte candidato à segunda colocação, atrás da Austrália, líder do segmento (oito milhões de hectares plantados). “Se fizer o dever de casa com louvor, o Brasil poderá ter um papel importante na mudança deste quadro”, disse Ming Chao Liu, gerente do projeto Organics Brasil, uma iniciativa surgida no Paraná desenvolvida pela APEX-Brasil (Agência de Desenvolvimento de Exportações e Investimentos) e o IPD (Instituto Paraná Desenvolvimento). O programa, cuja meta é capacitar novos produtores (e apoiar os já existentes) foi estendido a outros estados do país por recomendação da Agência, que há cinco anos organiza a presença brasileira na Biofach. Este ano, com o apoio da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha (AHK), a APEX-Brasil levou 36 expositores a Nurembergue, entre representantes de 25 empresas, quatro associações e sete cooperativas de 13 estados.

Metas

A imagem de grande provedor de ingredientes  – a exemplo de café, cacau, açúcar, cereais e soja – precisará ser modificada, para que o país passe a ser reconhecido como fornecedor de produtos finalizados como biscoitos, cookies, sucos e geléias, “até chegar num nível de sofisticação maior, como o dos cosméticos”, completou Chao Liu. De acordo com ele, esta mudança começaria pela regulamentação do setor de orgânicos (cuja legislação é aguardada para este ano), passaria pela convergência da produção para um mesmo pólo – em termos atuais, ela está ‘pulverizada’ pelo país –, e pela superação da pouca estrutura logística. Uma vez cumpridos, estes objetivos reforçarão o aspecto em que o Brasil está mais bem preparado – o das certificações.

“Em meio a este  processo”, continuou Chao Liu, “esperamos que surjam empresas capazes de utilizar estas matérias-primas internamente, e que consigam agregar valores aos produtos de quem quer, mas não pode exportar”. Até 2009, o projeto Organics Brasil pretende fixar  a Marca Brasil como um selo de produtos genuinamente nacionais. A intenção é movimentar a cadeia produtiva, criar empregos e fazer com que os benefícios resultantes destes procedimentos permaneçam dentro das fronteiras brasileiras. Além de atestar a confiabilidade  do produtor/empresa, a participação numa feira deste porte estabelece o contato visual necessário a essa transformação. “A Biofach é uma ótima oportunidade para conhecer a concorrência e gerar novas parcerias. Os resultados que o Brasil vem obtendo demonstra que o trabalho de estruturar o setor está no caminho certo. Principalmente no que se refere aos pequenos produtores que iniciam uma bem-sucedida trajetória no mercado externo”, observa o presidente da APEX-Brasil, Juan Quirós.

Perspectivas

Em cinco anos, a Biofach rendeu ao Brasil negócios no valor de US$ 92 milhões.  O evento também continua a prosperar: comparado a 2006, o número de expositores cresceu 23% (2/3 de estrangeiros), e o de visitantes, 20%. País-tema de 2007, a Itália  compareceu com 356 participantes.  Jordânia, Letônia, Liechtenstein, Malásia e Chipre compuseram o grupo dos estreantes. Em área ocupada, a NürnbergMesse, empresa detentora da marca, anunciou uma ampliação de 18%. Além de expositor, o Brasil é o hospedeiro de uma das quatro filiais da Feira – a Biofach América Latina -, que acontecerá em outubro próximo, em São Paulo. Com o apoio da Trend Operadora, foi realizado um sorteio de uma viagem entre os compradores que estiveram no estande brasileiro para participar da próxima edição da Biofach América Latina. A vencedora do concurso foi a bióloga mexicana Alma Rosa. Embora desejasse visitar a Biofach brasileira, ela temia não poder fazê-lo por falta de recursos.

Já no primeiro dos quatro dias de Feira,  ficou claro para os brasileiros que a ida a Nurembergue foi uma decisão acertada. O saldo de US$ 850 mil em negócios fechados no próprio evento e a perspectiva do fechamento de outros US$ 17 milhões em vendas nos próximos 12 meses corresponderam às expectativas dos expositores. Juan Quirós, presidente da APEX-Brasil que desde 2003 acompanha a Feira, também usou o conceito de “lição de casa” para demonstrar que a ação prévia é o comportamento-chave para fazer  boas vendas no exterior. “Os resultados muitas vezes não são imediatos, mas quando a empresa faz o dever de casa, procura os compradores e distribuidores antecipadamente, a vinda à Feira promove o contato pessoal fundamental para o fechamento dos negócios”, disse.

Quirós ressaltou que a APEX-Brasil busca  o desenvolvimento de uma “cultura exportadora”. Ainda segundo ele, a  continuidade do trabalho junto aos produtores tem favorecido a diversificação e o salto qualitativo dos produtos brasileiros, fatores decisivos para que importadores tenham no Brasil um fornecedor indispensável. Durante a Biofach, as estratégias para o progresso do setor no país foram demonstradas no seminário “Mercado Brasileiro”, apresentado por Maria Beatriz Costa, diretora da Planeta Orgânico, empresa co-organizadora da Biofach América Latina.

Incluído pela primeira vez  no programa da Biofach alemã, o seminário atraiu um público em que se destacaram parceiros comerciais de longa data. “Pude observar vários compradores que já têm relações com vários projetos da APEX-Brasil. São formadores de opinião em seus próprios países que puderam constatar que o mercado brasileiro tem amadurecido e melhorado”, disse Eduardo Caldas, técnico da Agência e um dos palestrantes, ao lado de Ming Chao Liu, e de Fábio Ramos, diretor da Agrosuisse, empresa de consultoria agropecuária e agroindustrial.

“O seminário foi uma conquista pela qual trabalhamos muito”, frisou Maria Beatriz Costa. Ela destacou a importância do tema Sustentabilidade, sempre atual quando o assunto é o setor brasileiro de orgânicos. “É preciso divulgar uma boa imagem do Brasil, por meio dos inúmeros projetos de que o país dispõe, sobretudo na Amazônia”. Para marcar o início dessa campanha, a Biofach América Latina 2007 introduzirá o “Dia da Amazônia”. A promoção tem por objetivo apresentar histórias de sucesso da região. A idéia é transformá-lo em um roadshow a ser levado para outras feiras e eventos internacionais.

Tendências

Em Nurembergue, o estande brasileiro ocupou 445m2 do pavilhão 2 do Centro de Convenções.  As instalações abrigaram desde produtos mais tradicionais como o café e a cachaça, a novidades como o açúcar e o arroz “biodinâmico” – e  a barrinha de frutas tropicais –, além de açaí, mel, própolis, conservas, destilado de mandioca, castanhas de caju e do Brasil, roupas de algodão e cosméticos. “Sermos vistos aqui será positivo para os negócios em Nova Iorque”, observou o gerente da unidade americana da Surya Cosméticos, Vinicius Vasconcelos. A empresa participou da Biofach pela primeira vez, e aproveitou a feira para lançar uma embalagem 100% biodegradável – um pote de creme hidratante com um design funcional e decorativo. A Surya já está presente nos mercados brasileiro e norte-americano e busca, por meio da Biofach, uma janela para o mercado europeu.

Para órgãos públicos e entidades, a exemplo da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), Distrito de Irrigação de Tabuleiros Litorâneos do Piauí (Ditalpi), e cooperativas estaduais, a Biofach revela-se um importante pólo de informação. “A visita a esta Feira permite traçar estratégias para desenvolver a região. Aqui se aprende também que não adianta produzir o que o mercado não vai absorver”, concluiu a coordernadora geral da Suframa, Eliany Gomes. Produtora de acerola, caju, coco e cajuína, a Ditalpi esteve pela primeira vez na Biofach. Na avaliação do gerente-executivo, Josenilto Lacerda Vasconcelos, a experiência trouxe inúmeros novos contatos e excelentes resultados. Outra estreante, a Fazenda&Casa, do município de Gaspar (SC), representada pela responsável pelas exportações da empresa, Neusa Felipi, levou um contingente de geléias, conservas, cereais e frutas desidratadas. “Deu para ter uma idéia abrangente de como funciona o mercado”, avaliou a representante.

Informação foi também a maior aquisição que o Instituto Biodinâmico (IBD) fez na Biofach da Alemanha. Atualidades quanto às certificações e à legislação internacionais estão entre os principais interesses do órgão, um dos mais antigos representantes do Brasil na Feira. Gwendal Bellocq, gerente de certificações do órgão,  ressaltou o papel da APEX-Brasil no crescimento e na profissionalização da participação brasileira. Para ele, esta evolução será intensificada  a partir da regulamentação do setor, o que incrementará as vendas brasileiras para o exterior e facilitará o crédito para pesquisa. Assim como o IBD, o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA)  também esteve presente à Feira. Por meio do órgão, pequenos produtores de café da Bahia e de Minas Gerais puderam participar da Biofach em forma de pool .

Mercado

“Nossos orgânicos têm vantagem comparativa interessante, já que o país é sempre lembrado por sua exuberante natureza”, lembrou Eduardo Caldas ao comentar o aspecto da concorrência internacional. Esta diversidade e exclusividade de matérias-primas associadas à insuficiência da produção mundial dão ao Brasil uma vantagem singular, na opinião de Ming Chao Liu. Segundo ele, enquanto a demanda estiver acima da capacidade de produção, falar em concorrência é um equívoco. “Concorrência é desculpa para quem não consegue fazer o que tem que ser feito”.

Mais informações

Maria Selma dos Santos – (11) 3039-0680 (Maria.Selma@lvba.com.br)

Jean Ney – (11) 3039-0692 (jean.ney@lvba.com.br)

Denise Souza – (11) 3039-0696 (denise.souza@lvba.com.br)

Flávia Regina Valsani – (11) 3039-0656 (flavia.valsani@lvba.com.br)




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