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Projeto “Smart Orelhão” dá nova utilidade aos telefones esquecidos da cidade de SP

A ação informará aos usuários os horários e as linhas de ônibus que servem o perímetro

São Paulo, agosto de 2016 – A cidade de São Paulo tem aproximadamente 25 mil orelhões praticamente desativados. Segundo dados da ANATEL (Agência Nacional de Telecomunicações), cada um deles é usado, em média, duas vezes por dia. Enquanto isso, 2,7 milhões de pessoas que se locomovem por semana utilizando o serviço de ônibus da cidade não possuem internet no celular. Como dar uma nova função aos telefones públicos e fazer com que, de fato, os aparelhos tenham um impacto significativo na vida do cidadão?

Repensar o mobiliário urbano e transformar os objetos que caíram em desuso é uma das propostas do Festival Red Bull Basement por meio da ação “Smart Orelhão”, desenvolvida pela LDC Agency . Os telefones, que muitas vezes estão instalados próximos aos mais de seis mil pontos de ônibus distribuídos pela cidade de São Paulo, serão hackeados, ou seja se transformarão, a partir dessa segunda-feira, 15 de agosto, em centros de informações acerca de horários e itinerários das linhas de ônibus que circulam naquele perímetro.

Ao usuário basta uma ligação gratuita para o número 0800 887 0878 e o sistema, automaticamente, identificará de qual orelhão ele está ligando e o informará sobre os horários e as linhas de ônibus que servem o ponto de ônibus mais próximo. O orelhão funciona como uma central que, ativada por geolocalização, é capaz de mapear o perímetro e produzir dados úteis aos cidadãos.

Video abaixo:
https://www.facebook.com/RedBullStation/videos/1225849797465636/?__mref=message

Sobre o Red Bull Basement:

Red Bull Basement é um espaço de produção, pesquisa e difusão de projetos que exploram formas colaborativas de experimentação com mídias digitais, que desenvolve a colaboração e troca entre pessoas e coletivos com diferentes perfis: programadores, hackers, desenvolvedores de software e makers.

Em sua segunda edição, que acontece no dia 20 de agosto, de forma gratuita, no Red Bull Station, em São Paulo, o Red Bull Basement oferece atividades como workshops, hackathons, discussões e oficinas, além de um programa de residência com o objetivo de apoiar iniciativas de pesquisa criativa e produção de projetos experimentais visionários que usem tecnologias digitais para repensar formas e soluções de viver o cotidiano na cidade.

 

Confira a programação completa abaixo:

Auditório

11h45 – 13h – Economia Circular

Como as tecnologias, os novos modelos de negócios, a alteração das lógicas de fornecimento de matéria-prima, além de práticas e soluções no modelo “bottom-up” – que vão crescendo de baixo para cima, à medida que funcionam com as camadas menores – colaborarão com cidades mais sustentáveis e também mais habitáveis?

Participantes: Luciana Oliveira, Pedro Themotheo e Guilherme Brammer (moderador).

Luciana Oliveira é CEO e co-fundadora da New Hope Ecotech, empresa de tecnologia e impacto social voltada para o setor de reciclagem. Pedro Themotheo é sócio da empresa Matéria Brasil e trabalha com sustentabilidade e projetos open source. Já Guilherme Brammer é CEO da WiseWaste e GreenBusiness.

14h30 – 15h30 – Prototipagem na Prática

Se agora é mais fácil para criar um protótipo, racionalizar e industrializá-lo continua a ser uma questão complicada. A ideia desta sessão é mostrar a riqueza do ecossistema de fabricação chinês, sua flexibilidade e agilidade, que permite que se produza rapidamente objetos e projetos em grandes ou pequenas quantidades a um baixo custo.

Participantes: Cyril Ebersweiler (introdução em vídeo), Heloísa Neves, Wesley Schwab e Paulo Henrique. Cyril Ebersweiler é sócio da SOSV e fundador da HAX. Heloisa Neves é criadora da WE FAB, empresa que tem como base as metodologias colaborativas aplicadas a processos de inovação. Paulo Henrique “pH” Silva é fundador do Curta Circuitos, e Wesley Schwab é Global SME Transformation da Telefônica.

15h45 – 17h – Tecnologia e Mobilidade no Futuro

As tecnologias digitais estão agora em todos os lugares para facilitar e tornar a mobilidade urbana mais sustentável, questão prioritária nos dias atuais. São encontradas em bicicletas de autosserviço, nos aplicativos de carona solidária e em táxis conectados. Elas ajudam a dar mais fluidez à multimobilidade. Qual será o futuro desse cenário? Poderemos usar essas tecnologias nos próximos anos para conquistarmos uma mobilidade livre, sustentável e pacífica?

Participantes: Ricardo Marar (moderador), Anthony Ling e Mateus Silveira. Ricardo Marar é Ph.D. em transportes pela Universidade de Londres e pós-doutor pela Universidade de Brasília em Ferramentas de Designhinking para Inovação de Empreendedores em Mobilidade Urbana. Anthony Ling é co-fundador e CEO da Bora, startup em tecnologia de transporte, e editor do site de urbanismo Caos Planejado. Mateus Silveira é designer de produto e acompanha projetos que estimulam novas práticas para abordar questões que impactam na sustentabilidade de empresas a longo prazo.

17h15 – 18h30 – Cidades Abertas: como a atitude maker e as tecnologias estão reinventando a vida urbana?

As práticas ágeis, a inovação ascendente, a cultura de colaboração e a abertura são fundamentais para o movimento maker. O que pode acontecer quando aplicamos estas metodologias para a cidade? Como uma cidade mais aberta e reticulada se torna uma plataforma que permite a seus habitantes se reapropriar dela? Como o movimento maker e a tecnologia podem “hackeá-la”, oferecendo uma governança mais democrática? Como a cidade pode ser não somente “inteligente” usando de grandes tecnologias fechadas e dedicadas ao ganho de produtividade, mas sim aberta, ágil e familiar?

Participantes: Tomás Vivanco, Ricardo Ruiz Freire e Heloisa Neves (moderadora). Tomas Vivanco é co-diretor do Fab Lab Santiago. Ricardo Ruiz é Coordenador de Projetos no InCiti – Inovação e Pesquisa sobre as Cidades (UFPE) e CEO da 3Ecologias. Heloisa Neves é criadora da WE FAB, empresa que tem como base as metodologias colaborativas aplicadas a processos de inovação.

Térreo

10h30 – 17h – Café Reparo

A ação reúne coletivos e grupos ligados a cultura hacker que ajudarão o público na manutenção e na reparação de equipamentos.

O Café Reparo é um projeto de difusão da cultura hacker, cuja missão é estimular a curiosidade sobre como as coisas funcionam. Visando interromper o ciclo do descarte e retomar ou dar novos usos a equipamentos existentes, o Café Reparo reúne convidados, coletivos e utilizadores de computadores e equipamentos elétricos e eletrônicos a pessoas interessadas em reparar seus objetos. O objetivo é aprender a fazer pequenos reparos, aumentando a vida útil de artigos considerados descartáveis. Saiba mais: https://www.facebook.com/RedBullStation/videos.

Makerspace

11h30 – 13h30 – Oficina teórica e prática: Montando sua placa Arduíno

Aula teórica e prática para os iniciantes que querem saber mais sobre Arduíno. Aprenda a fazer um circuito de TV-B-gone com a placa Arduíno – uma espécie de controle remoto universal capaz de transmitir os códigos de desligamento para cerca de 98% das televisões do mundo. Ministrada por Afonso Coutinho, monitor do Makerspace do Red Bull Station. Capacidade: 12 pessoas. Participação por ordem de chegada, não é necessária inscrição.

16h – 18h – Oficina de solda básica – Montando sua placa Arduíno

Aula prática com os primeiros passos de como fazer solda de componentes eletrônicos e sobre os itens necessários para uma placa Arduíno. Ministrada por Afonso Coutinho, monitor do Makerspace do Red Bull Station. Capacidade: 12 pessoas. Participação por ordem de chegada, não é necessária inscrição.

Sobre Afonso Coutinho

Autodidata em programação e membro do Garoa Hacker Clube, Afonso sempre trabalhou com tecnologia. Atualmente, ele é monitor do Makerspace do Red Bull Station.

15h30 – 17h – Apresentação de projetos da Residência Hacker – Red Bull Basement

Os cinco projetos selecionados serão expostos e seus criadores apresentarão ao público  ideia, protótipo e processo de desenvolvimento de cada um.

Projetos:
Samanta Fluture: Moskito Livre
Diogo Tolezano e Pedro Godoy: Pluvi.on
Giovanna Casimiro e Lina Lopes: Balanços Inter-afetivos
Ricardo Almeida: Sala-bolha
Sara Lana Gonçalves da Costa: Pontos surdos, cegos e mudos de SP

Para saber mais sobre a residência e cada projeto, visite: http://www.redbullbasement.com.br/index.php/residencia/

Galeria principal

10h30 – 20h – Instalação imersiva “Intensidade Código”, de Dimitre Lima

O artista expõe um trabalho com LED no corredor de entrada do Red Bull Station e também uma instalação de luzes e sons na Galeria Principal do local.

Sobre Dimitre Lima

Dimitre Lima nasceu no Rio Grande do Sul e é um designer gráfico multifacetado, que estende a sua ação à música, à programação ou à criação de websites como o Dmtr.org, onde expõe as suas criações. Voltado para o experimentalismo, ele utiliza e mistura vários métodos como o desenho, a gravura, a animação digital ou o código, universos que imprimem uma abordagem mais dinâmica ao uso do computador.

Na base da inspiração de Dimitre Lima está um desejo de ampliar virtualmente as formas gráficas para a vida real do espectador, em interessantes fusões factual/ ilusão, que quebram a barreira da realidade.

Festival Red Bull Basement @ Red Bull Station
Data: 
20 de agosto de 2016 (sábado)
Horário: das 10h30 às 19h
Local: Red Bull Station
Endereço: Praça da Bandeira, 137 – Centro – São Paulo
Telefone: 11 3107-5065
Censura: Livre
Entrada: Evento gratuito
Site: http://www.redbullbasement.com.br/

 

 

Startup oferece energia solar por assinatura

O serviço pioneiro já está disponível na capital paranaense, com planos a partir de R$ 19,90, e em breve estará disponível em outras regiões do país

 

CURITIBA, 15/08/2016 – Desde 2012, a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) garante a possibilidade de micro e minigeração doméstica de energia por meio da resolução normativa nº 482. Ou seja, ela permite que o consumidor instale pequenos geradores, tais como painéis solares ou microturbinas eólicas, em suas residências ou comércio. Considerando que no atual sistema de energia elétrica os consumidores são totalmente dependentes das distribuidoras locais, que são as responsáveis por todo o processo de compra e instalação, a oportunidade de gerar sua própria eletricidade pode significar uma considerável redução no valor da fatura.

Uma das alternativas mais viáveis é a geração de energia por meio de painéis solares fotovoltaicos instalados nos telhados das residências. A tecnologia funciona absorvendo a luz do sol e convertendo em eletricidade, porém, embora o retorno seja garantido os custos para compra e instalação dos mecanismos são altos. Este impasse foi o estímulo encontrado pela startup curitibana Renova Green para criar o seu recém-lançado modelo de negócio.

Inspirados pelo case de sucesso da empresa norte americana Solar City, maior instaladora de painéis fotovoltaicos dos Estados Unidos, a startup decidiu operacionalizar a geração de energia solar doméstica no Brasil, que gera em média uma economia de mais de R$ 40,00 por mês na conta de luz. Ao invés de vender e instalar os equipamentos, eles optaram pela comercialização do serviço e adotaram um sistema similar aos planos de TV por assinatura, no qual o equipamento fica na casa do cliente em comodato, com planos comerciais e residenciais a partir de R$ 19,90 (taxa de instalação: R$ 199,00).

Apoiados pela aceleradora ISAE Business, programa do Instituto Superior de Administração e Economia (ISAE), de Curitiba, a empresa pretende se firmar no mercado local para posteriormente captar recursos e atender todo o Brasil. Para Reinaldo Cardoso, um dos fundadores da startup, a tecnologia tem um grande potencial de expansão. “De acordo com a ANEEL, até 2.024 teremos mais 1.2 milhões de sistemas fotovoltaicos instalados em telhados por todo o Brasil. Temos certeza que os brasileiros irão abraçar essa causa assim que conhecerem o nosso sistema”, detalha.

Segundo o idealizador do projeto, que hoje já conta com 10 usuários cadastrados na capital, em um país que apesar de possuir um dos maiores potenciais de energia solar do planeta, gera quase toda sua eletricidade por meio das usinas hidrelétricas, a iniciativa representa uma transformação no setor. “Além de disponibilizar uma fonte com menor impacto ambiental oferece melhor custo/benefício para o consumidor”, completa Cardoso.

Para mais informações sobre o projeto pioneiro, acesse o site www.renovagreen.com.br.

PL que substitui Lei dos Agrotóxicos representa retrocesso, dizem pesquisadores

Para a Associação Nacional da Agroecologia, a medida vai contra a tendência mundial de abandonar defensivos

Em discussão realizada na tarde desta terça-feira (31), a Comissão Especial sobre Defensivos Agrícolas da Câmara Federal debateu o Projeto de Lei n 3200/15, que substitui a atual Lei dos Agrotóxicos (7.802/89). De interesse de representantes do agronegócio, a proposta é criticada por pesquisadores e movimentos que pedem o banimento do uso desses produtos.

De autoria do deputado Covatti Filho (PP/RS), o projeto dispõe sobre a regulamentação do uso de defensivos e demais produtos de controle ambiental. Na opinião do pesquisador Marcelo Firpo Porto, da Associação Nacional da Agroecologia, a medida representaria um retrocesso, tendo em vista a tendência mundial de abandono do uso desses produtos. “Há um movimento crescente de redução e o caminho aponta para o banimento do uso dessas substâncias. Como pode o Brasil caminhar na direção contrária”?, questiona.

Ele lembra ainda que, desde 2008, o país é o maior consumidor desses produtos. Em média, são utilizados 12 litros de veneno para cada hectare e 7 litros ao ano por habitante. “Isso deveria envergonhar qualquer brasileiro”, critica.

Entre outras coisas, o PL substitui o nome “agrotóxico” pela expressão “defensivos fitossanitários”, o que, na opinião dos opositores, seria um cosmético para ocultar interesses econômicos e dificultar o acesso à informação. “É como se quisessem esconder do consumidor o que ele está consumindo, por isso nós somos contra essa nomenclatura”, afirma Carla Bueno, representante da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida. O movimento congrega dezenas de entidades que lutam pelo fim do uso de veneno na agricultura.

Centralização de tarefas e saúde pública

Outro ponto polêmico do projeto é a criação da Comissão Técnica Nacional de Fitossanitários (CTNFito), cuja finalidade seria produzir pareceres técnicos conclusivos aos pedidos de avaliação de novos defensivos e afins. Vinculada ao Ministério da Agricultura, ela centralizaria competências que atualmente são distribuídas entre vários órgãos, como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Para os membros da Campanha, a iniciativa representaria um risco para a saúde pública porque lançaria um olhar unilateral sobre os produtos. “A descentralização traz mais segurança para avaliar o impacto dos agrotóxicos. Colocar tudo no Ministério é aderir a uma visão meramente agrícola. Isso é muito limitador”, aponta Carla.

Ela destaca ainda que a Lei dos Agrotóxicos, que resultou de uma mobilização coletiva, é referência na América Latina e que poderia ser aprimorada, não revogada. “Nós precisamos caminhar no sentido de erradicar, e não de fortalecer o uso de agrotóxicos, que é o que está por trás desse projeto. Seria um retrocesso em termos de legislação”, avalia.

Na ocasião, Marcelo Firpo Porto defendeu que o abandono do uso de agrotóxicos estaria dentro do papel do Estado de zelar pela vida e pela saúde humana.

“São diversos os efeitos agudos e crônicos causados pela exposição a esses produtos. Entre outras coisas, essas substâncias são associadas a varios tipos de câncer”, ressaltou o pesquisador, reiterando que o Brasil estaria caminhando na contramão dos avanços globais. “Esse PL 3200 é um retrocesso sanitário, ambiental e civilizatório”, defendeu.

Visão econômica

Sem firmar publicamente um posicionamento institucional sobre o PL, o pesquisador da Embrapa Soja Decio Luiz Gazzoni destacou o peso econômico do agronegócio e argumentou que o país precisará aumentar a produção no futuro a médio e longo prazo. Na visão dele, a ampliação do mercado e a conquista de novos clientes seria algo estratégico e necessário nas circunstâncias modernas.

“O contexto tropical é muito vantajoso para essa atividade econômica, e nós temos diversidade de cultivos, de solos e climas. (…) Nas próximas quatro décadas, o Brasil será chamado a ser protagonista do fornecimento de produtos agrícolas porque ele tem condições muito favoráveis em comparação com os demais países”, disse.

Andamento do PL

Para o relator do Projeto de Lei n 3200/15 na Comissão Especial sobre Defensivos Agrícolas, deputado Luiz Nishimori (PR/PR), o tema é polêmico e pede um maior detalhamento das discussões. “Nós ainda precisamos nos debruçar melhor sobre essa questão porque os dois lados têm argumentos muito pertinentes”, disse. Ele informou que ainda serão realizadas diversas audiências para dar seguimento ao debate, e que a pauta pode demorar até um ano para ser votada.

Publicado Originalmente em: Brasil de Fato

Se você quiser fazer pressão nos deputados que estão na comissão especial que avalia esse processo, acesse: www.contraagrotoxicos.org

 

Existem atos de repúdio ao PL: Agapan Em Pratos Limpos

 

XV Encontro Verde das Américas, o “Greenmeeting 2016”

Fórum que visa reunir tecnólogos, pesquisadores, autoridades, representantes de empresas e autarquias, órgãos ambientais, professores e alunos universitários, representantes de instituições nacionais e internacionais, bem como diplomatas de vários continentes, com o proposito de realizar um importante debate em prol de soluções para as principais questões socioambientais e econômicas do Brasil e do hemisfério.

Nos dias 28 e 29 de setembro de 2016 em Brasília/DF.
Inscrições gratuitas em: http://www.greenmeeting.org/novoportal/

Evento Sustentar

O 9º SUSTENTAR – Fórum Internacional pelo Desenvolvimento Sustentável já tem datas definidas para as edições BH e SP.

 

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