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Economia Ecoeficiente faz empresas serem mais prósperas no mercado

A ecoeficiência delineia uma nova economia no setor industrial, que movimenta o desenvolvimento de tecnologias, soluções integradas, atividades profissionais multidisciplinares e negócios promissores. Os mais atuantes players deste mercado estarão na XVIII FIMAI ECOMONDO, em outubro

Evoluir em sintonia com a questão ambiental faz parte da regra de mercado para as empresas que trabalham com o objetivo de consolidar a lucratividade em seus negócios. No Brasil, este movimento vem ganhando espaço desde meados de 1980 quando as empresas foram saindo do método comando-controle por exigência dos órgãos ambientais e passaram a considerar que reduzir desperdícios também diminuía os gastos e aumentava a competitividade. E, desde então, a busca pelo desenvolvimento sustentável vem se fortalecendo e delineando uma nova economia no setor industrial mais dinâmica e abrangente, baseada na ecoeficiência.

Em nível global, hoje é fato que empresas que inseriram esse novo modelo de economia em seus processos produtivos são mais prósperas no mercado. Com base nisso, o desafio de ser produtiva e adequada com os pilares da sustentabilidade fomentam um mercado ambiental promissor que envolve o desenvolvimento de tecnologias, aplicação de sistemas de gestão, soluções integradas, atividades multidisciplinares e capacitação profissional contínua, entre outras ferramentas.

Como indutora deste mercado há 18 anos, a FIMAI ECOMONDO Brasil, que acontece entre os dias 4 e 6 de outubro, no Pavilhão Verde, do Expo Center Norte, em São Paulo, SP, atua para incentivar iniciativas em prol da indústria e negócios em sintonia com esse modelo promissor. Pioneiro na América Latina, o evento é a grande vitrine do setor, com exposição de tecnologias, serviços e soluções inovadoras nas áreas de Energia, Resíduos, Água, Saneamento, Reciclagem, Emissões, Laboratórios, Emergências Ambientais, entre outros.

Da teoria à prática

Para reforçar esse protagonismo, esta edição da feira traz destaques que vão mostrar, na prática, a inserção da economia ecoeficiente em alguns modelos de negócios.

Um deles é a Rodovia Sustentável. Neste projeto, dentro da exposição teremos a simulação de uma rodovia que funciona dentro dos moldes da sustentabilidade. A simulação apresentará uma faixa de asfalto com cerca de 50 x 5 metros, interligada com outra exposição paralela, a Transpoquip Latin America 2016, onde serão integrados diversos produtos e soluções inovadoras para vias e rodovias, tudo conectado. Os visitantes irão conhecer equipamentos, insumos e tecnologias que já existem no mercado, como asfaltos ecológicos, placas solares, barreiras de ruídos, gestão de resíduos, infraestrutura verde, segurança viária e ecoturismo.

São os casos também das praças temáticas de Eficiência Energética e Resíduos/Reciclagem.  Durante os três dias de exposição os visitantes serão convidados a acompanhar processos e atividades que permitem um melhor aproveitamento e reaproveitamento de insumos e recursos dentro do conceito da Economia Circular. Com o apoio de entidades corporativas nesses setores: a Abrelpe – Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais; e Abesco – Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia, iremos apresentar o passo a passo de técnicas e sistemas que ajudam na redução do consumo de energia e na gestão adequada dos resíduos. Os visitantes poderão tirar dúvidas e interagir com os mais consagrados players nesses mercados.

Mais um projeto inovador nesta edição é a 1ª Ilha da Reciclagem Automotiva na América Latina. Neste projeto o visitante irá conhecer como funciona uma indústria reversa inteligente na cadeia automotiva. Este novo modelo de negócio foi criado para reduzir os impactos ambientais e promover a inovação e tecnologia em suas diversas vertentes do mercado automotivo nacional. Representadas pelos recuperadores, desmontes oficializados e recicladores de peças usadas, este é um novo nicho de mercado ambiental, que ganha impulso no Brasil com as novas legislações e valorização da economia ecoeficiente.

Além disso, o evento sediará uma Missão de Matchmaking B2B para PMEs com foco na gestão de resíduos conduzido pelo Low Carbon Business Action in Brasil. Patrocinado pela União Europeia, a iniciativa, que conta com apoio do Sebrae, promove o encontro de empreendedores com a economia de baixo carbono. O objetivo é aproximar 720 pequenas e médias empresas do Brasil e de 28 Estados membros da União Europeia (UE) a partir de uma série de rodadas de negócios entre agosto de 2016 a dezembro de 2017.

Com esta parceria, a FIMAI ECOMONDO Brasil vai facilitar a interação e prospecção de negócios bilaterais atendendo a demanda do pequeno e médio empreendedor no mercado ambiental. A cooperação entre PMEs do Brasil e da Europa contribui com o esforço global de combate às mudanças climáticas. Entre os benefícios para as PMEs estão inclusos custos de viagem patrocinados pela UE, receber aconselhamento e assistência  para desenvolvimento de negócios (Brasil e UE), estimular a inovação tecnológica, competitividade e sustentabilidade das PMEs, incrementar o faturamento com exportações e preparar para receber assistência financeira da UE para o desenvolvimento de parcerias no âmbito da Low Carbon Brazil.

Comitê Científico

A FIMAI ECOMONDO Brasil conta com um Comitê Científico organizador do evento, formado por presidentes e diretores das mais importantes entidades reguladoras e associações ligadas ao setor, para respaldar os critérios técnicos da feira e seminários: MMA – Ministério do Meio Ambiente, FIESP – Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas, AESabesp – Associação dos Engenheiros da Sabesp, ABPCEA – Associação Brasileira de Prevenção e Controle de Emergências Ambientais, ABETRE – Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos e Efluentes, ABRELPE – Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais, ABESCO – Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia, CEMPRE – Compromisso Empresarial para a Reciclagem, Escola Politécnica da USP – POLI-USPCETESB – Companhia Ambiental do Estado de São Paulo e IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo.

“A participação efetiva dos mais importantes players ligados à área de sustentabilidade na indústria é um diferencial para fomentar o network e negócios promissores no maior encontro de tecnologias, equipamentos, produtos e serviços ambientais da América Latina”, destaca Leonardo Cesare, coordenador da FIMAI ECOMONDO.

Em paralelo acontecem o XVIII SIMAI – Seminário Internacional de Meio Ambiente Industrial e Sustentabilidade, com temas sobre Resíduos, Energia, Água e Emissões que objetivam o atendimento às principais demandas técnica-informativas do profissional que atua no setor industrial; e a 2ª OIL SPILL Brazil Conference & Exhibition 2016, cuja programação contempla os variados âmbitos da segurança ambiental e ferramentas para o atendimento as emergências ambientais.

Serviço

FIMAI ECOMONDO Brasil

XVIII SIMAI – Seminário Internacional de Meio Ambiente Industrial e Sustentabilidade

2ª OIL SPILL Brazil Conference & Exhibition 2016

 Local: Expo Center Norte – Pavilhão Verde

Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – CEP: 02055-000

São Paulo-SP

Horário: das 11h as 20h

Data: 4, 5 e 6 de Outubro de 2016

Site: www.fimai.com.br
Entrada franca. Os seminários são pagos, com inscrições prévias no site.

Compartilhamento é solução para tempos de crise, até para bens de consumo de luxo

Sabe aquela ideia de compartilhar um apartamento na praia com amigos ou familiares para reduzir o custo? Uma empresa teve a iniciativa de tornar essa prática em negócio e faz o intermédio pra quem quer investir em imóveis e barcos pagando preço reduzido.

Em época de crise, a economia colaborativa, modalidade de relação comercial onde as pessoas trocam ou compartilham objetos e serviços, com vantagens para ambas as partes vem crescendo. Além de dividir carros e escritórios, já é possível comprar ou alugar imóveis e barcos, onde a pessoa também tem a possibilidade de se divertir e desfrutar desses bens.

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Impulsionado pela internet, o compartilhamento de casas na praia ou no campo é uma tendência na Europa que acaba de chegar ao Brasil através do empresário e advogado Marcos Nieto que criou o site querocompartilhar.com.br. Por meio desse sistema, as pessoas podem dividir as despesas com a compra e manutenção e compartilhar esses bens de forma programada.

“Além do investimento para aquisição do bem, muitas vezes, as despesas mensais e com sua manutenção acabam inviabilizando o negócio. Com o compartilhamento, a pessoa pode adquirir uma quota do imóvel, dividindo seu valor com outras pessoas. Se mais tarde ela quiser vendê-la, pode oferecer para o grupo que compartilha o imóvel com a vantagem que o valor da quota é bem menor que o de um imóvel e, com isso fica, mais fácil fechar o negócio,” acrescenta o executivo.

Com mais de 500 imóveis cadastrados, o site oferece casas e apartamentos no Guarujá, Riviera de São Lourenço, São Sebastião, Ilha Bela e Campos do Jordão com preços entre R$ 300 mil e R$ 12 milhões. Já, os barcos têm valores entre R$ 60 mil e R$ 2 milhões. A intenção do executivo é fazer novas parcerias com imobiliárias, proprietários e estaleiros para ampliar a atuação do serviço e oferecer mais opções para venda ou locação.

“Muitas vezes a pessoa que compra um imóvel para lazer acaba tendo mais prejuízos que benefícios. Como não consegue viajar com a frequência desejada por causa de outros compromissos, acaba abandonando a casa e gastando mais na hora de fazer sua manutenção e, às vezes, a estadia, que poderia ser tranquila, se torna um pesadelo”, explica Nieto.

Além da compra, o site também oferece a oportunidade de locação dos imóveis e embarcações. Se a pessoa não quiser adquirir o bem, pode aluga-lo durante um ano e depois optar por comprar uma quota. É uma forma de “experimentar” o compartilhamento e ver se gosta do sistema.

“Conheci esse formato em uma das minhas viagens ao exterior. Falei com alguns amigos e decidimos compartilhar uma casa e uma lancha. Dividimos os valores de uma mansão e de um barco em quatro quotas e também os custos mensais e a estadia da embarcação. Os R$ 8 mil que iríamos gastar por mês com a locação foram divididos em quatro partes e cada um pagava R$ 2 mil para usar a casa e o barco durante uma semana por mês, nos 12 meses do ano”, acrescenta o empresário.

Para que o compartilhamento dê certo é preciso ter alguém de fora para fazer a gestão e garantir que a casa tenha a cara do proprietário, com seus objetos pessoais e outros detalhes, para que ele possa se sentir o dono exclusivo durante a sua estadia no imóvel. Além de fazer a intermediação dos negócios, a querocompartilhar.com.br também presta o serviço de administração do compartilhamento.

“Enquanto a pessoa não usa a casa, guardamos suas coisas e quando ela for usar, arrumamos e cuidamos dos mínimos detalhes para que ela se sinta em casa. Se a pessoa quiser uma casa com as fotos da família e com a geladeira cheia, providenciamos para que ela encontre tudo da forma como pediu. Para isso cobramos uma taxa de administração que inclui os serviços que ela desejar”, justifica.

Para viabilizar o projeto, Nieto já investiu USD 80.000 e mantém uma equipe de colaboradores que fazem parcerias com imobiliárias e estaleiros para que anunciem seus bens no site. A receita da empresa é proveniente de comissão paga pelo proprietário do bem gerada com a realização dos negócios. “Através do compartilhamento quero transformar sonhos em realidade, aquecer a economia e mudar o turismo de pequena distância, estimulando as pessoas a viajarem para esses locais de veraneio”, finaliza.

Projeto “Smart Orelhão” dá nova utilidade aos telefones esquecidos da cidade de SP

A ação informará aos usuários os horários e as linhas de ônibus que servem o perímetro

São Paulo, agosto de 2016 – A cidade de São Paulo tem aproximadamente 25 mil orelhões praticamente desativados. Segundo dados da ANATEL (Agência Nacional de Telecomunicações), cada um deles é usado, em média, duas vezes por dia. Enquanto isso, 2,7 milhões de pessoas que se locomovem por semana utilizando o serviço de ônibus da cidade não possuem internet no celular. Como dar uma nova função aos telefones públicos e fazer com que, de fato, os aparelhos tenham um impacto significativo na vida do cidadão?

Repensar o mobiliário urbano e transformar os objetos que caíram em desuso é uma das propostas do Festival Red Bull Basement por meio da ação “Smart Orelhão”, desenvolvida pela LDC Agency . Os telefones, que muitas vezes estão instalados próximos aos mais de seis mil pontos de ônibus distribuídos pela cidade de São Paulo, serão hackeados, ou seja se transformarão, a partir dessa segunda-feira, 15 de agosto, em centros de informações acerca de horários e itinerários das linhas de ônibus que circulam naquele perímetro.

Ao usuário basta uma ligação gratuita para o número 0800 887 0878 e o sistema, automaticamente, identificará de qual orelhão ele está ligando e o informará sobre os horários e as linhas de ônibus que servem o ponto de ônibus mais próximo. O orelhão funciona como uma central que, ativada por geolocalização, é capaz de mapear o perímetro e produzir dados úteis aos cidadãos.

Video abaixo:
https://www.facebook.com/RedBullStation/videos/1225849797465636/?__mref=message

Sobre o Red Bull Basement:

Red Bull Basement é um espaço de produção, pesquisa e difusão de projetos que exploram formas colaborativas de experimentação com mídias digitais, que desenvolve a colaboração e troca entre pessoas e coletivos com diferentes perfis: programadores, hackers, desenvolvedores de software e makers.

Em sua segunda edição, que acontece no dia 20 de agosto, de forma gratuita, no Red Bull Station, em São Paulo, o Red Bull Basement oferece atividades como workshops, hackathons, discussões e oficinas, além de um programa de residência com o objetivo de apoiar iniciativas de pesquisa criativa e produção de projetos experimentais visionários que usem tecnologias digitais para repensar formas e soluções de viver o cotidiano na cidade.

 

Confira a programação completa abaixo:

Auditório

11h45 – 13h – Economia Circular

Como as tecnologias, os novos modelos de negócios, a alteração das lógicas de fornecimento de matéria-prima, além de práticas e soluções no modelo “bottom-up” – que vão crescendo de baixo para cima, à medida que funcionam com as camadas menores – colaborarão com cidades mais sustentáveis e também mais habitáveis?

Participantes: Luciana Oliveira, Pedro Themotheo e Guilherme Brammer (moderador).

Luciana Oliveira é CEO e co-fundadora da New Hope Ecotech, empresa de tecnologia e impacto social voltada para o setor de reciclagem. Pedro Themotheo é sócio da empresa Matéria Brasil e trabalha com sustentabilidade e projetos open source. Já Guilherme Brammer é CEO da WiseWaste e GreenBusiness.

14h30 – 15h30 – Prototipagem na Prática

Se agora é mais fácil para criar um protótipo, racionalizar e industrializá-lo continua a ser uma questão complicada. A ideia desta sessão é mostrar a riqueza do ecossistema de fabricação chinês, sua flexibilidade e agilidade, que permite que se produza rapidamente objetos e projetos em grandes ou pequenas quantidades a um baixo custo.

Participantes: Cyril Ebersweiler (introdução em vídeo), Heloísa Neves, Wesley Schwab e Paulo Henrique. Cyril Ebersweiler é sócio da SOSV e fundador da HAX. Heloisa Neves é criadora da WE FAB, empresa que tem como base as metodologias colaborativas aplicadas a processos de inovação. Paulo Henrique “pH” Silva é fundador do Curta Circuitos, e Wesley Schwab é Global SME Transformation da Telefônica.

15h45 – 17h – Tecnologia e Mobilidade no Futuro

As tecnologias digitais estão agora em todos os lugares para facilitar e tornar a mobilidade urbana mais sustentável, questão prioritária nos dias atuais. São encontradas em bicicletas de autosserviço, nos aplicativos de carona solidária e em táxis conectados. Elas ajudam a dar mais fluidez à multimobilidade. Qual será o futuro desse cenário? Poderemos usar essas tecnologias nos próximos anos para conquistarmos uma mobilidade livre, sustentável e pacífica?

Participantes: Ricardo Marar (moderador), Anthony Ling e Mateus Silveira. Ricardo Marar é Ph.D. em transportes pela Universidade de Londres e pós-doutor pela Universidade de Brasília em Ferramentas de Designhinking para Inovação de Empreendedores em Mobilidade Urbana. Anthony Ling é co-fundador e CEO da Bora, startup em tecnologia de transporte, e editor do site de urbanismo Caos Planejado. Mateus Silveira é designer de produto e acompanha projetos que estimulam novas práticas para abordar questões que impactam na sustentabilidade de empresas a longo prazo.

17h15 – 18h30 – Cidades Abertas: como a atitude maker e as tecnologias estão reinventando a vida urbana?

As práticas ágeis, a inovação ascendente, a cultura de colaboração e a abertura são fundamentais para o movimento maker. O que pode acontecer quando aplicamos estas metodologias para a cidade? Como uma cidade mais aberta e reticulada se torna uma plataforma que permite a seus habitantes se reapropriar dela? Como o movimento maker e a tecnologia podem “hackeá-la”, oferecendo uma governança mais democrática? Como a cidade pode ser não somente “inteligente” usando de grandes tecnologias fechadas e dedicadas ao ganho de produtividade, mas sim aberta, ágil e familiar?

Participantes: Tomás Vivanco, Ricardo Ruiz Freire e Heloisa Neves (moderadora). Tomas Vivanco é co-diretor do Fab Lab Santiago. Ricardo Ruiz é Coordenador de Projetos no InCiti – Inovação e Pesquisa sobre as Cidades (UFPE) e CEO da 3Ecologias. Heloisa Neves é criadora da WE FAB, empresa que tem como base as metodologias colaborativas aplicadas a processos de inovação.

Térreo

10h30 – 17h – Café Reparo

A ação reúne coletivos e grupos ligados a cultura hacker que ajudarão o público na manutenção e na reparação de equipamentos.

O Café Reparo é um projeto de difusão da cultura hacker, cuja missão é estimular a curiosidade sobre como as coisas funcionam. Visando interromper o ciclo do descarte e retomar ou dar novos usos a equipamentos existentes, o Café Reparo reúne convidados, coletivos e utilizadores de computadores e equipamentos elétricos e eletrônicos a pessoas interessadas em reparar seus objetos. O objetivo é aprender a fazer pequenos reparos, aumentando a vida útil de artigos considerados descartáveis. Saiba mais: https://www.facebook.com/RedBullStation/videos.

Makerspace

11h30 – 13h30 – Oficina teórica e prática: Montando sua placa Arduíno

Aula teórica e prática para os iniciantes que querem saber mais sobre Arduíno. Aprenda a fazer um circuito de TV-B-gone com a placa Arduíno – uma espécie de controle remoto universal capaz de transmitir os códigos de desligamento para cerca de 98% das televisões do mundo. Ministrada por Afonso Coutinho, monitor do Makerspace do Red Bull Station. Capacidade: 12 pessoas. Participação por ordem de chegada, não é necessária inscrição.

16h – 18h – Oficina de solda básica – Montando sua placa Arduíno

Aula prática com os primeiros passos de como fazer solda de componentes eletrônicos e sobre os itens necessários para uma placa Arduíno. Ministrada por Afonso Coutinho, monitor do Makerspace do Red Bull Station. Capacidade: 12 pessoas. Participação por ordem de chegada, não é necessária inscrição.

Sobre Afonso Coutinho

Autodidata em programação e membro do Garoa Hacker Clube, Afonso sempre trabalhou com tecnologia. Atualmente, ele é monitor do Makerspace do Red Bull Station.

15h30 – 17h – Apresentação de projetos da Residência Hacker – Red Bull Basement

Os cinco projetos selecionados serão expostos e seus criadores apresentarão ao público  ideia, protótipo e processo de desenvolvimento de cada um.

Projetos:
Samanta Fluture: Moskito Livre
Diogo Tolezano e Pedro Godoy: Pluvi.on
Giovanna Casimiro e Lina Lopes: Balanços Inter-afetivos
Ricardo Almeida: Sala-bolha
Sara Lana Gonçalves da Costa: Pontos surdos, cegos e mudos de SP

Para saber mais sobre a residência e cada projeto, visite: http://www.redbullbasement.com.br/index.php/residencia/

Galeria principal

10h30 – 20h – Instalação imersiva “Intensidade Código”, de Dimitre Lima

O artista expõe um trabalho com LED no corredor de entrada do Red Bull Station e também uma instalação de luzes e sons na Galeria Principal do local.

Sobre Dimitre Lima

Dimitre Lima nasceu no Rio Grande do Sul e é um designer gráfico multifacetado, que estende a sua ação à música, à programação ou à criação de websites como o Dmtr.org, onde expõe as suas criações. Voltado para o experimentalismo, ele utiliza e mistura vários métodos como o desenho, a gravura, a animação digital ou o código, universos que imprimem uma abordagem mais dinâmica ao uso do computador.

Na base da inspiração de Dimitre Lima está um desejo de ampliar virtualmente as formas gráficas para a vida real do espectador, em interessantes fusões factual/ ilusão, que quebram a barreira da realidade.

Festival Red Bull Basement @ Red Bull Station
Data: 
20 de agosto de 2016 (sábado)
Horário: das 10h30 às 19h
Local: Red Bull Station
Endereço: Praça da Bandeira, 137 – Centro – São Paulo
Telefone: 11 3107-5065
Censura: Livre
Entrada: Evento gratuito
Site: http://www.redbullbasement.com.br/

 

 

Startup oferece energia solar por assinatura

O serviço pioneiro já está disponível na capital paranaense, com planos a partir de R$ 19,90, e em breve estará disponível em outras regiões do país

 

CURITIBA, 15/08/2016 – Desde 2012, a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) garante a possibilidade de micro e minigeração doméstica de energia por meio da resolução normativa nº 482. Ou seja, ela permite que o consumidor instale pequenos geradores, tais como painéis solares ou microturbinas eólicas, em suas residências ou comércio. Considerando que no atual sistema de energia elétrica os consumidores são totalmente dependentes das distribuidoras locais, que são as responsáveis por todo o processo de compra e instalação, a oportunidade de gerar sua própria eletricidade pode significar uma considerável redução no valor da fatura.

Uma das alternativas mais viáveis é a geração de energia por meio de painéis solares fotovoltaicos instalados nos telhados das residências. A tecnologia funciona absorvendo a luz do sol e convertendo em eletricidade, porém, embora o retorno seja garantido os custos para compra e instalação dos mecanismos são altos. Este impasse foi o estímulo encontrado pela startup curitibana Renova Green para criar o seu recém-lançado modelo de negócio.

Inspirados pelo case de sucesso da empresa norte americana Solar City, maior instaladora de painéis fotovoltaicos dos Estados Unidos, a startup decidiu operacionalizar a geração de energia solar doméstica no Brasil, que gera em média uma economia de mais de R$ 40,00 por mês na conta de luz. Ao invés de vender e instalar os equipamentos, eles optaram pela comercialização do serviço e adotaram um sistema similar aos planos de TV por assinatura, no qual o equipamento fica na casa do cliente em comodato, com planos comerciais e residenciais a partir de R$ 19,90 (taxa de instalação: R$ 199,00).

Apoiados pela aceleradora ISAE Business, programa do Instituto Superior de Administração e Economia (ISAE), de Curitiba, a empresa pretende se firmar no mercado local para posteriormente captar recursos e atender todo o Brasil. Para Reinaldo Cardoso, um dos fundadores da startup, a tecnologia tem um grande potencial de expansão. “De acordo com a ANEEL, até 2.024 teremos mais 1.2 milhões de sistemas fotovoltaicos instalados em telhados por todo o Brasil. Temos certeza que os brasileiros irão abraçar essa causa assim que conhecerem o nosso sistema”, detalha.

Segundo o idealizador do projeto, que hoje já conta com 10 usuários cadastrados na capital, em um país que apesar de possuir um dos maiores potenciais de energia solar do planeta, gera quase toda sua eletricidade por meio das usinas hidrelétricas, a iniciativa representa uma transformação no setor. “Além de disponibilizar uma fonte com menor impacto ambiental oferece melhor custo/benefício para o consumidor”, completa Cardoso.

Para mais informações sobre o projeto pioneiro, acesse o site www.renovagreen.com.br.

PL que substitui Lei dos Agrotóxicos representa retrocesso, dizem pesquisadores

Para a Associação Nacional da Agroecologia, a medida vai contra a tendência mundial de abandonar defensivos

Em discussão realizada na tarde desta terça-feira (31), a Comissão Especial sobre Defensivos Agrícolas da Câmara Federal debateu o Projeto de Lei n 3200/15, que substitui a atual Lei dos Agrotóxicos (7.802/89). De interesse de representantes do agronegócio, a proposta é criticada por pesquisadores e movimentos que pedem o banimento do uso desses produtos.

De autoria do deputado Covatti Filho (PP/RS), o projeto dispõe sobre a regulamentação do uso de defensivos e demais produtos de controle ambiental. Na opinião do pesquisador Marcelo Firpo Porto, da Associação Nacional da Agroecologia, a medida representaria um retrocesso, tendo em vista a tendência mundial de abandono do uso desses produtos. “Há um movimento crescente de redução e o caminho aponta para o banimento do uso dessas substâncias. Como pode o Brasil caminhar na direção contrária”?, questiona.

Ele lembra ainda que, desde 2008, o país é o maior consumidor desses produtos. Em média, são utilizados 12 litros de veneno para cada hectare e 7 litros ao ano por habitante. “Isso deveria envergonhar qualquer brasileiro”, critica.

Entre outras coisas, o PL substitui o nome “agrotóxico” pela expressão “defensivos fitossanitários”, o que, na opinião dos opositores, seria um cosmético para ocultar interesses econômicos e dificultar o acesso à informação. “É como se quisessem esconder do consumidor o que ele está consumindo, por isso nós somos contra essa nomenclatura”, afirma Carla Bueno, representante da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida. O movimento congrega dezenas de entidades que lutam pelo fim do uso de veneno na agricultura.

Centralização de tarefas e saúde pública

Outro ponto polêmico do projeto é a criação da Comissão Técnica Nacional de Fitossanitários (CTNFito), cuja finalidade seria produzir pareceres técnicos conclusivos aos pedidos de avaliação de novos defensivos e afins. Vinculada ao Ministério da Agricultura, ela centralizaria competências que atualmente são distribuídas entre vários órgãos, como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Para os membros da Campanha, a iniciativa representaria um risco para a saúde pública porque lançaria um olhar unilateral sobre os produtos. “A descentralização traz mais segurança para avaliar o impacto dos agrotóxicos. Colocar tudo no Ministério é aderir a uma visão meramente agrícola. Isso é muito limitador”, aponta Carla.

Ela destaca ainda que a Lei dos Agrotóxicos, que resultou de uma mobilização coletiva, é referência na América Latina e que poderia ser aprimorada, não revogada. “Nós precisamos caminhar no sentido de erradicar, e não de fortalecer o uso de agrotóxicos, que é o que está por trás desse projeto. Seria um retrocesso em termos de legislação”, avalia.

Na ocasião, Marcelo Firpo Porto defendeu que o abandono do uso de agrotóxicos estaria dentro do papel do Estado de zelar pela vida e pela saúde humana.

“São diversos os efeitos agudos e crônicos causados pela exposição a esses produtos. Entre outras coisas, essas substâncias são associadas a varios tipos de câncer”, ressaltou o pesquisador, reiterando que o Brasil estaria caminhando na contramão dos avanços globais. “Esse PL 3200 é um retrocesso sanitário, ambiental e civilizatório”, defendeu.

Visão econômica

Sem firmar publicamente um posicionamento institucional sobre o PL, o pesquisador da Embrapa Soja Decio Luiz Gazzoni destacou o peso econômico do agronegócio e argumentou que o país precisará aumentar a produção no futuro a médio e longo prazo. Na visão dele, a ampliação do mercado e a conquista de novos clientes seria algo estratégico e necessário nas circunstâncias modernas.

“O contexto tropical é muito vantajoso para essa atividade econômica, e nós temos diversidade de cultivos, de solos e climas. (…) Nas próximas quatro décadas, o Brasil será chamado a ser protagonista do fornecimento de produtos agrícolas porque ele tem condições muito favoráveis em comparação com os demais países”, disse.

Andamento do PL

Para o relator do Projeto de Lei n 3200/15 na Comissão Especial sobre Defensivos Agrícolas, deputado Luiz Nishimori (PR/PR), o tema é polêmico e pede um maior detalhamento das discussões. “Nós ainda precisamos nos debruçar melhor sobre essa questão porque os dois lados têm argumentos muito pertinentes”, disse. Ele informou que ainda serão realizadas diversas audiências para dar seguimento ao debate, e que a pauta pode demorar até um ano para ser votada.

Publicado Originalmente em: Brasil de Fato

Se você quiser fazer pressão nos deputados que estão na comissão especial que avalia esse processo, acesse: www.contraagrotoxicos.org

 

Existem atos de repúdio ao PL: Agapan Em Pratos Limpos

 

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