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Mobilização Nacional em Defesa do Licenciamento Ambiental – Contra PEC 65

A Câmara de Meio Ambiente e Patrimônio Cultural do Ministério Público Federal (MPF) promove, no mês de maio, mobilização em todo país pela eficácia do licenciamento ambiental. A ação coordenada consiste na realização de audiências públicas, em parceria com os MPs estaduais e demais agentes locais, com o objetivo de dar ampla publicidade ao tema, debatê-lo com a sociedade e alertar para os riscos que a PEC65/2012, se aprovada, trará para o meio ambiente e as coletividades locais.

Confira o calendário de audiências públicas a serem realizadas:

24 de maio de 2016- Santa Catarina

30 de maio de 2016 – Rio Grande do Norte

30 de maio de 2016 – Alagoas

2 de junho de 2016 - Distrito Federal

2 de junho de 2016 – Rio de Janeiro

2 de junho de 2016 – Belém – Pará

3 de junho de 2016 – Mato Grosso do Sul

6 de junho de 2016 – Goiás

As audiências vão discutir a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 65/2012, que autoriza a execução de obra a partir da apresentação do estudo prévio de impacto ambiental, dispensando qualquer controle posterior sobre o cumprimento das obrigações socioambientais por parte do empreendedor.

Além da PEC, serão debatidas outras propostas de alterações de atos normativos referentes ao Licenciamento Ambiental em tramitação no Congresso Nacional (PLS nº 654/2015 do Senado Federal e PLC nº 3729/2004 e apensos da Câmara dos Deputados), bem como a proposta de alteração das Resoluções 01/1986 e 237/1997, em tramitação no Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).

Tuitaço

No dia 16/05, às 15h, o Ministério Público Federal promoverá um tuitaço contra a PEC 65. Utilizando #PEC65Não, a intenção é chamar a atenção para o retrocesso e os riscos que a proposta trará para o meio-ambiente, se aprovada.

Como Participar
1 - Participe do tuitaço #PEC65Não, dia 16/05, às 15h! Vamos chamar a atenção para o tema!
2 - Divulgue nas redes sociais
3 - Publique informações em outros ambientes: blogs, artigos, listas de discussão, fóruns
4 - Divulgue a consulta pública que está sendo feita pelo Senado: https://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaotexto?id=120446

Confira aqui o Kit Mobilização

Por que o MPF é contra a aprovação da PEC/65/2012? Confira os esclarecimentos nos vídeos abaixo:

Saiba por que a PEC 65, que anula a necessidade de realização de licenciamento ambiental, afeta a sua vida, a vida dos seus filhos e das futuras gerações. Se a tragédia de Mariana (MG) ocorreu mesmo tendo havido licenciamento ambiental, imagina o que pode ocorrer se não for obrigatório o licenciamento.

Publicado originalmente pelo Ministério Público Federal

Para mais informações acesse AQUI o áudio da entrevista do Tarde Nacional com a Coordenadora da Câmara de Meio Ambiente e Patrimônio Cultural, subprocuradora-geral da República, Sandra Cureau.

Projeto sustentável recicla lixo orgânico e transforma em fertilizante

O Jardim Bonito – fertilizante ecológico, sustentável, indicado para todos os tipos de plantas e produzido a partir de rejeitos de frutas e vegetais que seriam descartados como lixo – estabelece sua atuação em todo o país há cerca de um ano. A empresa nasceu após três anos de pesquisas para a definição da melhor composição para nutrição das plantas e condicionamento do solo, e surgiu com a proposta de reaproximar as pessoas da natureza e apoiar um lifestyle mais natural, equilibrado e saudável.

A etapa inicial da produção do Jardim Bonito ocorre em um sacolão municipal da Zona Oeste de São Paulo, onde é retirada a matéria-prima baseada em frutas e vegetais nobres, e realizada a compostagem em processos naturais que levam cerca de quatro meses. Por meio do Jardim Bonito, uma parcela – que tende a crescer junto com a empresa – do lixo orgânico gerado nos sacolões ganha um destino e é reciclado, o que confere a característica ecológica e sustentável do produto. A etapa seguinte compreende o enriquecimento do composto, que advém da indústria alimentícia ou extrativista, também orgânica.

Os irmãos Jairo e Rafael Rosenhek, à frente do negócio, apostam na empresa para ajudar no destino adequado dos resíduos e do chorume – itens que, no produto, funcionam como adubo e não contaminam o solo – e pretendem viabilizar a proximidade da natureza, tornando mais fácil e saudável o cultivo de plantas. “Comecei a fazer a compostagem há cerca de cinco anos como hobbie, e presenteava parentes e amigos que sempre pediam mais. Com o aumento dos pedidos, enxergamos que poderíamos fazer disso um negócio sustentável, saudável e rendável”, comenta Jairo.

O Jardim Bonito possui três funções – uma evolução no mercado, visto que os fertilizantes convencionais possuem, no máximo, duas. São elas: condicionador de solo, ou seja, deixa o solo favorável para a planta germinar e se desenvolver; nutrição, alimenta as plantas; e melhora as atividades fisiológicas, o que confere melhoria na aparência, crescimento e maior resistência a pragas e mal tempo.

Além disso, o Jardim Bonito não oferece riscos à saúde de pessoas e animas, possibilitando a vivência no mesmo ambiente logo após o uso; não irrita a pele e vias respiratórias; a diluição deve ser feita cem vezes em água, ou seja, possui alto rendimento; e é indicado para todos os tipos de plantas, sejam frutíferas, floríferas, arbustos, entre outros.

O Jardim Bonito está em expansão para todo Brasil, e já são 30 pontos de venda apenas na cidade São Paulo; a expectativa é que esse número chegue a 150 até o final de 2016. Além disso, atendem por meio da loja online (www.jardimbonito.com.br).

SOBRE JARDIM BONITO
Criado pelos irmãos Jairo e Rafael Rosenhek há cerca de quatro anos, o Jardim Bonito, fertilizante ecológico e sustentável, atua efetivamente em todo o Brasil há cerca de um ano, após três anos de estudos e pesquisas para a definição da melhor composição para a saúde das plantas. Com base produtiva em um sacolão municipal da Zona Oeste de São Paulo, o produto se apropria de rejeitos de frutas e vegetais do local para um processo natural de compostagem, oferecendo uma solução sustentável para o lixo gerado. O Jardim Bonito deve ser diluído 100 vezes em água e funciona como três produtos em um: condiciona o solo, fornece nutrientes e melhora as atividades fisiológicas da planta, além da rápida absorção, que confere resultados visíveis em pouco tempo de uso. Outra característica importante é a indicação para qualquer tipo de planta (frutíferas, florais, arbustos, entre outros), e a ausência de riscos para a saúde. A empresa tem o propósito de incentivar o contato das pessoas com a natureza e um estilo de vida mais natural e saudável. O produto é encontrado em uma das 30 revendas na cidade de São Paulo e está em expansão para outras cidades do país, ou na loja virtual www.jardimbonito.com.br.
Site: www.jardimbonito.com.br.
Facebook: fb.com/jardimbonito
Instagram: @jardimbonito
SAC: contato@jardimbonito.com.br

 

“Diálogos Transformadores” reúne especialistas para discutir soluções para o desmatamento

Em sua segunda edição, o evento reúne especialistas para discutir soluções para o desmatamento.

A Unilever anuncia seu apoio aos “Diálogos Transformadores” da Folha de São Paulo em parceria com a Ashoka. O objetivo é fomentar discussões e encontrar soluções para o desmatamento crescente e as mudanças climáticas por meio de pessoas inovadoras que estão implantando ações capazes de gerar um impacto positivo na sociedade, garantindo um futuro melhor para as próximas gerações.

Esta edição terá como tema “Boas Práticas no Combate ao Desmatamento no Brasil” e reunirá, em 18 de maio, especialistas e empreendedores sociais. “Nós temos o compromisso de adquirir 100% das nossas matérias-primas agrícolas de fontes sustentáveis até 2020, o que significa ajudar a zerar o desmatamento na nossa cadeia produtiva. Alinhado a isso, vemos esta edição dos Diálogos Transformadores como uma oportunidade de dar visibilidade à causa”, afirma Juliana Carvalho, diretora de Marca Corporativa da Unilever.

Em 2015, a Unilever lançou sua campanha pelo fim do desmatamento, que tem como principal objetivo conscientizar as pessoas sobre a importância de preservar as florestas no combate às mudanças climáticas. Como parte da campanha, a companhia, em parceria com o WWF (World Wide Fund for Nature), irá proteger um milhão de árvores no Brasil e na Indonésia.  A proteção às árvores será realizada a partir do engajamento dos consumidores por meio da assinatura de um compromisso pelo clima no website da campanha, por meio de diferentes iniciativas, entre elas:

·         Reduzir a perda líquida de florestas através de desmatamento e degradação

·         Promover o manejo sustentável de florestas de produção

·         Promover o aumento da legalidade na produção florestal

·         Auxiliar a aplicação e o cumprimento do Código florestal

Serão protagonistas desta edição do “Diálogos Transformadores”: Beto Veríssimo, do Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia); Suzana Pádua, do Ipê (Instituto de Pesquisas Ecológicas); e Elizabeth de Carvalhaes, da Ibá (Indústria Brasileira de Árvores).

O trio ocupará a bancada da TV Folha para uma entrevista ao vivo e na sequência participa de debate com Rodrigo Castro, da Associação Caatinga; Ana Cristina Barros, ex-secretária de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente; e Aline Tristão, da FSC Brasil (Forest Stewardship Council).

A plateia de 80 convidados vai conhecer também os casos inspiradores de Ricardo Cardim, fundador da Amigos das Árvores de São Paulo, e de Jerônimo Villas-Bôas, do Kambôas Socioambiental.

A iniciativa é um mix de entrevista e debate, matéria-prima de um mini documentário a ser disponibilizado no canal Diálogos Transformador na internet, com o objetivo de apontar caminhos e soluções. A série estreia nesta semana com “Reciclagem”, o primeiro programa realizado em novembro de 2015.

“É uma iniciativa que leva a excelência editorial da Folha para uma série de conteúdos multimídia sobre importantes temas da agenda socioambiental por meio de diálogos que começam na TV Folha, continuam no nosso auditório e chegam até a escola”, afirma Sérgio Dávila, editor-executivo do jornal. “Além de informar, apontar caminhos e conscientizar, é também uma oportunidade de mobilizar a Rede Folha de Empreendedores.”

Para a Unilever, é uma honra trabalhar em parceria com a Folha de S. Paulo, um dos maiores veículos do País, na geração de ideias e discussões sobre um tema tão importante como o desmatamento . Acreditamos que todas as iniciativas de conscientização e geração de soluções para o combate ao desmatamento e às mudanças climáticas são válidas. O Brasil e o mundo precisam de pessoas como os convidados desta edição, que vêm colocando a “mão na massa” e inspirando milhares de pessoas a fazerem o mesmo.  Acreditamos que somente juntos podemos fazer a diferença  e colaborar para um futuro promissor para as próximas gerações, afirma Juliana.

Confira em http://www1.folha.uol.com.br/tv/empreendedorsocial/

DIÁLOGOS TRANSFORMADORES

A série “Diálogos Transformadores” é um programa de eventos realizado pela Folha de São Paulo em parceria com a ONG Ashoka sob a direção da premiada jornalista Eliane Trindade – editora do Prêmio Empreendedor Social e da Coluna Rede Social do Jornal A Folha de São Paulo.

Serviço:

Data: 18 de maio de 2016

Horário: a partir das 16h

Onde: Auditório da Folha de S. Paulo (Alameda Barão de Limeira, 425, 9º andar, Campos Elíseos)

 

PERFIL DOS PARTICIPANTES

Beto Veríssimo, fundador do Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia), é figura central nos mais importantes espaços nacionais e internacionais sobre meio ambiente, sempre fortalecendo o diálogo entre o governo, a sociedade civil e empresariado. O seu desafio é criar um novo modelo de economia para a região, combinando a conservação de 70% da floresta, a geração de riqueza e o desenvolvimento social.

 Suzana Pádua, presidente do Ipê, Oscip criada para desenvolver e disseminar modelos inovadores de conservação da biodiversidade e de desenvolvimento sócio-econômico por meio de ciência, educação e negócios sustentáveis, comanda projetos para preservação de florestas em São Paulo, na Amazônia e em outras regiões do país.

Elizabeth de Carvalhaes, presidente-executiva da Ibá (Indústria Brasileira de Árvores) desde a fundação da entidade criada em 2014 para representar institucionalmente a cadeia produtiva de árvores plantadas, campo à indústria, junto a seus principais públicos de interesse, já foi presidente da Bracelpa (Associação Brasileira de Celulose e Papel) durante quase sete anos.

Rodrigo Castro, coordenador-geral da Associação Caatinga, que luta pela preservação do bioma no nordeste, realiza projetos como o No Clima da Caatinga que tenta mudar a cultura local de desmatamento por meio da educação ambiental e capacitações.

Ana Cristina Barros, secretária de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente, formada em Ecologia pela UFRJ com 25 anos de experiência de trabalho em meio ambiente e desenvolvimento sustentável, foi representante da The Nature Conservancy no Brasil por quase dez anos e, nos últimos dois anos, diretora de Infraestrutura Inteligente da organização para a América Latina e já morou e trabalhou na Amazônia pela redução do desmatamento e o

controle queimadas. Em Brasília desde 2003, trabalhou junto ao governo brasileiro na análise e proposição de políticas públicas que conciliam desenvolvimento e conservação, notadamente, a concepção e a proposição do Cadastro Ambiental Rural (CAR) como instrumento de implementação do Código Florestal.

Aline Tristão, diretora executiva da FSC Brasil, ONG internacional com sede na Alemanha e presente em mais de 80 países, que promove o manejo responsável há mais de 20 anos. É também o sistema de certificação florestal mais reconhecido no mundo, considerado uma das principais armas de combate ao desmatamento.

 Ricardo Cardim, botânico fundador da Amigos das Árvores de São Paulo, desenvolveu a metodologia de restauração florestal “Pocket Forest” que copia a dinâmica natural das capoeiras da Mata Atlântica e sua competitividade e permite a criação inédita de pequenos trechos do bioma na escala urbana em grande velocidade de crescimento e diversidade espécies.

 Jerônimo Villas-Bôas, fundador do Kambôas Socioambiental, que fortalece o cultivo de abelhas nativas, a preservação e a conservação de biomas de fauna e flora, com importante trabalho junto à formação de política pública para regulamentação da cadeia produtiva do mel e sua comercialização, no empoderamento e geração de renda para comunidades tradicionais indígenas e ribeirinhas.

Oficina ensina automaquiagem para mulheres com deficiência visual

Jacques Janine e Laramara unem expertises para criar oficina que usa a maquiagem como ferramenta para valorizar a beleza e melhorar a autoestima de pessoas cegas e com baixa visão

Automaquiagem para cegos

Automaquiagem para cegos - Celina Germer

A impossibilidade de enxergar o próprio reflexo no espelho não significa que mulheres com deficiência visual não possam fazer seu próprio make com perfeição. É com esse conceito que o Jacques Janine e a Laramara – Associação Brasileira de Assistência à Pessoa com Deficiência Visual criaram uma oficina para ensinar dicas de automaquiagem às pessoas cegas e com baixa visão. Sob o comando da maquiadora e consultora de imagem da rede de salões, Chloé Gaya, a oficina tem como principal objetivo valorizar a beleza e melhorar a autoestima das participantes.

Em seis aulas que inclui teoria e prática, a oficina acontecerá todas às quartas-feiras, de 11 de maio a 15 de junho de 2016, e surge como uma oportunidade enriquecedora de autoconhecimento, pois ensina as participantes a mapear seu próprio rosto e a identificar seus traços por meio da experiência tátil e de técnicas de maquiagem. Entre os assuntos abordados estão desde a rotina de cuidados de preparação da pele, as funções dos produtos e até os truques de como fazer um delineado.

“A maquiagem faz parte de nossa imagem pessoal e ela é muito importante, pois influencia na maneira como nos sentimos diante do mundo. Quando nos sentimos mais bonitas, elevamos nossa autoestima e ficamos ainda mais felizes. Nesta oficina, ensinaremos os cuidados com a beleza e a fazer uma maquiagem de maneira prática para o dia a dia e para ocasiões especiais”, explica Chloé Gaya, maquiadora e consultora de imagem do Jacques Janine.

Conhecendo produtos, cores e texturas 

Com o apoio da Vult Cosméticos, que doou os itens de make para a oficina, as mulheres com deficiência visual serão apresentadas a um mundo de cores, texturas e tendências de maquiagem. Para isto, os produtos serão identificados em braille, sistema de leitura e escrita dos cegos, e em tipos ampliados; e as alunas serão estimuladas pelo tato e por outros sentidos sensoriais, fomentando a importância da autovalorização e a independência das pessoas com deficiência visual no dia a dia.

Segundo Lilia Giacomini, pedagoga que realiza atendimentos de atividades de vida autônoma na Laramara, a oficina de automaquiagem é uma experiência nova para a Laramara. “Estamos iniciando um projeto que é um complemento de outras ações oferecidas pela instituição no universo das atividades de vida autônoma, para que a pessoa com deficiência visual aprenda a se cuidar melhor e conheça a sua própria identidade. E, quando pensamos em valorizar a beleza, respeitando as características de cada um, também percebemos um avanço nas relações pessoais, contribuindo para inclusão social”, destaca.

Em seus quase 25 anos de existência, a Laramara ganhou reconhecimento nacional e internacional por seus projetos assistenciais voltados ao desenvolvimento de crianças, jovens, adultos e idosos com deficiência visual no Brasil e na América Latina. Nesse período, assistiu a mais de 10 mil famílias, oferecendo apoio no processo de independência e autonomia nas atividades cotidianas. Também é referência na luta pela inclusão e participação social dessa importante parcela da população. 

Serviço

A oficina acontecerá na própria Laramara: Rua Conselheiro Brotero, 338 – Barra Funda – São Paulo – SP.

Inicialmente, serão 15 no módulo que será realizado de 11 de maio a 15 de junho.

Os interessados podem entrar em contato com a Laramara pelo telefone: (11) 3660-6455 ou www.laramara.org.br.

Sobre a Laramara:

A LARAMARA é uma das mais atuantes instituições especializadas em deficiência visual e um centro de referência na América Latina no desenvolvimento e na pesquisa na área da deficiência visual. Fundada em 1991, realiza atendimento especializado nas áreas socioassistencial e socioeducativa com ações complementares e atividades específicas essenciais à aprendizagem e ao desenvolvimento das pessoas com deficiência visual e com deficiências associadas. As atividades são realizadas em grupos e os usuários dispõem ainda de atendimentos específicos de Atividades de Vida Autônoma, Braille, Soroban, Desenvolvimento da Eficiência Visual (Baixa Visão) e Orientação e Mobilidade. Disponibiliza recursos humanos para apoio à inclusão social, colabora para o aperfeiçoamento e a capacitação de profissionais e divulga suas experiências e aquisições para todo o Brasil, por meio de recursos instrucionais produzidos por sua equipe, como livros, manuais e DVDs. LARAMARA trouxe para o Brasil a fabricação da máquina braille e da bengala longa, indispensáveis para a educação e a autonomia da pessoa cega. Buscando a inclusão profissional de jovens e adultos com deficiência visual, ampliou seu projeto socioeducativo em 1996 realizando atendimento para essa população.

Grupo de teatro abre as portas para jovens autistas, com síndrome de down e deficientes físicos e visuais

São três projetos distintos com um único objetivo, a inclusão social. Os projetos Aut, Mix e Up fazem parte de um movimento da Oficina dos Menestréis para trazer esses jovens para o mundo da arte

O que é ser diferente ou o que é ser normal pode ser interpretado de mil maneiras, mas no mundo da arte, da ilusão, no universo do faz de conta, no palco de um teatro, todos são menestréis, e é esse o conceito que Deto Montenegro apresenta por meio dos projetos Aut, Mix e Up.

Uma atitude ousada e inovadora levou o diretor da Oficina dos Menestréis, produtora de diversos musicais dentre eles Noturno, Raul Fora da Lei, Lendas e Tribos, Filhos do Brasil, dentre outros, a criar espetáculos musicais interpretados por jovens que possuem necessidades especiais. E o projeto que começou com cadeirantes interpretando o famoso musical Noturno, transformou-se em três diferentes musicais, o Aut – interpretado por um grupo de autistas, o Up – com jovens que possuem Síndrome de Down, e o Mix – que apresenta no mesmo espaço um lindo espetáculo com cadeirantes e cegos.

Dentre as particularidades de cada um dos projetos, a adaptação é comum a todos. Quando se trabalha um grupo com síndrome de down, que possui pouca dicção, se aposta na espontaneidade, na ternura, no improviso. Já os autistas são mais pragmáticos, você precisa fazer tudo igual, então se usa mais textos. Com os deficientes visuais, ao ensinar uma coreografia, é preciso pegar neles, guiá-los e com os cadeirantes, é preciso adaptar tudo para o tempo-espaço da roda, que é um tempo-espaço diferente.

Com cenas de arrepiar até mesmo os mais céticos dos céticos, os musicais trazem um show de talento, de performances, de sentimentos, de entrega, de força e de vontade de fazer parte do que talvez seja considerado hoje ser normal, é o poder transformador que a arte exerce na vida das pessoas.

Caso do Musical Aut, que com direção de Deto Montenegro, traz cenas de diversas peças do repertório da Oficina apresentadas numa programação de rádio para ser assistida no teatro. Dois locutores narram de maneira irreverente a programação da Rádio ZYBem Bom com uma saudação divertida e inclusiva. Com muita música, coreografias e humor, 22 menestréis do Projeto Aut, apresentam habilidades sociais e artísticas. As músicas que compõem o espetáculo são tocadas ao vivo.

E o projeto tem dado tão certo, que muitas vezes é possível ver os jovens saindo dos musicais direcionados e fazendo parte de outros espetáculos, transformados por uma inclusão verdadeira, aquela que aceita as limitações, mas que não impõe limites. “Quando se fala de incluir jovens especiais, logo pensamos nos termos educacionais, mas o que o mundo tem que entender, que a inclusão não é só na escola, é propiciar a eles um universo onde não se vejam como diferentes, um espaço onde são cobrados para serem os melhores, onde ninguém os olha como coitados, pois muitas vezes há mais musicalidade neles, do que em nós, os ditos normais”, completa Deto Montenegro, irmão do cantor e compositor Oswaldo Montenegro, com quem começou a trabalhar aos 18 anos.

Sobre a Oficina dos Menestréis

Em 1981, o cantor e compositor Oswaldo Montenegro passou a trabalhar com um novo método para dirigir seu elenco de atores, cantores e bailarinos, assim criou exercícios baseados no método do reflexo e atenção para o treinamento de seus elencos. Estes exercícios foram desenvolvidos e adaptados por Deto Montenegro, irmão e ator das peças de Oswaldo, que transformou a metodologia para serem aplicadas a profissionais de todas as áreas

Acreditando que o desenvolvimento do reflexo, da percepção e da capacidade intuitiva melhora as condições de vida do indivíduo, em 1986, Deto Montenegro monta sua primeira turma de Teatro Musical no Rio de Janeiro, estabelecendo um trabalho de sucesso nos anos seguintes. Em 1991, desembarca em São Paulo junto com a Companhia Oswaldo Montenegro, e cria sua primeira turma na cidade, que resultou no musical NOTURNO, em cartaz até hoje na capital paulista.

Em 1993, Deto Montenegro estabelece sociedade com o ator Candé Brandão, e cria a Oficina dos Menestréis, que desde então, é uma companhia de Teatro Musical com excelência comprovada tanto pela linguagem original e vocabulário próprio, quanto pela contribuição significativa para formação de público e inclusão social, tendo em seu repertório mais de 20 peças.

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