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Comunidade será ouvida em projeto para revitalizar Pracinha do Museu em Planaltina (DF)

Iniciativa do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios propõe oficina com a comunidade no próximo sábado (30) para orientar o projeto de revitalização do espaço, hoje subaproveitado

Planaltina é a mais antiga cidade do Distrito Federal. Em seu Centro Histórico, estão tradicionais espaços e edificações com profundos e antigos vínculos com a comunidade, mas que ao longo do tempo perderam parte de sua vitalidade ou se deterioraram com a ação do tempo. Para começar a reverter essa situação, o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) pretende investir recursos de condenações judiciais em importantes espaços públicos da cidade, dentre eles a revitalização da Praça Coronel Salviano Monteiro Guimarães. O local é conhecido na cidade como Pracinha do Museu e está localizado no Centro Histórico de Planaltina.

A iniciativa conta com o apoio do Conselho Brasileiro de Lideranças em Placemaking e do grupo M.O.B (Manual de Ocupação de Brasília), que se encarregaram de realizar oficina participativa para colher as contribuições da comunidade no próximo sábado, dia 30/01/2016.

Placemaking

Placemaking é o termo usado mundialmente para designar processos de planejamento, criação e gestão de espaços públicos voltados para as pessoas, visando transformar “espaços” em “lugares”, valorizados e respeitados pela comunidade, que passa a compartilhar de uma visão comum.

No caso de Planaltina, o objetivo é empoderar a comunidade local para que ela seja capaz de contribuir com o projeto, participando da discussão com críticas e sugestões. “A comunidade de Planaltina tem uma oportunidade que vai além da revitalização da praça. É uma chance de começar um processo de resgate do centro histórico da cidade, com espaços públicos agradáveis e cheios de vida e atividade, que contribuam com a qualidade de vida da população e economia da cidade. Esse projeto só funciona se for desenvolvido pela própria comunidade e nosso trabalho será oferecer as ferramentas para que possa fazer isso”, explicou Ricardo Birmann, membro do Conselho Brasileiro de Lideranças em Placemaking.

Um exemplo das metodologias sendo empregadas é a instalação de quadros negros na própria praça, na Administração Regional de Planaltina, no Fórum Desembargador Lúcio Batista Arantes e na parada de ônibus da Igreja Matriz. Nas lousas, moradores da cidade podem escrever ideias e apontar as demandas locais que a restauração deve suprir, além de indicar o que pode ou não ser mantido no espaço.

Os quadros foram instalados no último dia 22 e ficam nos locais até 30 de janeiro, data da oficina de discussão aberta a toda a sociedade, a realizar-se na própria praça do museu. O espaço do museu estará aberto no dia para servir de apoio à oficina, especialmente no caso de chuva.

A iniciativa conta ainda com o apoio da Urbanizadora Paranoazinho S.A (UPSA), do projeto de Comunicação Comunitária da Universidade de Brasília (ComCom/UnB), da Associação Amigos do Centro Histórico de Planaltina (AACHP), da OAB – Subseção Planaltina e da Administração Regional de Planaltina.

Mais informações sobre Placemaking: http://www.placemaking.org.br

OFICINA

Data: 30/01/2016

Horário: 9h às 12h

Local: Praça Coronel Salviano Monteiro Guimarães, Arraial de São Sebastião de Mestre D’Armas, Centro Histórico de Planaltina

Faço, separo, transformo… divertido livro infantil que aborda o lixo nosso de cada dia

Capa do livro "Faço, separo, transformo..."

Nomes diferentes e pessoas normais que conseguem fazer uma revolução por onde passam. Dessa forma, “Faço, Separo, Transformo” conta como um professor e um aluno conseguem mudar a eles mesmos e contagiar a todos sobre como viver melhor com o lixo, a natureza e as pessoas ao redor, todas elas, incluindo os chamados seres invisíveis do dia-a-dia, como catadores e garis.

Diretores, equipe de limpeza da escola, familiares, vizinhos, amigos, professores, enfim, todos fazem parte da história.

 Um livro moderno, criativo, interdisciplinar que mostra que o meio ambiente começa em casa e que só melhoraremos o planeta a partir da ação de cada um.

Marcelo Capucci diz que após quase dois anos, ” trazer a temática ambiental para a vida escolar como algo real, foi algo maravilhoso por registrarmos inquietudes tão comuns  e necessárias”, afirma.

Marcos Linhares pontua que os leitores precisam e podem encontrar no livro, pontos interessantes sobre a educação ambiental vista de modo muito interdisciplinar”,  alega.

Sbore os autores:

Marcelo Capucci

Marcelo CapucciNasceu em Brasília e mudou-se para Uberaba/MG aos 14. Iniciou a carreira musical em 1991, no Conservatório Estadual de Música Renato Frateschi.Ensinou  sua ‘prática baterística’ para alguns alunos, interessando-se, desde então, pela formação de pessoas e cidadãos.Em 1997, voltou para Brasília. Ingressou à Universidade Católica e cursou Pedagogia. Formou-se e foi efetivado como Professor da Secretaria de Educação do DF. Especializou-se em Educação Ambiental com ênfase em desenvolvimento sustentável pela Universidade Gama Filho/RJ.Idealizou o Projeto Percussucata, onde atua como baterista e palestrante socioambiental. Marcelo Capucci toca com a Plebe Rude, ícone do Rock Nacional. Gravou o 6º álbum de estúdio da banda, “Nação Daltônica”, lançado em 2014.

Marcos Linhares

Marcos LinharesNasceu em São Luis/Ma e radicou-se em Brasília.É professor, jornalista e escritor que publicou livros de poemas, crônicas, contos e  jornalismo esportivo, literário, policial, cultural e biografias. Publica artigos de opinião e resenhas em jornais e portais da internet como o Observatório da Imprensa. Seu livro  ”Não existe crime perfeito- Laerte Bessa e os crimes que abalaram a capital do Brasil”, em 2013, foi finalista em língua portuguesa na categoria melhor livro de não-ficção, em Nova Iorque (EUA), do International Latino Book Awards (ILBA). É membro da Associação Nacional de Escritores (ANE). No momento, preside o Sindicato dos Escritores do DF (Sindescritores).

Serviço:

Onde comprar: http://www.thesaurus.com.br/livro/3241/faco-separo-transformo

Lançamento do Livro Faço, Separo, Transformo,
Marcelo Capucci 
e  Marcos Linhares
Segunda-feira (21/12), das 18h30 às 22h30
no 
Carpe Diem Restaurante (104 Sul)

Informações:

Marcos Linhares – (61) 8405-8290

Fundo Brasil vai doar mais de R$ 1 milhão a projetos de direitos humanos

Propostas serão recebidas até fevereiro e vão passar por um amplo processo de seleção

 O Fundo Brasil de Direitos Humanos vai doar mais de R$ 1 milhão em 2016 a projetos apoiados em todo o país. Os projetos serão selecionados por meio de dois editais lançados no dia 2/12, no Sesc Vila Mariana, com show da atriz e cantora Letícia Sabatella.

O edital anual “Combate à Violência Institucional e à Discriminação” vai doar até R$ 800 mil a projetos que enfrentem as violações de direitos humanos promovidas por instituições oficiais, suas delegações e/ou empresas.

Serão selecionados projetos com valor total de no mínimo R$ 20 mil e no máximo R$ 40 mil para até um ano de duração.

O edital “Juntos/as contra a violência que mata a juventude brasileira” vai doar R$ 560 mil a projetos que tenham como foco a juventude no enfrentamento à violência. Um dos objetivos desse edital é a ampliação e a qualificação do debate público para o enfrentamento à violência contra a juventude, principalmente a juventude negra.

O Fundo Brasil vai doar até R$ 40 mil aos grupos ou indivíduos apoiados.

Os principais critérios para a seleção dos projetos são a adequação ao foco do edital, impacto social pretendido, potencial efeito multiplicador, criatividade, caráter inovador e consistência da proposta, conexão com redes, fóruns, articulações locais, regionais ou nacionais, existência de vínculos com as comunidades com as quais a proposta se relaciona, adequação da proposta às necessidades reais da comunidade ou do público diretamente beneficiado, idoneidade e legitimidade do grupo, organização ou indivíduo, capacidade do proponente para desenvolver o projeto e diversidade regional.

Os projetos são selecionados por meio de um processo rigoroso, que inclui triagem interna, análise por um comitê formado por especialistas em direitos humanos e análise da diretoria.

A prioridade são organizações da sociedade civil e defensores de direitos humanos que tenham poucos recursos e dificuldades de acesso a outras fontes de recursos.

As propostas serão recebidas até o dia 26 de fevereiro de 2016. As informações sobre como apresenta-las e todos os critérios de seleção estão dis poníveis no site do Fundo Brasil e nas páginas da fundação no Facebook e no Twitter.

Juventude

Lançado em formato de história em quadrinhos, o edital “Juntos/as contra a violência que mata a juventude brasileira” tem como foco o fato de ser fundamental criar condições para que os jovens sejam os principais sujeitos no enfrentamento à violência que os atinge.

Os números da violência mostram a necessidade desse enfrentamento.

Em 2012, 56 mil pessoas foram assassinadas no Brasil e, dessas, 30 mil tinha entre 15 e 29 anos e 77% eram negros. Das 607.731 pessoas presas em 2014, 67% eram negros, a maioria jovens. Entre 1996 e 2013 o número de adolescentes cumprindo medidas socioeducativas aumentou 443%. Em 2014 houve um aumento d 37% das mortes causadas por intervenção policial.

Fundo Brasil

O Fundo Brasil tem o objetivo de promover os direitos humanos e sensibilizar a sociedade para que apoie iniciativas capazes de gerar novos caminhos e mudanças significativas para o país.

Tem o compromisso de disponibilizar recursos para apoio institucional e para atividades de organizações da sociedade civil e de defensores de direitos humanos em todo o país.

Em quase dez anos, o Fundo Brasil já destinou R$ 11,7 milhões a cerca de 300 projetos distribuídos em todas as regiões do país.

Além da doação de recursos, os projetos selecionados pela fundação são apoiados por meio de atividades de formação e visitas de monitoramento.

 

Prêmio reconhece iniciativas como soluções para o desenvolvimento sustentável global

São Paulo, 07 de dezembro de 2015 – O Prêmio SDSN Amazônia, iniciativa da Rede de Soluções para o Desenvolvimento Sustentável para a Amazônia – SDSN Amazônia (sigla em inglês) e da Fundação Amazonas Sustentável (FAS) anuncia seus vencedores. Três organizações nas categorias de Educação, Gestão de Áreas Protegidas e Infraestrutura foram contempladas com as melhores soluções para questões socioambientais relacionadas ao desenvolvimento sustentável da Amazônia continental. São elas: Associação das Casas Familiares Rurais do Estado do Pará (Arcafar/Pará), Instituto Coca-Cola Brasil (Amazonas) e Universidade IKIAM (Equador). Os prêmios foram entregues hoje (07/12), durante o evento Amazon Solutions Day, em Paris, onde os representantes de cada entidade estarão presentes.

Para chegar aos três vencedores, uma comissão de especialistas nos temas envolvidos julgou dez finalistas a partir dos critérios de avaliação: visão de futuro, potencial de replicabilidade, originalidade e inovação do projeto; uso de metodologias participativas; formação de redes e parcerias intersetoriais e relevância do projeto para especificidades da Amazônia.

“Estamos vivendo um momento em que precisamos de soluções e casos de sucesso. Os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) foram definidos, os países estão discutindo o novo acordo climático global. Todos  estes temas interferem diretamente ao desenvolvimento sustentável. Essas soluções selecionadas têm grande potencial de replicabilidade em outras regiões. É isso que procuramos“, afirma Virgílio Viana, superintendente geral da Fundação Amazonas Sustentável (FAS) e presidente da SDSN-Amazônia.

Vencedores

Na categoria Educação o vencedor foi o projeto Casas Familiares Rurais (CFRs), da Associação das Casas Familiares Rurais do Estado do Pará (Arcafar/Pará). A iniciativa tem como objetivo promover o desenvolvimento sustentável da região a partir de ações prioritárias voltadas a educação, ao fomento de práticas de produção familiar inovadora, a cultura, e a organização social, possibilitando através da educação, condições melhores para que jovens continuem o trabalho iniciado por seus pais na agricultura. Ao oferecer uma educação formal alinhada ao conhecimento local, o projeto beneficia as famílias na decisão entre manter o jovem em sua propriedade ou investir para que estude nas grandes cidades. Além disso, promove troca de experiências e desempenha um importante papel de mobilização social entre a comunidade.

O projeto CFRs conta com uma rede de escolas comunitárias distribuídas em 27 municípios do Estado, utilizando a Pedagogia da Alternância, onde os jovens contam com períodos de estudo na escola e na propriedade agrícola da família. Atualmente, são 40 associações de famílias, 27 escolas de Ensino Fundamental e Médio integrado aos cursos profissionalizantes, beneficiando cerca de 3000 jovens.

Já o projeto Coletivo Floresta, do Instituto Coca-Cola Brasil, foi o vencedor na categoria Gestão de Áreas Protegidas. Trata-se de uma plataforma de empoderamento cujo objetivo é gerar renda, valorizar a autoestima e promover a inclusão socioeconômica dos extratores de comunidades ribeirinhas do estado do Amazonas por meio da capacitação e integração à cadeia de fornecedores da Coca-Cola. Atualmente, 31 comunidades fornecedoras de açaí, localizadas nos municípios de Carauari e Manacapuru, no Amazonas, estão envolvidas diretamente no Coletivo Floresta.

Desde 2013, aproximadamente 49 comunidades fizeram parte do projeto, contemplando 1200 famílias, sendo 400 diretamente envolvidas na cadeia produtiva. Os ganhos são muitos, além das mais de 5,5 mil pessoas impactadas. Somente na safra 2015, cerca de 201 extratores de 35 comunidades fornecedoras foram capacitados no tema Rastreabilidade da Cadeia Produtiva.

Na categoria Infraestrutura, o contemplado foi o Infraestrutura sustentável para o Campus Universitário na Amazônia, da Universidade Regional Amazônica IKIAM, uma instituição de ensino superior de direito público, sem fins lucrativos do Equador. Este projeto tem como objetivo proporcionar uma infraestrutura que promova e incentive a educação investigativa como referência para as futuras gerações. O projeto preliminar baseia-se numa simbiose entre natureza, cultura e tecnologia; onde o ser humano ajuda a enriquecer o ambiente da floresta e isso dá a ele em vez de subsistência, sombra e saber. Assim, nasce a proposta favorável ao meio ambiente e à recuperação do conhecimento ancestral das culturas amazônicas, projetando para uma arquitetura sustentável. Entre os projetos esperados por esta fase do projeto estão: uso consciente de água, equilíbrio entre o meio ambiente e os locais manipulados pelo homem, uso consciente de recursos naturais, entre outros.

Além da viagem para a COP21, os vencedores terão suas experiências divulgadas na Plataforma SDSN-Amazônia como exemplos de soluções para os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), definidos pela ONU para vigorarem entre 2015 e 2030. Além disso, serão estimulados, por um ano, a participarem de eventos que disseminem sua solução.

DSN Amazônia

As redes nacionais e regionais são estabelecidas para acelerar a resolução de problemas práticos para o desenvolvimento sustentável local, regional e nacional. A SDSN-Amazônia é uma delas. A SDSN-Amazônia tem como principal objetivo reunir os centros de geração de conhecimento na Amazônia para facilitar a resolução dos problemas que impedem que seu desenvolvimento seja sustentável.

Sobre a FAS: 

A Fundação Amazonas Sustentável (FAS) é uma organização brasileira não governamental, sem fins lucrativos, de utilidade pública estadual e federal. Foi criada em 20 de dezembro de 2007, por meio de uma parceria entre o Governo do Estado do Amazonas e o Banco Bradesco e, posteriormente, passou a contar com o apoio da Coca-Cola Brasil (2009), do Fundo Amazônia/BNDES (2010), da Samsung (2010), além de outras parcerias em programas e projetos desenvolvidos. Os dois principais programas implementadas são o Programa Bolsa Floresta e o Programa de Educação e Saúde. Saiba mais: www.fas-amazonas.org.

 

Instituto Não Aceito Corrupção será lançado em São Paulo no dia 9 de dezembro

Grupo de 40 pessoas cria entidade para discutir políticas públicas anticorrupção, educar e fazer pesquisas

No dia 9 de dezembro de 2015, acontece a apresentação oficial do Instituto Não Aceito Corrupção. A data foi escolhida porque neste dia é comemorado o Dia Internacional de Combate à Corrupção, definida pela Transparência Internacional.

Criado por um grupo de 40 pessoas e presidido pelo promotor de Justiça Roberto Livianu, estudioso do tema há cerca de vinte anos e referência no combate à corrupção no Brasil, o INAC é uma entidade sem fins lucrativos, apartidária, sedimentada em três pilares: pesquisa, para conhecer o que se pretende prevenir e combater; educação, para difundir conhecimento sobre o tema e informações sobre as ferramentas de fiscalização do poder público; e políticas públicas para sugerir saídas e apontar soluções.

O INAC é formado por profissionais de diversas áreas de atuação, que se preocupam com as próximas gerações. Será um espaço livre para a discussão de ideias, para o estudo, desenvolvimento e implantação de ações que tenham real impacto na sociedade brasileira.

Seu propósito é analisar políticas públicas já existentes e sugerir aprimoramentos e novos caminhos, desenvolver pesquisas inéditas e realizar ações educativas no âmbito da luta contra a corrupção no Brasil. “Apesar da alta incidência, a corrupção ainda é pouco estudada no Brasil. O combate costuma ser casuístico e a prevenção, quase inexistente. O objetivo do Instituto é produzir conhecimento para mobilizar a sociedade, transformar a cultura de corrupção e contribuir para que o país enfrente esse mal de forma efetiva, com resultados concretos”, explica Roberto Livianu.

Entre os objetivos de longo prazo do INAC está o de operar uma mudança profunda na sociedade brasileira, por meio da conscientização da população, da discussão de formas de controlar a corrupção no país e da educação das próximas gerações para a criação de uma sociedade mais ética e cidadã. As informações serão divulgadas no site no Instituto, que entrará no ar no dia 9 de dezembro de 2015.

O Instituto Não Aceito Corrupção é uma entidade sem fins lucrativos e, além de Livianu na presidência, conta a jornalista Laura Diniz como vice-presidente, e a advogada Monica Rosenberg Braizat na diretoria executiva, todos com mandatos de quatro anos.

Abaixo a relação de fundadores do Instituto Não Aceito Corrupção:

Antônio Aguilar Cortez – Desembargador

Augusto Diegues – Publicitário

Bruno Bertani – Designer

Cláudio Abramo – Jornalista

Dalmo Dallari – Jurista

Eugenio Bucci – Professor ECA-USP

Gregório Marin Jr – Empresário

Gustavo Ungaro – Ouvidor-geral SP

José Álvaro Moyses – Cientista político – USP

Laila Shukair – Promotora de Justiça

Laura Diniz – Jornalista

Luciana Nicola – Executiva

Luiz Marrey – ex-Procurador Geral de Justiça

Marcello Lopes Guimaraes – Juiz de Direito

Marco Petrelluzzi – Jurista

Maria José Fernandes – Professora Unifesp

Maria Paula Dallari Bucci – Jurista

Maria Tereza Sadek – Cientista Política – USP

Mauro Canzian – Médico HC

Modesto Carvalhosa – Jurista

Monica Rosenberg Braizat – Advogada

Paulo Galizia – Desembargador

Plinio Gentil – Procurador de Justiça

Ricardo Braga – Advogado

Rita Biason – Cientista política e Professora Unesp

Roberto Romano – Filósofo

Rodrigo Pinho – Ex-Procurador Geral de Justiça

Sueli Riviera – Procuradora de Justiça

Valderez Abbud – Procuradora de Justiça

RobertoLivianu é promotor de Justiça em São Paulo desde 1992. Graduado e doutor em Direito pela USP com a tese Controle Penal da Corrupção (orientado por Miguel Reale Jr.), é autor de Corrupção – incluindo a Lei Anticorrupção (2014 – Quartier Latin). Atua na Procuradoria de Justiça de Direitos Difusos e Coletivos, especialmente na proteção do patrimônio público.

Laura Diniz é jornalista especializada na cobertura de Justiça, sócia do portal jurídico JOTA. Trabalhou na revista VEJA, no jornal O Estado de S. Paulo e na revista eletrônica Consultor Jurídico. Foi gerente da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji).

Monica Rosenberg Braizat é advogada formada pela USP, com mestrado em marketing no ESSEC de Paris. Viveu dez anos na França, onde foi responsável pela comunicação europeia de grandes multinacionais. É sócia do escritório Hlavnicka Advogados, especializado em investimento internacional, e integrante do Conselho Consultivo do Hospital Albert Einstein.

Serviço:

Lançamento do Instituto Não Aceito Corrupção

Dia 9 de dezembro de 2015, quarta-feira, às 19h.

Bienal Lounge, no Parque Ibirapuera, em São Paulo (acesso pelo portão 3, para convidados).

www.naoaceitocorrupcao.org.br | www.facebook.com/institutonaoaceitocorrupcao

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